sábado, 9 de maio de 2015

Chimpancés a la fuga - Pablo Herreros

El Mundo
Pablo Herreros
09.05.2015

La fuga de los chimpancés Adán y Eva, con un resultado letal para ambos días atrás, no es un buen ejemplo para nadie. El hecho sucedido en la Isla de Mallorca pone de manifiesto nuestra ignorancia sobre estos animales. Sí, es cierto que pueden llegar a ser peligrosos, pero también lo es que no suelen atacar en este tipo de situaciones.

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9 al 12 de mayo se celebra el Día Mundial de las Aves Migratorias (World Migratory Bird Day)

El Mundo
ELISA CARDENAL
08.05.2015

La odisea de 20.000 kilómetros de un pajarito de 50 gramos

Trechos da matéria:

1)
"Goyeneche se marchó de su nido a principios de agosto. Tras un viaje de más de 9.000 kilómetros en dos meses (y algunas paradas entre medias) llegó a su primera zona de invernada entre Uganda y Tanzania, cerca del lago Victoria."

2)
"Descubrir el itinerario de aves como Goyeneche es un misterio que gracias el programa Migra de la Sociedad Española de Ornitología (SEO/BirdLife ) se empieza a desvelar."

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Participantes do Ciência sem Fronteiras reclamam de entidade que indicou usar o ‘jeitinho brasileiro’

JC-Notícias/SBPC
09.05.2015

Sugestão foi dada para que estudantes possam se manter nos Estados Unidos caso ocorra atraso em repasses

Leia mais sobre esse assunto em: http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/participantes-do-ciencia-sem-fronteiras-reclamam-de-entidade-que-indicou-usar-jeitinho-brasileiro-16091510#ixzz3ZYoLBpB0

(Raphael Kapa e Renata Mariz / O Globo)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Postos de saúde abrem amanhã para vacinação
contra a gripe

Agência Brasil
Por Paula Laboissière
Edição: Valéria Aguiar
08.05.2015


Devem receber a dose da vacina contra gripe crianças na faixa a partir de 6 meses e menores de 5 anos, idosos,
trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, presos e funcionários prisional. Arquivo/Agência Brasil

Postos de saúde em todo o país abrem amanhã (9) para o Dia D da Campanha de Vacinação contra a Gripe. Devem receber a dose crianças na faixa a partir de 6 meses e menores de 5 anos, idosos, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (mulheres no período de até 45 dias após o parto), presos e funcionários do sistema prisional.

Também serão imunizadas pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com condições clínicas especiais. Nesse caso, é preciso levar também uma prescrição médica especificando o motivo da indicação da dose.

Pacientes que participam de programas de controle de doenças crônicas no Sistema Único de Saúde (SUS) devem ir aos postos em que estão cadastrados para receber a dose, sem necessidade da prescrição médica.

A vacinação começou na última segunda-feira (4) e continua até o próximo dia 22. Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas após a vacinação para criar os anticorpos que geram a proteção contra a gripe, a orientação é fazer a imunização no período de campanha para garantir a proteção antes do início do inverno.

A vacina é contraindicada a pessoas com história de reação anafilática em doses anteriores ou àquelas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

"Cientistas acobertam inação dos governos no clima" - Oliver Geden

Observatório da Clima
Claudio Angelo
06.05.2015

Aqui!

Quase 107 mil pessoas vivem com aids em São Paulo, mostra estudo

JC-Notícias/SBPC
07.05.2015

A incidência de novos casos de Aids, em São Paulo, vem caindo e a longevidade, aumentando

Desde o início da epidemia de Aids, na década de 80, até o primeiro dia do ano de 2013, o estado de São Paulo registrou 226.703 casos de pessoas infectadas. Desse total, 106.817 ainda estavam vivas em janeiro de 2013, o que correspondia a cerca de 2,5 pessoas a cada grupo de mil. Isso é o que revelou o estudo A vida com a Aids no Estado de São Paulo: Informação e Desafios para a Política Pública de Saúde, divulgado nessa quarta-feira (6) pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade) e o Programa Estadual Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids, da Secretaria de Estado da Saúde.

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La variación genómica es mayor entre órganos que entre individuos

SINC
07.05.2015

El Proyecto GTEx, que nació en 2010, creó una base de datos y un banco de tejidos para entender mejor la variación genómica y dar pistas sobre la predisposición a enfermedades. Ahora, los 130 científicos del consorcio presentan en varios artículos los primeros resultados sobre el modo de actuación de las variantes genómicas para controlar cómo, cuándo y cuántos genes se 'encienden' o 'apagan' en los diferentes tejidos u órganos.

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Un bastón para ciegos que reconoce caras

Tendências 21
08.05.2013

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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Mente, Mente - Simone Mazzer




 
 
Simone Mazzer e o trio formado por Marco Antonio Scolari (piano e arranjo), André Bedurê (baixo) e Eduardo Rorato (bateria) interpretam "Mente, Mente", de Robinson Borba.
Em breve disponível no iTunes Brasil, lançamento Pimba.

Fotografia: Rodrigo Ferdinand e Thiago Sacramento.
Edição: Rodrigo Ferdinand

Gravado e mixado por Duda Mello.
Masterizado por Takayoshi Manabe.
Direção artística: Leonel Pereda e Ronaldo Bastos (Texto Youtube - 22.08.2012)
...

Comentário básico:
Como canta!
Como canta!
Adelidia Chiarelli
 
 

Lançada terceira edição do Guia de Centros e Museus de Ciência do Brasil

JC-Notícias/SBPC
06.05.2015

A publicação contém informações de 268 unidades científico-culturais. O novo guia possui 41% instituições a mais em relação à edição de 2009 e ganhou versão eletrônica no site do MCTI

O novo Guia Centros e Museus de Ciência do Brasil traz informações sobre 268 espaços científico-culturais espalhados pelo País. Desse total, 155 estão no Sudeste; 44, no Sul; 43 no Nordeste; 15, no Centro-Oeste; e 11 no Norte. O número de unidades presentes no catálogo aumentou em 41% em relação à segunda edição, de 2009, quando foram registradas 190 unidades no País. Entre as novidades, a terceira edição do guia também ganhou versão eletrônica disponibilizada no site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Além do apoio do MCTI, o material é resultado do esforço da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC), da Casa da Ciência da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Museu da Vida/Fiocruz.

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Nasce em Brasília centro de estudos para cuidar do Bioma Cerrado

JC-Notícias/SBPC
06.05.2015


Ideia é conservar e preservar a diversidade biológica. Agronegócio é o principal responsável pela degradação ambiental do Bioma

Preocupados com a devastação do Cerrado brasileiro, principalmente pela exploração do agronegócio, a começar pela soja e milho, dirigentes do Jardim Botânico de Brasília decidiram criar um centro de estudos para traçar políticas de conservação e preservação ambiental da região. O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil, responsável por um quarto do território nacional, atrás da Amazônia.

Batizado de Centro de Excelência de Estudos sobre o Cerrado (CEEX), a unidade de pesquisa do Jardim Botânico de Brasília está prevista para ser inaugurada em 31 de maio, abrindo a semana de comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, em 05 de junho.

Para o superintendente do Centro, Rafael Poubel,  mais da metade (51%) da extensão de área do Cerrado está devastada se considerar dados do Ministério do Meio Ambiente de 2010. Ele avalia que o aumento da extensão da fronteira agrícola é o principal responsável pela degradação ambiental do Bioma. Além do Distrito Federal, o Cerrado abrange áreas de estados como Maranhão, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Tocantins.

Para fazer frente aos desafios que se apresentam para conservação e preservação do Bioma Cerrado, o centro de estudos nasce com a parceria dos principais órgãos ligados à conservação e recuperação da diversidade biológica. É o caso do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), do Ministério do Meio Ambiente.

Também foi criada uma portaria que convida vários interlocutores a participar do CEEX, dentre os quais a Embrapa Cerrados, Universidade de Brasília (UNB), FioCruz e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

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Crise hídrica e caos social em São Paulo entram na pauta do Exército

El País
Por 
05.05.2015

. Painel organizado pelo Comando Militar evidencia preocupação dos militares ante falta de água .
. Paulo Massato, o homem que fecha as torneiras de São Paulo

O Comando Militar do Sudeste, que abrange todos os Comandos e Forças com sede em São Paulo e Mato Grosso, organizou terça-feira, dia 28, uma palestra sobre planejamento e estratégia com “o problema de abastecimento de água para consumo no Estado de São Paulo” como único assunto. É a primeira vez que a crise hídrica entra na agenda acadêmica dos militares.

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Socialite teve Porsche financiado pelo BB

Portal Terra
06.05.2015

AQUI!

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Sexo, el gran olvidado del corazón

Materia/El Pais
Por
06.05.2015

¿Sexo después de un INFARTO?

. Un estudio con 3.500 infartados demuestra que los cardiólogos no hablan de sexo con sus pacientes
. Muchas de las recomendaciones que dan son erróneas, especialmente a mujeres
. Todo lo que siempre quiso saber sobre erecciones matutinas pero nunca se atrevió a preguntar

“Debes aprender a vivir de nuevo", recuerda Luís. "La vuelta a la vida normal es muy difícil porque al principio te asusta todo, no te atreves ni a caminar… y con el sexo sucede lo mismo. Tienes un miedo atroz a que cualquier cosa te pueda volver a provocar un infarto”. Sucedió hace cinco años, a sus 46, mientras jugaba a tenis con un amigo. Luís sufrió un ataque de corazón del que rápidamente fue tratado en el hospital y al que sobrevivió sin secuelas importantes. Hoy en día, de todos los miedos a los que se enfrentan los supervivientes de un infarto, uno es particularmente obviado por los cardiólogos: el sexo. “Yo no hablé nunca de este tema con mi médico. Ni él ni yo lo sacamos. Ahora visto en perspectiva, creo que hablarlo me habría ayudado”, afirma. 

Su caso no es aislado. Héctor Bueno, cardiólogo del Hospital Gregorio Marañón de Madrid, ha participado en un estudio con más de 3.500 infartados americanos y españoles que demuestra que el sexo es un tema tabú en las conversaciones entre médico y paciente. “Tenemos a los pacientes abandonados en este tema", confiesa Bueno. "Les hablamos de la dieta, el ejercicio físico, las pastillas, los factores de riesgo como la tensión, el colesterol, la diabetes, el tabaco… pero ni una palabra de sexo. Y cuando sí se habla, muchas de las recomendaciones que dan los propios cardiólogos son erróneas. Y más cuando el paciente es una mujer”.

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#OcupeEstelita

Via G1
05.05.2015

Grupo protesta contra aprovação de plano para área do Estelita, no Recife

Um grupo fechou a Rua do Hospício, uma das principais do Centro do Recife, na tarde desta terça (5), para protestar contra a aprovação pela Câmara de Vereadores e posterior sanção pelo Executivo Municipal do Plano Específico do Cais José Estelita, Santa Rita e Cabanga. A área contemplada no documento fica no centro histórico da capital e é alvo de polêmica em função do projeto Novo Recife, que prevê a construção de 13 prédios residenciais e comerciais, com altura variando de 12 a 38 andares, no Cais José Estelita. Os manifestantes vão fazer uma passeata até a área à beira do cais.

O ato foi convocado pelo Direitos Urbanos e Movimento Ocupe Estelita, dois dos grupos contrários ao projeto imobiliário no Estelita. Os manifestantes interditaram o trecho da Rua do Hospício, que fica em frente à Câmara Municipal. Antes de bloquear a via, algumas pessoas tentaram entrar no pátio da Câmara, onde já ocorria um ato dos professores da rede pública do Recife, mas foram impedidas por guardas municipais e policiais militares. O trânsito apresenta retenção na região.

Continua.




"Se fosse minha essa rua, o pé de ipê tava vivo."
Ná Ozzetti / Itamar Assumpção, na música
Canto em Qualquer Canto - Ouça!

Abaixo, a letra da música:

Vim cantar sobre essa terra
Antes de mais nada aviso
Trago facão, paixão crua
E bons rocks no arquivo
Tem gente que pira e berra
Eu já canto pio e silvo
Se fosse minha essa rua
O pé de ipê estava vivo

Pro topo daquela serra
Vamos nós dois vídeo e livros
Vou ficar na minha e sua
Isso é mais que bom motivo
Gorjearei pela terra
Para dar e ter alívio
Gorjeando eu fico nua
Entre o choro e o riso

Pintassilga, pomba, mélroa
Águia lá do paraíso
Passarim, mundo da lua
Quando não trino não sirvo
Caso a bela com a fera
Canto porque é preciso
Porque essa vida é árdua
Prá não perder o juízo
...
Amo Recife!
#OcupeEstelita
Adelidia Chiarelli

 

“O uso seguro de agrotóxicos é um mito”, Raquel Rigotto, professora do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC)

Via EcoDebate
EPSJV – Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio
05.05.2015

Professora da Universidade Federal do Ceará critica ideia de que é possível utilizar agrotóxicos de forma segura

“O uso seguro de agrotóxicos é um mito” Raquel Rigotto, professora do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), participou como palestrante do Seminário Nacional Contra o Uso de Agrotóxicos, realizado de 14 a 16 de setembro na Escola Nacional Florestan Fernandes – Guararema, São Paulo. Coordenadora do Núcleo Tramas – Trabalho, Meio Ambiente e Saúde, pesquisa a relação entre agrotóxicos, ambiente e saúde no contexto da modernização agrícola no estado do Ceará. Nesta entrevista, ela defende o debate sobre uso de agrotóxicos como um tema estratégico e critica a ideia de que é possível utilizá-los de forma segura.

Qual a importância da discussão sobre agrotóxicos na atual conjuntura?
Os agrotóxicos não podem ser vistos apenas como um conjunto de substâncias químicas que pode causar riscos químicos à saúde. Eles precisam ser entendidos no contexto em que são utilizados, que envolve o processo de modernização agrícola conservadora em curso no Brasil, que tem a ver com a reestruturação produtiva no campo e a divisão internacional da produção e do trabalho, na qual cabe ao Brasil a produção de commodities de origem agrícola. Esse contexto mais geral precisa ser considerado, assim como o entendimento do agronegócio não apenas em sua dimensão de latifúndios e monoculturas, mas também como um subsistema técnico e político que envolve o capital financeiro, a indústria química, a indústria de biotecnologia, sementes, fertilizantes, tratores, enfim, toda a indústria metal-mecânica. Esse contexto determina a vulnerabilidade das populações aos agrotóxicos. E que populações são essas? Temos em primeiro lugar os trabalhadores das empresas, mas também outros segmentos de trabalhadores que são influenciados por esse processo, como os pequenos produtores. No Ceará, os pequenos produtores foram colocados na condição de parceiros do agronegócio, o que na verdade é uma forma de terceirização. O cultivo de fumo no Rio Grande do Sul também é um exemplo disso, são pequenos produtores que estão completamente subordinados às exigências da indústria fumageira. Além desses trabalhadores, são atingidos os moradores dessas regiões. No Mato Grosso, há municípios completamente cercados pelo agronegócio, que atinge até mesmo a reserva do povo Xingu: há rios que nascem fora de sua área e cuja água já entra no território indígena contaminada por agrotóxicos. Há também a questão dos consumidores de alimentos, que têm uma ingestão diária aceitável de veneno. É o ‘veneno nosso de cada dia’ na alimentação. E, ainda, temos os trabalhadores que fabricam esses venenos. Há conflitos ambientais já identificados com esses trabalhadores de fábricas e as comunidades do entorno das fábricas, que são contaminadas. No nordeste, há uma fábrica de agrotóxicos que tem problemas sérios com 11 bairros na sua vizinhança por causa da sua contaminação atmosférica. Além disso, a questão dos agrotóxicos é abrangente porque vai nos ajudar a resgatar a interrelação campo e cidade. Na medida em que o país se urbaniza, tendemos a  pensar o Brasil como um país urbano – e há uma conotação simbólica de que isso nos aproxima mais do perfil dos países desenvolvidos e deixa para trás o ‘atraso do campo’ –, perdendo de vista que há uma dinâmica rural-urbana fundamental. Isso se expressa na produção de alimentos, na manutenção de riquezas naturais como a água, os microclimas, as chuvas (importantes para a cidade e ‘produzidas’ no campo) e também do ponto de vista da organização do campo. A concentração de terra, que expulsa pessoas das áreas rurais, faz com que as cidades fiquem cada vez mais ingovernáveis, por causa da migração e de todos os processos de degradação da qualidade de vida, como a violência, as drogas e outros. Enfim, faz com que toda a problemática ambiental urbana cresça. Os agrotóxicos dão oportunidade para discutirmos tudo isso, e também para debatermos a ciência e seus limites hoje. Há substâncias químicas que nos mostram a insuficiência dos conhecimentos produzidos para que possamos ter alguma segurança ao lidar com elas. Um exemplo é o problema da exposição múltipla a vários ingredientes ativos, que ainda carece de respostas. São várias situações que nos colocam os limites da ciência e que também desafiam o Estado, porque não há como tratar os problemas dos agrotóxicos apenas como problema agrícola ou agrário, apenas como problema de saúde ou de meio ambiente. Esse é um problema que perpassa diversos setores das políticas públicas e exige uma atuação integrada, o que também é um exercício interessante de fazermos.

Na sua palestra no Seminário Nacional Contra o Uso de Agrotóxicos, foi destacada a importância de esclarecermos se estamos discutindo agrotóxicos e saúde ou agrotóxicos e doença. Qual a diferença entre as abordagens e o que isso significa para o debate?
Na cultura positivista que temos, existe uma certa tendência, tantos dos empresários como algumas vezes até da própria mídia, de procurar por agravos à saúde que pudessem ser atribuídos aos agrotóxicos, identificando e quantificando casos. É como se, para validar a questão dos agrotóxicos como um problema digno de atenção, relevante e urgente, dependêssemos disso, como se precisássemos ter geração e comprovação da doença para começarmos a pensar no assunto e nos problemas dos agrotóxicos. O que estamos propondo é que o conhecimento sobre a nocividade dos agrotóxicos está dado a priori, porque ao defini-los como agrotóxicos estamos dizendo que são biocidas, que fulminam a vida, e ao atribuir a eles uma classificação toxicológica que vai de pouco tóxico a extremamente tóxico também estamos deixando isso claro. Não há nenhuma classificação que seja ‘não-tóxico’. O mesmo acontece em termos da classificação ambiental, que se relaciona à resistência do solo, e aos estudos da biomagnificação, teratogênese, mutagênese e carcinogênese [referentes ao acúmulo de produtos tóxicos ao longo da cadeia alimentar e à possibilidade de anomalias e malformações fetais, mutações genéticas e desenvolvimento de câncer]. Então, os agrotóxicos já estão classificados nesse sentido. Não há que se perguntar se são veneno ou remédio, está claro que são um tipo de veneno. Esse potencial de dano está dado, e defendemos que não precisaríamos provar a existência do dano para postergar políticas públicas e iniciativas dos agentes econômicos para combater esse problema. Poderíamos, desde já, estar trabalhando na perspectiva de que existe um risco e um contexto de risco, partindo para o controle desses riscos.

Continua.

Hospital Carlos Chagas segue internando pacientes graves no corredor

Blog do Noblat
06.05.2015

Enviado por Daniel Brunet, O Globo

Na última quinta, 62 pacientes do Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, estavam internados em leitos improvisados em salas e corredores. A maior parte deles estava em estado grave. A informação é do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio (Cremerj), que fiscalizou a unidade.

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Pesquisa analise o potencial da unha-de-gato no
combate à dengue

Ciência em Pauta
Comunicação/Instituto Oswaldo Cruz
29.04.2014

A dengue acomete milhares de pessoas todos os anos. Apenas em 2012, foram cerca de 600 mil casos da doença no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. Apesar deste importante impacto epidemiológico, não existe um medicamento para tratamento específico para a dengue: estão disponíveis apenas ferramentas para tratamento dos sintomas, como a febre e a desidratação. Somando-se às diversas pesquisas em andamento no mundo na busca de um medicamento antiviral para a dengue, o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) vem investigando o potencial terapêutico da Uncaria tomentosa, uma planta medicinal da Amazônia conhecida popularmente como unha-de-gato.

Os resultados mais recentes destes estudos, conduzidos pelo Laboratório de Imunologia Viral do IOC, foram apresentados na tese do biólogo, Raimundo Sousa Lima Júnior, defendida no Programa de Pós-graduação stricto sensu em Biologia Parasitária do Instituto. Os dados obtidos por estudos in vitro corroboram resultados anteriores de pesquisadores do Laboratório de Imunologia Viral sobre o potencial da Uncaria tomentosa contra a dengue, que desde 2008 têm demonstrado sua ação na redução da carga viral e na melhoria da resposta imunológica.

A principal novidade nos estudos realizados por Raimundo sob orientação da pesquisadora, Claire Kubelka, chefe do Laboratório e líder das pesquisas sobre o tema, está no nível celular: foi observado que a Uncaria tomentosa atenua a permeabilidade de células infectadas com o vírus dengue, o que pode ser um efeito fundamental para evitar o agravamento da doença.

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Viajar a Marte puede dañar seriamente su cerebro

Tendencias 21
Por Marta Lorenzo
04.05.2015

Un estudio con ratas demuestra que la radiación soportada durante el desplazamiento tendría consecuencias adversas permanentes para la cognición

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Así fabrica el cerebro la ilusión de salir del propio cuerpo

Tendencias 21
Por Redacción T21
04.05.2015

Científicos caracterizan las regiones implicadas en la experiencia perceptiva del yo corporal en el espacio

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Panelaço



Aqui!  e  Aqui!


terça-feira, 5 de maio de 2015

Balanço mostra que registros de dengue passam de 700 mil no Brasil

Jornal Nacional
04.05.2015

Um balanço divulgado nesta segunda-feira (04) pelo Ministério da Saúde mostrou a gravidade da situação da dengue no Brasil. De janeiro até agora, o número de casos foi mais que o triplo do mesmo período do ano passado. São quase 746 mil notificados. O estado de São Paulo concentra o maior número de mortes.

O avanço da dengue atinge todas as regiões do país. Até agora são 27 mil casos notificados no Norte, região com menos casos. No Nordeste, mais de 97 mil. No Centro-Oeste, são 85 mil. No Sul, 46 mil. E no Sudeste, o maior número: quase 490 mil casos. A maior parte, 401 mil, no estado de São Paulo, onde na capital, pelo menos 12 regiões registram índices de epidemia.

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Veja o vídeo.


Las células del cuerpo distinguen entre el hedonismo y la felicidad verdadera

Tendencias 21
Por UNC/T21
30.07.2013

La ‘simple autosatisfacción’ provoca cambios negativos para la salud en la expresión génica, mientras que un sentido de conexión y de propósito provoca justo lo contrario

Veja a matéria completa.

Via Yaiza Martínez

Vivir hasta los 100: Algunos consejos para llegar a centenarios

Tendências 21
Redacción T21
04.05.2015

  • Científicos de la Universidad de Gotemburgo analizan durante medio siglo a 855 hombres, para determinar por qué algunos han vivido más que otros

Veja a matéria completa.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Um milhão de estudantes de medicina pedem desinvestimento em combustíveis fósseis

Planeta Sustentável
Por José Eduardo Mendonça
30.04.2015

Foto: Daniele Zanni/Creative Commons

A indústria de combustíveis fósseis representa ameaça maior à saúde do que o tabaco, e instituições como Bill and Melinda Gates Foundation e o Wellcome Trust têm obrigação moral de cessar seus investimentos nela, disse hoje - em carta aberta aos dois grupos – uma organização que representa um milhão de estudantes de medicina de 119 países, a Federação Internacional das Associações de Estudantes de Medicina.

Os estudantes afirmam que os investimentos em combustíveis sujos vai contra o juramento de Hipócrates, que fazem antes de iniciar seu trabalho como doutores. “Isto violenta nossas obrigações e dá ao setor uma licença social para explorar ainda mais reservas, resultando em um aquecimento global catastrófico”.

Continua.