01.03.2026
No quinto ano de conflito, interrupções no acesso a medicamentos, deslocamento forçado e colapso de serviços ampliam riscos à saúde pública
Em Kryvyi Rih, no centro da Ucrânia, os efeitos da guerra não se medem apenas pelo som das sirenes ou pelos apagões frequentes, mas também pela luta diária de pessoas que tentam manter tratamentos essenciais para sobreviver. A cidade tornou-se um ponto de apoio para pessoas deslocadas vivendo com HIV, muitas delas vindas de áreas de combate ou sob ocupação, frequentemente sem documentos, moradia estável ou acesso contínuo aos serviços de saúde.