domingo, 12 de abril de 2015

Os brasileiros começaram a cortar gastos com comida

Via blog do Noblat
12.04.2015

Deixar de comprar o carro que tanto ambicionava, dói. Mas passa. Deixar de comprar eletrônicos, como um novo modelo de celular, por exemplo, também dói. Ainda assim passa. O duro é cortar no que se come.

Continua.

sábado, 11 de abril de 2015

Viva a Júlia!!!!!!!! \o/
Vivaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!

Via Jornal Nacional
Imagem Jornal Nacional
10.04.2015




Em dezembro do ano passado, o Jornal Nacional apresentou uma série especial de reportagens sobre transplantes de órgãos. E milhões de brasileiros se comoveram com a menina Júlia de um ano de idade. Ela precisava de um coração para viver. Mas essa história teve uma reviravolta. E o resultado feliz dessa mudança a gente vê na reportagem do Marcos Losekann e do Jonathan Santos.

Pequenos passos para uma menininha. Um salto para quem jamais perdeu a fé. Júlia entra caminhando no consultório de cardiopediatria do Instituto do Coração em São Paulo. Ela e os pais vêm cheios de esperança. Será que finalmente Júlia vai receber alta?

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Você acha um absurdo atribuir status moral aos animais? Se prepara, está chegando a vez das plantas! por Marta Luciane Fischer

Via EcoDebate
Por Marta Luciane Fischer
10.04.2015

[EcoDebate] Está sendo divulgado nos sites de ciência e nas redes sociais a polêmica visão de Michael Pollan – jornalista, ativista americano e professor em Berkeley – de como as plantas percebem o mundo. É notório que os ecossistemas são mantidos através da inter-relação entre as espécies e destas com o meio. Dentro deste contexto surgiu o Homo sapiens. Segundo Desmond Morris, um influente biólogo e etólogo, os seres vivos possuíam desde sua origem um tipo de contrato, em que as espécies deveriam respeitar o espaço de cada uma.

Embora os seres humanos tenham feito parte desse contrato por quase 200 mil anos, há pouco mais de 12 mil o mesmo foi quebrado com o advento da agricultura, dominação sobre as outras espécies e explosão populacional. Desde então, os humanos vêm utilizando plantas e animais para suprir necessidades.

A partir do momento em que a humanidade passou a conceituar seus valores e categorizar seus comportamentos como certos ou errados, a consciência da dor física e mental foi considerada parâmetro de atribuição de status moral.

Durante muitos séculos não se reconheceu essa capacidade nos animais. Mas pesquisadores têm comprovado que animais possuem um tipo elementar de consciência suficiente para sua inclusão na comunidade moral. Não demorou muito e a ciência já está conseguindo mostrar que as plantas também possuem inteligência e capacidade de sentir, aprender, lembrar e reagir de maneira semelhante a nós.

Essa ideia na verdade não é nova. Há mais de 40 anos no livro “A Vida Secreta das Plantas”, Peter Tompkins e Chistropher Bird mostraram que a comunicação entre as células das plantas se dá através de impulsos elétricos. Estudos atuais mostram que as plantas podem reagir ao som de uma lagarta roendo uma folha, podem detectar gravidade, presença de água e perceber um obstáculo para o crescimento de suas raízes antes mesmo de entrar em contato com ele.

O fato mais polêmico é a possibilidade das plantas sentirem dor, atestada pelo fato delas responderem a anestésico. Pesquisadores alemães da Universidade de Bonn publicaram que as plantas libertam gases equivalentes a gritos de dor, constatados na captação de ondas sonoras originárias de gases liberados quando cortadas.

Segundo neurobiólogos as plantas podem ser consideradas seres conscientes no sentido de saberem onde estão e reagirem adequadamente aos estímulos ambientais. Correntes éticas biocêntricas defendem que devemos respeitar os seres vivos não por possuem estruturas nervosas e sensoriais complexas, pelo seu grau de consciência, nem pelo valor ou utilidade que possuem para os humanos. Mas sim por serem seres vivos e terem o direito de viver sua existência no planeta que compartilhamos.

Entretanto, a sociedade se apoia em parâmetros científicos, então estamos entrando em um momento que exigirá novas reflexões sobre nossas atitudes não apenas com relação aos animais, mas a natureza como um todo, compreendendo que nossas escolhas têm resultado em benefícios apenas para nós e que devemos buscar o equilíbrio.

Se antes proteger a natureza para que todos os seres vivos desta e de futuras gerações tivessem o mesmo direito de usufruir um planeta saudável era uma questão subjetiva, agora com a comprovação de que as plantas também sentem, elas passam a se enquadrar nos parâmetros criados pelo homem justamente para se diferenciar da natureza. E agora? O que é certo ou errado?

Marta Fischer, bióloga, é doutora em Zoologia, coordenadora do Ceua-PUCPR e professora titular do mestrado em Bioética da PUCPR.

Publicado no Portal EcoDebate, 10/04/2015

Averiguan cómo viaja la información en el cerebro

Tendências 21
Redacción T21
10.04.2015


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Professor da USP diz que liberação do eucalipto transgênico é um erro

JC-Notícias/SBPC
10.04.2015

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança votou e aprovou, nesta quinta-feira (9) a comercialização de eucalipto transgênico

O professor Paulo Kageyama, da Universidade de São Paulo (USP), considerou um erro a liberação comercial do eucalipto transgênico no Brasil, decidida hoje (9) pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, por 18 votos a 3. Um dos integrantes da CTNBio, Kageyama foi um dos votos vencidos.

Segundo o professor, ainda existem muitas dúvidas científicas sobre os impactos do plantio do eucalipto transgênico e do prejuízo, principalmente para os pequenos produtores rurais. Além disso, os produtos obtidos a partir dessa planta poderão sofrer sanções no comércio nacional e internacional, acrescentou Kageyama.

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Recompensa millonaria a quien derrote a las bacterias superresistentes

SINC
10.04.2015

El mal uso de los antibióticos y la aparición de bacterias resistentes preocupan cada vez más a las autoridades sanitarias. Un reciente informe de la Organización Mundial de la Salud alerta de que las consecuencias ya se empiezan a notar, y pueden ser muy graves. Dos premios millonarios recompensarán a los investigadores que consigan aportar soluciones.

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La acidificación de los océanos causó la mayor extinción en la Tierra

SINC
09.04.2015

El aumento de la emisión de dióxido de carbono desencadenado por varias erupciones volcánicas en Siberia provocó la acidificación de los mares hace 252 millones de años. Un estudio demuestra ahora que esta pudo ser, en una espiral de fenómenos, una de las causas de la extinción masiva entre los períodos Pérmico y Triásico, en la que desaparecieron el 96% de las especies marinas y el 70% de las terrestres.

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Especialistas criam associação para conservação de abelhas

JC-Notícias/SBPC
09.04.2015

Iniciativa pioneira incentiva o diálogo e o compartilhamento de informações sobre o tema

Veja o texto na íntegra em http://zh.clicrbs.com.br/rs/noticias/planeta-ciencia/noticia/2015/04/especialistas-criam-associacao-para-a-conservacao-de-abelhas-4735751.html

(Zero Hora)

NASA acredita que encontrará vida extraterrestre em menos de dez anos

El País
09.04.2015

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***
Veja também (El Mundo):
'Apuesto por la existencia de
civilizaciones más inteligentes que la nuestra
en otros planetas' - Kip Thorne


Manifesto da Abrasco sobre o Projeto de Lei 4.961/2005 – que defende patente de seres vivos

JC-Notícias/SBPC
09.04.2015

Descobertas não geram patentes. O que pode gerá-las são invenções. Produtos naturais são descobertos e não inventados. Eles existem na natureza. Portanto, não devem ser patenteados’

Está avançando na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 4.961/2005, que propõe a reforma da Lei de Patentes brasileira autorizando o patenteamento de substâncias ou matérias extraídas de seres vivos naturais o que é, hoje, vedado. Este Projeto de Lei foi proposto, em 29 de março de 2005, pelo Deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB/SP). Em resumo, o PL visa permitir que substâncias ou materiais extraídos de seres vivos naturais e materiais biológicos sejam patenteados.

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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Relatório alerta sobre riscos do excesso de agrotóxicos no campo

Jornal Nacional
08.04.2015

Brasil despeja mais de um milhão de toneladas de agrotóxicos nas lavouras por ano. O que daria, em média, 5 quilos de veneno agrícola por pessoa.

Um relatório, divulgado, nesta quarta-feira (8), pelo Instituto Nacional de Câncer, alerta para o risco que os brasileiros correm por viver num país que é o campeão mundial no consumo de agrotóxicos.

O Brasil despeja mais de um milhão de toneladas de agrotóxicos nas lavouras por ano. O que daria, em média, cinco quilos de veneno agrícola por pessoa.

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Veja também:
- Dossiê ABRASCO: Um Alerta Sobre os Impactos dos Agrotóxicos na Saúde
- Ministério Público do Paraná proíbe propaganda de agrotóxicos nas escolas

As sementes suicidas e… assassinas

JC-Notícias/SBPC
08.04.2015

Artigo enviado ao Jornal da Ciência pelo professor Nagib Nassar, da Universidade de Brasília

Em entrevista à Folha de domingo (05/04/2015), o presidente da Embrapa enfatizou acreditar que o modelo de vendas de semente melhorada  garante acesso fácil de agricultores e  que sua empresa vai investir em código aberto, ou seja, vender aos agricultores sem cobrar royalties.

É um pensamento e atitude muito louváveis do senhor presidente que contribuirá  nas melhorias das condições dos agricultores no país.  Mas,  infelizmente,  ele contrariou completamente sua própria chefa, a ministra da Agricultura senadora Kátia Abreu, que apresentou ao Congresso Nacional projeto de lei para  liberar tipos de sementes proibidos em todo mundo. São as sementes terminator ou sementes suicidas; são sementes estéreis que obrigam a compra anual por parte do agricultor e o transformam em  escravo das multinacionais. Além  de suicidas, as sementes terminator danificam o meio ambiente e acabam com espécies nativas que se tornam, por sua vez, suicidas!!!

O fato  levantou no ar uma  questão: até que ponto um político, um deputado ou senador fica livre de valores morais científicos e sociais definidos pelos especialistas que trabalham na área?

As sementes suicidas são o mais novo lance de empresas transgênicas para patentear e vender estes tipos de sementes.

Em vista desta estratégia, o agricultor passa a ser obrigado a comprar das empresas todos os anos as sementes de que precisar para nova safra, pois as sementes produzidas com gene terminator nunca germinarão.

Esse tipo de variedade é proibido pela Convenção sobre Biodiversidade das Nações Unidas; pois o gene terminator, ao contaminar as variedades nativas ou as espécies silvestres, destrói suas reservas genéticas e todos os conjuntos genéticos das populações nativas e silvestres, sobrando apenas a variedade com o gene terminator.

É o último lance satânico das empresas de transgênicos para proporcionar riquezas para seus acionistas sem atenção alguma ao atual interesse humano e das futuras gerações.

O fato mais grave é que as empresas pressionam alguns países manipulando políticos para aprovar esse tipo de patente e permitir sua comercialização. Não conseguiram em qualquer país da Europa, da Ásia, da África ou da América do Sul.

Algumas das culturas brasileiras mais importantes, como o milho e algodão, são altamente ou parcialmente alógamas, isto é, se polinizam e cruzam com facilidade com outras plantas de diferentes variedades, inclusive as suicidas. Ambas as culturas têm suas variedades nativas e indígenas e contém a maior riqueza da biodiversidade conhecida em nossas plantas.

A introdução de variedades com gene terminator dessas culturas no Brasil significa  contaminar suas linhagens indígenas e nativas, tornando-as estéreis sem que se propaguem. E assim, perdemos para sempre a maior reserva genética conhecida no mundo.

A tentativa de liberar sementes suicidas significa que o Brasil, quebrando uma moratória assinada por 193 países e ferindo seu compromisso com a comunidade mundial, passa a oferecer o maior presente para multinacionais. Acreditamos que a população brasileira é capaz de frear e esvaziar este atentado ao nosso patrimônio e patrimônio da humanidade e colocar fim para um rumo no país que, forjando um novo cenário agrícola, perde sua riqueza genética para sempre.

Ironicamente, as sementes suicidas são produzidas pelas empresas produtoras de transgênicos como uma maneira para que as sementes modificadas sejam vendidas por elas sem prestar atenção na destruição do patrimônio genético brasileiro, pois o Brasil é origem e reserva genética do maior número de culturas que a humanidade conhece.

Ainda há um risco maior: que todas as sementes destas culturas serão controladas pelas corporações, substituindo as variedades nativas. As empresas multinacionais, no aguardo por uma fresta  para  empurrar a porta, entrarão para tomarem conta de toda casa. Será que a senhora senadora sabe e está ciente disso?

Nagib Nassar é Professor Emérito da Universidade de Brasília (UnB).
www.geneconserve.pro.br

Cientistas reproduzem anticorpo capaz de neutralizar o HIV

Jornal Nacional
08.04.2015

Pesquisadores brasileiros, em Nova York, conseguem reduzir temporariamente quase toda a carga do vírus HIV em pacientes.

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Incêndio em Santos: Ministério Público apura danos ambientais

Manchetes Socioambientais
08.04.2015

O Ministério Público de São Paulo abriu um inquérito para investigar os danos ambientais causados pelo incêndio que atinge tanques de combustível da empresa Ultracargo, em Santos, desde quinta-feira passada. Os promotores pretendem avaliar se a empresa é responsável pela contaminação do ar e da água na região do acidente. Na portaria que deu origem à investigação, os promotores escreveram que "há sérias razões para se concluir que houve falha no plano de emergência da Ultracargo ou na sua execução, como, ainda, na atuação da brigada de incêndio" O Globo, 8/4, País, p.9.


Cientistas encontram glaciares sob superfície de Marte

G1
Reuters
08.04.2015

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Descubiertas moléculas orgánicas complejas en un joven sistema estelar

Via SINC
SINC/ESO
08.04.2015

Un equipo de astrónomos ha detectado por primera vez la presencia de moléculas orgánicas complejas en un disco protoplanetario alrededor de la joven estrella MWC 480. El descubrimiento, hecho desde el observatorio ALMA en Chile, sugiere que los cimientos de la química de la vida son universales.

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El ADN se auto-ensambló para dar lugar a la vida

Via Tendências 21
Redacción T21
08.04.2015

Fragmentos moleculares muy cortos de ácidos nucleicos se auto-organizaron hace 4.000 mil millones de años

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Los misteriosos ‘círculos de hadas’ de Namibia se distribuyen como células de la piel

Tendencias 21
Por
08.04.2015

Científicos de Japón encuentran un patrón de organización espacial casi idéntico en ambos sistemas

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Azeite de oliva mantém propriedades mesmo depois de aquecido

JC-Notícias/SBPC
08.04.2015

O consumo de azeite no Brasil vem crescendo devido aos benefícios que ele oferece

O azeite, quando aquecido, não perde suas propriedades benéficas. Isso é o que explica o dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida, médico nutrólogo da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), ao comentar o mito de que o azeite, submetido a altas temperaturas, se tornaria tão prejudicial à saúde quanto os outros óleos. Segundo o especialista, o consumo de azeite no Brasil vem crescendo devido aos benefícios que ele oferece. Alguns conceitos sobre seus modos de uso, porém, têm esbarrado na divulgação equivocada e gerando diversas dúvidas sobre o tema.

Com base em estudos publicados no Journal of Food and Nutrition Research, Journal of Agricultural and Food Chemistry, Food Chemistry e Cancer Treatment and Research, o azeite de oliva extravirgem é o óleo mais adequado para o uso na forma crua e também depois do aquecimento.

O que eles provaram

O azeite de oliva extra virgem é o óleo mais adequado para uso na forma crua, devido às suas propriedades como melhor perfil de ácidos graxos e à presença de antioxidantes.

Mesmo após aquecimento em condições de uso doméstico, ele não sofre mudanças significativas em seu perfil de ácidos graxos. Em especial, cabe salientar que não ocorre formação de ácidos graxos trans ou de ácidos graxos saturados.

Mesmo após aquecimento em condições de uso doméstico, não se observa a formação de substâncias tóxicas.

Após aquecimento em condições de uso doméstico, o azeite de oliva extra virgem mantém cerca de 80% das substâncias antioxidantes.

O azeite extra virgem tem maior estabilidade oxidativa do que o azeite, tanto em ensaios de aquecimento como de fritura, sendo que esse fato pode ser explicado pela maior quantidade de antioxidantes naturais no azeite extra virgem, uma vez que esses compostos são parcialmente eliminados no processo de refino para desodorização.

Sobre a ABRAN

A ABRAN é uma entidade médica científica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. Fundada em 1973, dedica-se ao estudo de nutrientes dos alimentos, decisivos na prevenção, no diagnóstico e no tratamento da maior parte das doenças que afetam o ser humano, a maior parte de origem nutricional. Reúne mais de 3.800 médicos nutrólogos associados, que atuam no desenvolvimento e atualização científica em prol do bem estar nutricional, físico, social e mental da população. Visite www.abran.org.br e curta a ABRAN no Facebook www.facebook.com/nutrologos.

(Divulgação)

Ministério Público do Paraná proíbe propaganda de agrotóxicos nas escolas

JC-Notícias/SBPC
07.04.2015

Ministério Público do Paraná é contrário ao Programa que ensina as crianças em escolas como usar pesticidas no campo

O Agrinho é um programa do Sistema FAEP, em parceria com o SENAR-PR, FAEP e  o governo do Estado do Paraná, mediante as Secretarias de Estado da Educação, da Justiça e da Cidadania, do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, da Agricultura e do Abastecimento e diversas empresas e privadas como Daw AgroeSciences, Du Pont, e por organizações das empresas dos agrotóxicos, Adef e Aenda, todos interessados na difusão do uso dos agrotóxicos. O Programa Agrinho é transvestido de um programa de educação ambiental e ensinam as crianças do campo a usarem os pesticidas. Isto acontece dentro de uma farsa: aparentemente as crianças estão participando de um programa de educação ambiental onde se aborda a questão da saúde, meio ambiente e até cidadania. Na verdade, elas são educadas para consumirem e aplicar os agrotóxicos na agricultura.

Os temas “Por que fazer a tríplice lavagem?” vem embutido num programa que aborda outros temas de caráter importante, como “Adolescência, sexualidade e amor (saúde jovem)”; “Dentes saudáveis, criança feliz (odontologia preventiva)”; “Praticando a cidadania na escola (cidadania)”; “Saúde na família (saúde)”; “Por que a água é um recurso natural renovável mas limitado (água)?”; “A sobrevivência do homem depende da biodiversidade (biodiversidade)”; “O que você pode fazer para evitar o efeito estufa (clima)”; e “Qual a importância do solo para o equilíbrio ambiental? (solo)”.

Em função dessa problemática o Ministério Público do Paraná, em abril de 2014, notificou o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, com um parecer contrário a realização  desses programa nas escolas publicas  do Paraná e fez uma recomendação ao Conselho Estadual de Educação do Paraná para que deliberem medidas imediatas (como aprovação de Resoluções) que impeçam a participação das escolas, professores e alunos das redes públicas ou privadas de ensino, municipais e estaduais, no Programa Agrinho,  justificando que a educação deve manter compromisso permanente com a qualidade do ambiente e a vida do planeta.

BLOG: http://apecpr2011.blogspot.com/

(Abrasco)

http://www.abrasco.org.br/site/2015/04/mp-do-parana-proibe-propaganda-de-veneno-nas-escolas-que-vinha-sendo-distribuida-pelos-fabricantes/

terça-feira, 7 de abril de 2015

La edad, un desafío para el cerebro

El Mundo
Por LAURA TARDÓN
07.04.2015

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Ciencia para derrotar a la vejez

Via El Mundo
Por ÁNGELES LÓPEZ
07.04.2015

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La isla griega en la que hacerse mayor no es un problema

El Mundo
Por HÉCTOR ESTEPA
ALBERTO DI LOLLI (FOTOS)
07.04.2015

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Aprenden más rápido aquellos que “desconectan” ciertas áreas cerebrales

Tendências 21
Por Marta Lorenzo
07.04.2015

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O papa verde

Manchetes Socioambientais
06.04.2015

"A decisão do papa de publicar uma encíclica sobre ecologia é uma dádiva, por assim dizer, para ambientalistas, e uma dor de cabeça para políticos conservadores que elevam a economia acima da ação climática. Encíclicas são documentos filosóficos - cartas, por tradição - disseminadas para autoridades eclesiásticas e o público. O papa Francisco vem refinando ultimamente suas considerações climáticas. 'Não sei se (a atividade humana) é a única causa, mas principalmente, em grande parte, é o homem que esbofeteou o rosto da natureza', ele disse, em janeiro, numa viagem à Ásia. O público de Francisco é certamente enorme - 1,2 bilhão de católicos, muitos deles no mundo em desenvolvimento", artigo de Kate Galbraith - OESP, 5/4, Aliás, p.E8.