sábado, 6 de abril de 2013
França avisa turistas sobre violência no Brasil // Turistas alemães são assaltados no acesso ao Cristo Redentor, no Rio
UOL Mais
06/04/2013 às 02h02
Após o estupro da turista francesa dentro de uma van, no Rio de Janeiro, o governo francês recomenda aos franceses que estão no Brasil, que não utilizem transporte coletivo.
Jornal Nacional
05.04.2013
Pela segunda vez, em menos de uma semana, um ataque a estrangeiros na cidade foi manchete de jornais internacionais.
Um grupo de turistas alemães foi assaltado a caminho de um dos lugares mais simbólicos do Rio de Janeiro. Pela segunda vez, em menos de uma semana, um ataque a estrangeiros na cidade foi manchete de jornais internacionais.
O passeio de um grupo de turistas alemães terminou na delegacia. A família, de nove pessoas, foi assaltada na quinta-feira (4), a caminho do Cristo Redentor. A van em que eles estavam foi interceptada por homens armados que levaram dinheiro, documentos, equipamentos eletrônicos e a chave do veículo.
A notícia foi publicada nesta sexta-feira por jornais e agências internacionais. Foi o segundo assalto a estrangeiros com repercussão no exterior, em menos de uma semana.
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
Comentário básico:
Ki vergonha, Rio de Janeiro!!!
Ki vergonha, Brasil!!!
Adelidia Chiarelli
06/04/2013 às 02h02
Após o estupro da turista francesa dentro de uma van, no Rio de Janeiro, o governo francês recomenda aos franceses que estão no Brasil, que não utilizem transporte coletivo.
Jornal Nacional
05.04.2013
Pela segunda vez, em menos de uma semana, um ataque a estrangeiros na cidade foi manchete de jornais internacionais.
Um grupo de turistas alemães foi assaltado a caminho de um dos lugares mais simbólicos do Rio de Janeiro. Pela segunda vez, em menos de uma semana, um ataque a estrangeiros na cidade foi manchete de jornais internacionais.
O passeio de um grupo de turistas alemães terminou na delegacia. A família, de nove pessoas, foi assaltada na quinta-feira (4), a caminho do Cristo Redentor. A van em que eles estavam foi interceptada por homens armados que levaram dinheiro, documentos, equipamentos eletrônicos e a chave do veículo.
A notícia foi publicada nesta sexta-feira por jornais e agências internacionais. Foi o segundo assalto a estrangeiros com repercussão no exterior, em menos de uma semana.
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
Comentário básico:
Ki vergonha, Rio de Janeiro!!!
Ki vergonha, Brasil!!!
Adelidia Chiarelli
Presidente do STF, Joaquim Barbosa, critica emenda que tira poder do MP
Jornal Nacional
05.04.2013
Proposta prevê que investigações criminais serão tarefa apenas da Polícia Federal e Civil dos estados e DF. Deputado que preside comissão que trata do assunto defende papéis nítidos para cada instituição.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, criticou nesta sexta-feira (5) uma proposta de emenda constitucional que está sendo analisada no Congresso. Essa proposta tira do Ministério Público o poder de conduzir investigações criminais.
A proposta está em discussão no Congresso desde 2011. E prevê incluir um parágrafo no Artigo 144 da Constituição Federal. A frase diz que as investigações criminais serão tarefa apenas da Polícia Federal e Civil dos estados e Distrito Federal.
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
05.04.2013
Proposta prevê que investigações criminais serão tarefa apenas da Polícia Federal e Civil dos estados e DF. Deputado que preside comissão que trata do assunto defende papéis nítidos para cada instituição.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, criticou nesta sexta-feira (5) uma proposta de emenda constitucional que está sendo analisada no Congresso. Essa proposta tira do Ministério Público o poder de conduzir investigações criminais.
A proposta está em discussão no Congresso desde 2011. E prevê incluir um parágrafo no Artigo 144 da Constituição Federal. A frase diz que as investigações criminais serão tarefa apenas da Polícia Federal e Civil dos estados e Distrito Federal.
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Nova lei obriga os pais a matricular criança de quatro anos na pré-escola
Jornal Nacional
05.04.2013
A atualização da lei muda algumas das principais regras para o ensino. A partir de agora, criança de 4 anos na escola não é opção dos pais.
A partir de agora, criança de 4 anos na escola não será mais uma opção dos pais. Está na lei. A atualização da Lei de Diretrizes e Bases da Educação muda algumas das principais regras para o ensino.
Em uma escola pública de Samambaia, cidade a 40 km de Brasília, já é assim: as crianças podem ser matriculadas a partir dos 4 anos.
“A criança, tem cinco refeições diárias e também ela vai na brinquedoteca, na sala de leitura, na sala de vídeo e também temos aula de educação física”, explica Telma Valquíria, vice-diretora da escola.
Segundo o texto, a educação básica passa a ser obrigatória dos 4 aos 17 anos de idade e será dividida entre Pré-Escola, Ensino Fundamental e Ensino Médio. A mudança obriga estados e municípios a oferecer escola às crianças mais novas. Mas, segundo o Ministério da Educação, eles têm até 2016 para garantir a oferta de vagas a todas as crianças.
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
05.04.2013
A atualização da lei muda algumas das principais regras para o ensino. A partir de agora, criança de 4 anos na escola não é opção dos pais.
A partir de agora, criança de 4 anos na escola não será mais uma opção dos pais. Está na lei. A atualização da Lei de Diretrizes e Bases da Educação muda algumas das principais regras para o ensino.
Em uma escola pública de Samambaia, cidade a 40 km de Brasília, já é assim: as crianças podem ser matriculadas a partir dos 4 anos.
“A criança, tem cinco refeições diárias e também ela vai na brinquedoteca, na sala de leitura, na sala de vídeo e também temos aula de educação física”, explica Telma Valquíria, vice-diretora da escola.
Segundo o texto, a educação básica passa a ser obrigatória dos 4 aos 17 anos de idade e será dividida entre Pré-Escola, Ensino Fundamental e Ensino Médio. A mudança obriga estados e municípios a oferecer escola às crianças mais novas. Mas, segundo o Ministério da Educação, eles têm até 2016 para garantir a oferta de vagas a todas as crianças.
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
As muitas faces da obsessão
Via Revista Pesquisa FAPESP
RICARDO ZORZETTO | Edição 205 - Março de 2013
Estudos coordenados por brasileiros ajudam a compreender melhor e a tratar de modo mais eficiente o transtorno obsessivo-compulsivo
Durante uma reunião em sua sala no início de janeiro, o psiquiatra Euripedes Constantino Miguel interrompeu por uns segundos a conversa, subiu em uma cadeira e alcançou no alto de uma estante os dois grossos volumes do livro Clínica psiquiátrica, que editou em 2011 com dois outros professores do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). “Aqui está condensada a contribuição de nosso grupo para a compreensão e o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo”, afirmou, enquanto depositava na mesa os dois calhamaços com 2.500 páginas e quase seis quilos de papel. Nas edições mais recentes do Congresso de Clínica Psiquiátrica, médicos e psicólogos que participaram da sessão Como eu trato receberam os exemplares do livro e uma senha para fazer um curso on-line de educação continuada coordenado pela equipe de Miguel. “No primeiro ano houve 1.200 inscritos, no segundo 2 mil e neste esperamos ter 4 mil”, disse. A publicação dessa e de outras duas obras – Medos, dúvidas e manias, relançada em 2012, e Compêndio de clínica psiquiátrica, deste ano – e a oferta do programa de formação continuada foram a maneira que ele e seu grupo encontraram de fazer chegar ao maior número possível de especialistas em saúde mental do país o conhecimento mais recente produzido por pesquisadores brasileiros sobre uma doença complexa, desafiadora e, quase sempre, torturante: o transtorno obsessivo-compulsivo ou, simplesmente, TOC.
Nos últimos cinco anos o grupo liderado por Miguel publicou ao menos 70 artigos científicos apresentando uma série de avanços que ajudam a conhecer melhor as características mais frequentes do transtorno obsessivo-compulsivo e os outros distúrbios psiquiátricos que podem acompanhá-lo ao longo da vida, agravando-o. Com o auxílio de técnicas de neuroimagem, os pesquisadores obtiveram evidências de que as duas formas de tratamento internacionalmente recomendadas para amenizar os sintomas do TOC – a terapia cognitivo-comportamental e o uso de antidepressivos – atuam de maneira distinta no cérebro, em ambos os casos interferindo na atividade do circuito neuronal supostamente envolvido no problema. Eles também demonstraram que uma alternativa extrema, uma cirurgia cerebral que interrompe permanentemente a comunicação entre partes desse circuito neuronal e no Brasil só é feita de modo experimental, ajudou a controlar os sintomas no TOC de alta gravidade, em que nem terapia nem medicação haviam surtido efeito, em metade dos casos.
Veja a matéria completa.
RICARDO ZORZETTO | Edição 205 - Março de 2013
Estudos coordenados por brasileiros ajudam a compreender melhor e a tratar de modo mais eficiente o transtorno obsessivo-compulsivo
Durante uma reunião em sua sala no início de janeiro, o psiquiatra Euripedes Constantino Miguel interrompeu por uns segundos a conversa, subiu em uma cadeira e alcançou no alto de uma estante os dois grossos volumes do livro Clínica psiquiátrica, que editou em 2011 com dois outros professores do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). “Aqui está condensada a contribuição de nosso grupo para a compreensão e o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo”, afirmou, enquanto depositava na mesa os dois calhamaços com 2.500 páginas e quase seis quilos de papel. Nas edições mais recentes do Congresso de Clínica Psiquiátrica, médicos e psicólogos que participaram da sessão Como eu trato receberam os exemplares do livro e uma senha para fazer um curso on-line de educação continuada coordenado pela equipe de Miguel. “No primeiro ano houve 1.200 inscritos, no segundo 2 mil e neste esperamos ter 4 mil”, disse. A publicação dessa e de outras duas obras – Medos, dúvidas e manias, relançada em 2012, e Compêndio de clínica psiquiátrica, deste ano – e a oferta do programa de formação continuada foram a maneira que ele e seu grupo encontraram de fazer chegar ao maior número possível de especialistas em saúde mental do país o conhecimento mais recente produzido por pesquisadores brasileiros sobre uma doença complexa, desafiadora e, quase sempre, torturante: o transtorno obsessivo-compulsivo ou, simplesmente, TOC.
Nos últimos cinco anos o grupo liderado por Miguel publicou ao menos 70 artigos científicos apresentando uma série de avanços que ajudam a conhecer melhor as características mais frequentes do transtorno obsessivo-compulsivo e os outros distúrbios psiquiátricos que podem acompanhá-lo ao longo da vida, agravando-o. Com o auxílio de técnicas de neuroimagem, os pesquisadores obtiveram evidências de que as duas formas de tratamento internacionalmente recomendadas para amenizar os sintomas do TOC – a terapia cognitivo-comportamental e o uso de antidepressivos – atuam de maneira distinta no cérebro, em ambos os casos interferindo na atividade do circuito neuronal supostamente envolvido no problema. Eles também demonstraram que uma alternativa extrema, uma cirurgia cerebral que interrompe permanentemente a comunicação entre partes desse circuito neuronal e no Brasil só é feita de modo experimental, ajudou a controlar os sintomas no TOC de alta gravidade, em que nem terapia nem medicação haviam surtido efeito, em metade dos casos.
Veja a matéria completa.
Doença articular compromete mobilidade de idosos
Via Agência USP de Notícias
Por Júlio Bernardes - jubern@usp.br
03.04.2013
A doença articular é responsável por 30,1% dos casos de comprometimento da funcionalidade de idosos que passaram a apresentar dificuldades de mobilidade e para realizar atividades da vida diária (AVDs). Em pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a fisioterapeuta Francine Leite analisou 336 idosos na cidade de São Paulo e verificou que 47,8% apresentaram problemas de mobilidade. Para reduzir o impacto da doença, o estudo sugere ações de saúde como o diagnóstico precoce e a prática orientada de atividades físicas.
A pesquisa faz parte do estudo “Saúde, Bem-estar e Envelhecimento”, pesquisa da FSP que acompanha periodicamente idosos do município de São Paulo (área urbana e não institucionalizados) desde 2000. “Para essa pesquisa foram selecionadas 336 pessoas acima de 60 anos (que representam um total de 162.913 idosos da cidade) que não apresentaram comprometimento algum, de mobilidade ou para AVDs em 2000 e que foram reentrevistados em 2006”, conta a fisioterapeuta.
Especificamente para o estudo de Francine, foram selecionadas algumas informações sociodemográficas (entre elas sexo, idade, arranjo domiciliar) e de saúde (estado de saúde, condições de saúde autorreferidas, como doença articular, depressão, entre outras doenças crônicas, etc). ”Também foram estudadas as avaliações de mobilidade, como dificuldade em realizar ações, como subir um lance de escada, ajoelhar-se, sentar-se, entre outras, e de AVD´s, verificando dificuldade em realizar algumas tarefas como utilizar transporte público, fazer compras, vestir-se e banhar-se”, acrescenta. Entre 2000 e 2006, 47,8% dos idosos passaram a apresentar alguma dificuldade de mobilidade e 7,3% em desempenhar pelo menos uma das AVDs. “Observou-se que 30,1% da incidência do comprometimento funcional é devido à doença articular”, aponta a fisioterapeuta. “As mulheres apresentam uma maior taxa de incidência de comprometimento de mobilidade (60,4%) quando comparadas aos homens (37,8%), enquanto os homens apresentaram uma taxa de comprometimento das AVD´s (8,5%) maior do que as mulheres (6%)”. CONTINUA!
Por Júlio Bernardes - jubern@usp.br
03.04.2013
A doença articular é responsável por 30,1% dos casos de comprometimento da funcionalidade de idosos que passaram a apresentar dificuldades de mobilidade e para realizar atividades da vida diária (AVDs). Em pesquisa realizada na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, a fisioterapeuta Francine Leite analisou 336 idosos na cidade de São Paulo e verificou que 47,8% apresentaram problemas de mobilidade. Para reduzir o impacto da doença, o estudo sugere ações de saúde como o diagnóstico precoce e a prática orientada de atividades físicas.
A pesquisa faz parte do estudo “Saúde, Bem-estar e Envelhecimento”, pesquisa da FSP que acompanha periodicamente idosos do município de São Paulo (área urbana e não institucionalizados) desde 2000. “Para essa pesquisa foram selecionadas 336 pessoas acima de 60 anos (que representam um total de 162.913 idosos da cidade) que não apresentaram comprometimento algum, de mobilidade ou para AVDs em 2000 e que foram reentrevistados em 2006”, conta a fisioterapeuta.
Especificamente para o estudo de Francine, foram selecionadas algumas informações sociodemográficas (entre elas sexo, idade, arranjo domiciliar) e de saúde (estado de saúde, condições de saúde autorreferidas, como doença articular, depressão, entre outras doenças crônicas, etc). ”Também foram estudadas as avaliações de mobilidade, como dificuldade em realizar ações, como subir um lance de escada, ajoelhar-se, sentar-se, entre outras, e de AVD´s, verificando dificuldade em realizar algumas tarefas como utilizar transporte público, fazer compras, vestir-se e banhar-se”, acrescenta. Entre 2000 e 2006, 47,8% dos idosos passaram a apresentar alguma dificuldade de mobilidade e 7,3% em desempenhar pelo menos uma das AVDs. “Observou-se que 30,1% da incidência do comprometimento funcional é devido à doença articular”, aponta a fisioterapeuta. “As mulheres apresentam uma maior taxa de incidência de comprometimento de mobilidade (60,4%) quando comparadas aos homens (37,8%), enquanto os homens apresentaram uma taxa de comprometimento das AVD´s (8,5%) maior do que as mulheres (6%)”. CONTINUA!
Pesquisadores têm acesso a obras raras da literatura na recém inaugurada Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin
JC e-mail 4698, de 04 de Abril de 2013.
Pesquisadores têm acesso a obras raras da literatura na recém inaugurada Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin
Interessados podem agendar sua visita ao acervo de mais de 60 mil volumes guardados num moderno edifício
Desde terça-feira, 2 de abril, pesquisadores têm acesso a um raro acervo da literatura brasileira. Basta agendar uma visita à recém-inaugurada Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, que guarda importantes obras da literatura brasileira, como o original de Grande Sertão Veredas, a primeira impressão de Vidas Secas e um livro do Padre José de Anchieta sobre a gramática guarani.
O precioso acervo está conservado num moderno edifício na capital paulista.. Com 20 mil metros quadrados e 60 mil volumes, a biblioteca está localizada na Cidade Universitária, zona oeste da cidade, e conta com climatização, auditório, livraria da EDUSP (Editora da Universidade de São Paulo), salas de pesquisa e leitura, laboratórios e anexos. O nome é uma homenagem a Guita e José Midlin, os principais responsáveis pelo grande acervo. Em 2006, o casal doou sua coleção pessoal de 32 mil títulos e 60 mil volumes à USP.
Além do acervo da Brasiliana, o prédio tem um segundo bloco, previsto para ficar pronto em junho ou julho. Este módulo deverá abrigar o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB). O público que visitar o espaço vai poder conferir a exposição com os cem livros e documentos mais valiosos da Biblioteca até o dia 28 de junho. Também poderá conhecer a exposição permanente "Não faço nada sem alegria", sobre a vida do casal Midlin, a formação da biblioteca, a construção do edifício, a conservação do livro, a história da imprensa e o prazer da leitura, contados através de painéis, imagens, textos e vídeos.
O prédio foi inaugurado no dia 23 de março, durante evento com autoridades e convidados. Estavam presentes Marta Suplicy, ministra da Cultura; Sonia Mindlin, filha do casal que dá nome ao espaço; e Rodrigo Mindlin, arquiteto e autor do projeto junto com Eduardo de Almeida. "A gente teve a incumbência de pensar um espaço físico que poderia abrigar as pessoas de maneira humana, aberta, livre, com um acervo de obras raras tão especial como esse, que foi construído ao longo de 80 anos", contou Rodrigo, que também é neto de Guita e José.
(Jornal da Ciência)
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Algo de podre no reino das obras, por Zuenir Ventura
Via blog do Noblat
03.04.2013
Zuenir Ventura, O Globo
Não quero ser alarmista, mas se o Engenhão, com pouco mais de seis anos, teve que ser interditado por causa de ferrugem no arco da cobertura, o que dirá o Elevado do Joá, com seus 40 anos de existência, sujeito à maresia e a uma duvidosa manutenção? A Coppe já deu a resposta. Através de laudo técnico, diagnosticou que “o estado de degradação estrutural pelo avanço da corrosão compromete a segurança do viaduto”.
Tudo bem que foram tomadas providências emergenciais para os reparos parciais. Mas será que isso resolve? Engenheiros acham que não. O professor Miranda Batista, que coordenou o estudo, é taxativo: “A vida útil do Joá acabou. A reforma que a prefeitura promete fazer cobre apenas as áreas onde o problema é visível. Mas 60% delas não podem ser fiscalizados.”
O vice-presidente da Associação Brasileira de Pontes e Estruturas (ABPE,), Ubirajara Ferreira da Silva, também defende a restauração completa do elevado. “O que o prefeito propõe é atuar com base na incerteza”, ele acusa.
Eduardo Paes alega que, como restam de fato incertezas sobre as reais condições de conservação nas partes internas da construção não visíveis por falta de acesso, é mais econômico realizar as obras que, ao longo do tempo, forem apontadas como necessárias. Mais econômico, sim. O trabalho inteiro custaria mais de R$ 100 milhões.
Em compensação, a solução não seria muito mais segura? O relatório dos técnicos não deixa dúvidas quanto à gravidade do desgaste estrutural dos “dentes de apoio das vigas”. Quem já viu um filme parecido com final trágico, como a queda do Elevado Paulo de Frontin, em 1971, não passa hoje pelo Joá despreocupadamente. Como desabafou a jornalista Leda Nagle: “Não posso ficar calada, fingindo que não sei que o viaduto está corroído e ameaçado.”
É evidente o perigo que oferecem nossas obras públicas. O Engenhão, além de tudo, não suporta nem ventos de mais de 60km; o Joá, com estrutura soltando pedaços, é uma situação de risco; prédios do Minha Casa Minha Vida desabando antes de inaugurar; o BRT Transoeste, de apenas nove meses, tendo que refazer o asfalto da pista. Enfim, não dá para não se assustar.
Quaisquer que sejam as causas — defeitos no projeto, falhas na execução, precariedade de material, falta de fiscalização, descuido com a manutenção ou tudo isso, a verdade é que há algo de podre com as nossas edificações oficiais, e a culpa talvez não seja apenas da engenharia.
Zuenir Ventura é jornalista.
03.04.2013
Zuenir Ventura, O Globo
Não quero ser alarmista, mas se o Engenhão, com pouco mais de seis anos, teve que ser interditado por causa de ferrugem no arco da cobertura, o que dirá o Elevado do Joá, com seus 40 anos de existência, sujeito à maresia e a uma duvidosa manutenção? A Coppe já deu a resposta. Através de laudo técnico, diagnosticou que “o estado de degradação estrutural pelo avanço da corrosão compromete a segurança do viaduto”.
Tudo bem que foram tomadas providências emergenciais para os reparos parciais. Mas será que isso resolve? Engenheiros acham que não. O professor Miranda Batista, que coordenou o estudo, é taxativo: “A vida útil do Joá acabou. A reforma que a prefeitura promete fazer cobre apenas as áreas onde o problema é visível. Mas 60% delas não podem ser fiscalizados.”
O vice-presidente da Associação Brasileira de Pontes e Estruturas (ABPE,), Ubirajara Ferreira da Silva, também defende a restauração completa do elevado. “O que o prefeito propõe é atuar com base na incerteza”, ele acusa.
Eduardo Paes alega que, como restam de fato incertezas sobre as reais condições de conservação nas partes internas da construção não visíveis por falta de acesso, é mais econômico realizar as obras que, ao longo do tempo, forem apontadas como necessárias. Mais econômico, sim. O trabalho inteiro custaria mais de R$ 100 milhões.
Em compensação, a solução não seria muito mais segura? O relatório dos técnicos não deixa dúvidas quanto à gravidade do desgaste estrutural dos “dentes de apoio das vigas”. Quem já viu um filme parecido com final trágico, como a queda do Elevado Paulo de Frontin, em 1971, não passa hoje pelo Joá despreocupadamente. Como desabafou a jornalista Leda Nagle: “Não posso ficar calada, fingindo que não sei que o viaduto está corroído e ameaçado.”
É evidente o perigo que oferecem nossas obras públicas. O Engenhão, além de tudo, não suporta nem ventos de mais de 60km; o Joá, com estrutura soltando pedaços, é uma situação de risco; prédios do Minha Casa Minha Vida desabando antes de inaugurar; o BRT Transoeste, de apenas nove meses, tendo que refazer o asfalto da pista. Enfim, não dá para não se assustar.
Quaisquer que sejam as causas — defeitos no projeto, falhas na execução, precariedade de material, falta de fiscalização, descuido com a manutenção ou tudo isso, a verdade é que há algo de podre com as nossas edificações oficiais, e a culpa talvez não seja apenas da engenharia.
Zuenir Ventura é jornalista.
Em protesto contra inflação, cantina elimina tomate do cardápio
Via blog do Noblat
04.04.2013
Roberta Scrivano, O Globo
A cantina Nello’s está reinventando a culinária italiana. O restaurante baniu o essencial tomate de seu cardápio após ver o preço do produto saltar [no atacado] de uma média que varia entre R$ 20 e R$ 35 para R$ 150 — alta equivalente a mais de 300%. Os fregueses estão sendo orientados a trocar o filé a parmegiana pelo filé ao molho de uvas e o macarrão ao sugo pelo espaguete com camarões ou legumes.
O protesto contra a inflação feito pela cantina, que funciona há 39 anos em São Paulo, começou com uma postagem no Facebook, assinada pelo proprietário Augusto Mello. No texto ele afirma: “preferimos ficar sem a mercadoria do que repassar um aumento abusivo aos nossos clientes”. Até o início da noite desta quarta-feira, os comentários de apoio à manifestação já superava 350.
Leia mais em Em protesto contra inflação, cantina italiana elimina tomate do cardápio
Leia também Para Miriam Belchior, inflação não contaminará economia
04.04.2013
Roberta Scrivano, O Globo
A cantina Nello’s está reinventando a culinária italiana. O restaurante baniu o essencial tomate de seu cardápio após ver o preço do produto saltar [no atacado] de uma média que varia entre R$ 20 e R$ 35 para R$ 150 — alta equivalente a mais de 300%. Os fregueses estão sendo orientados a trocar o filé a parmegiana pelo filé ao molho de uvas e o macarrão ao sugo pelo espaguete com camarões ou legumes.
O protesto contra a inflação feito pela cantina, que funciona há 39 anos em São Paulo, começou com uma postagem no Facebook, assinada pelo proprietário Augusto Mello. No texto ele afirma: “preferimos ficar sem a mercadoria do que repassar um aumento abusivo aos nossos clientes”. Até o início da noite desta quarta-feira, os comentários de apoio à manifestação já superava 350.
Leia mais em Em protesto contra inflação, cantina italiana elimina tomate do cardápio
Leia também Para Miriam Belchior, inflação não contaminará economia
Professor da rede estadual de SP falta em média 27 dias por ano
Via blog do Noblat
04.04.2013
Davi Lira, Estadão
Em média, cada um dos 230 mil professores da rede estadual de ensino de São Paulo faltou 21 dias de aulas no ano passado utilizando licença-saúde. Contabilizando os 6 dias extras de faltas abonadas que têm direito, a quantidade de ausências por ano chega a 27 dias. O número representa mais de 10% do total de 200 dias letivos que cada escola é obrigada a cumprir por lei.
Sem a presença do principal condutor do processo pedagógico, os alunos deixam de aprender o conteúdo devido, já que não há um controle total da substituição da aula no dia da ausência nem da reposição em outro momento, tanto pela imprevisibilidade da falta quanto pela deficiência no planejamento dos gestores. É o que afirmam especialistas.
Leia mais em Professor da rede estadual de São Paulo falta, em média, 27 dias por ano
Leia também Baixo valor da hora-aula explica falta, diz sindicato
04.04.2013
Davi Lira, Estadão
Em média, cada um dos 230 mil professores da rede estadual de ensino de São Paulo faltou 21 dias de aulas no ano passado utilizando licença-saúde. Contabilizando os 6 dias extras de faltas abonadas que têm direito, a quantidade de ausências por ano chega a 27 dias. O número representa mais de 10% do total de 200 dias letivos que cada escola é obrigada a cumprir por lei.
Sem a presença do principal condutor do processo pedagógico, os alunos deixam de aprender o conteúdo devido, já que não há um controle total da substituição da aula no dia da ausência nem da reposição em outro momento, tanto pela imprevisibilidade da falta quanto pela deficiência no planejamento dos gestores. É o que afirmam especialistas.
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Registro de suspeitas de dengue aumenta 279% de janeiro a março
Via G1
Por Felipe Néri
03.04.2013
Ministério da Saúde registrou 635,1 mil casos, contra 167,2 mil em 2012.
Ministro atribuiu aumento a descontinuidade com mudança de prefeitos
O número de casos notificados de suspeita de dengue teve aumento 279% entre 1º de janeiro e 23 de março de 2013 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Ministério da Saúde. As notificações recebidas nacionalmente passaram de 167,2 mil para 635,1 mil nas 12 primeiras semanas de cada ano. As secretarias municipais de saúde acompanham se as suspeitas se confirmam ou não - do total de notificações em 2013, 70 mil foram descartadas.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou, durante audiência pública realizada nesta quarta-feira (3) na Câmara dos Deputados, que o aumento dos casos se deve à “descontinuidade das ações de prevenção e controle da dengue durante a mudança de gestão das prefeituras”, segundo a assessoria de imprensa da pasta. CONTINUA!
Por Felipe Néri
03.04.2013
Ministério da Saúde registrou 635,1 mil casos, contra 167,2 mil em 2012.
Ministro atribuiu aumento a descontinuidade com mudança de prefeitos
O número de casos notificados de suspeita de dengue teve aumento 279% entre 1º de janeiro e 23 de março de 2013 na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com dados do Ministério da Saúde. As notificações recebidas nacionalmente passaram de 167,2 mil para 635,1 mil nas 12 primeiras semanas de cada ano. As secretarias municipais de saúde acompanham se as suspeitas se confirmam ou não - do total de notificações em 2013, 70 mil foram descartadas.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou, durante audiência pública realizada nesta quarta-feira (3) na Câmara dos Deputados, que o aumento dos casos se deve à “descontinuidade das ações de prevenção e controle da dengue durante a mudança de gestão das prefeituras”, segundo a assessoria de imprensa da pasta. CONTINUA!
Médicos fazem mobilização e criticam revalidação automática de diplomas estrangeiros
JC e-mail 4697, de 03 de Abril de 2013.,br> Médicos fazem mobilização e criticam revalidação automática de diplomas estrangeiros
O evento foi realizado no Senado, por iniciativa do Conselho Federal de Medicina, da Associação Médica Brasileira e da Federação Nacional dos Médicos
Representantes de entidades médicas participam nesta terça-feira (2) de mobilização em defesa da qualidade da assistência na saúde e de condições para o exercício da medicina no Brasil. O evento, batizado de Concentração dos Médicos, ocorreu no Auditório Petrônio Portela, no Senado, por iniciativa do Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira (AMB) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam).
Presente ao evento, o senador Paulo Davim (PV-RN), que também é médico, explicou que a categoria está mobilizada para discutir questões como a regularização do exercício de médicos com diplomas obtidos no exterior.
A proposta de revalidação automática ou facilitada de diplomas de médicos estrangeiros ou brasileiros formados no exterior, em discussão no governo federal, foi criticada pelo parlamentar.
- Não pode ser assim, pois cada país tem suas particularidades. O que é epidemia aqui pode não se epidemia em outro país. O que é endêmico aqui pode não ser endêmico lá - disse Davim, ao defender sistema de revalidação que permita aferir a qualidade e o saber dos profissionais formados no exterior.
Na avaliação de Paulo Davim, não há falta de médicos no país, mas sim concentração de profissionais nas regiões Sul e Sudeste.
- A Organização Mundial da Saúde preconiza um médico para cada mil habitantes e, no Brasil, temos 1,9 por mil habitantes. Temos 20% dos médicos do continente americano, 4,5% dos médicos do mundo. O que falta no Brasil é uma política de descentralização do profissional, uma política que interiorize o médico - frisou.
O presidente em exercício do CFM, Carlos Vital, concorda que o problema está na má distribuição dos médicos e reafirma a necessidade do processo de revalidação de diplomas.
- A classe médica não tem nada contra a atuação de médicos formados no exterior, mas não podemos aceitar que a revalidação seja automática - disse.
No evento desta terça-feira, os representantes da categoria também devem discutir a criação de uma carreira de Estado para os médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) e a possibilidade de o governo oferecer subsídios para operadoras de planos de saúde, entre outros temas.
(Agência Senado)
Câmara aprova publicação de biografias não autorizadas
JC e-mail 4697, de 03 de Abril de 2013.
Câmara aprova publicação de biografias não autorizadas
Para relator, a proposta aumenta a liberdade de expressão de autores e pesquisadores que têm investido seu tempo no conhecimento da trajetória de pessoas públicas
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, nesta terça-feira (2), em caráter conclusivo, proposta que autoriza a divulgação de imagens e informações biográficas de personagens públicos. Na prática, o Projeto de Lei 393/11, do deputado Newton Lima (PT-SP), permite a execução de filmes ou publicação de livros biográficos, por exemplo, sem a autorização da pessoa biografada ou de sua família.
O texto, que já havia sido aprovado pela então Comissão de Educação e Cultura, seguirá agora para o Senado, exceto se houver recurso para que seja analisado pelo Plenário da Câmara.
Código Civil
A proposta altera o Código Civil (Lei 10.406/02), que hoje só permite esse tipo de divulgação em quatro casos: autorização direta da pessoa exposta; necessidade da administração da Justiça; manutenção da ordem pública; ou consentimento de parente, se a pessoa exposta já tiver morrido.
De acordo com o projeto, as chamadas biografias não autorizadas serão válidas para personalidades públicas vivas ou já mortas. "Com isso, vamos aumentar a liberdade de expressão de autores e pesquisadores que têm investido seu tempo no conhecimento da trajetória de pessoas públicas. Além disso, amplia-se também o exercício do direito à informação pela sociedade brasileira", argumentou o relator da proposta na CCJ, deputado Alessandro Molon (PT-RJ).
Justiça
Molon explicou que, atualmente, juízes costumam determinar o recolhimento das biografias não autorizadas assim que o biografado ou sua família recorrem contra a obra. Segundo ele, mesmo após a aprovação da proposta, as personalidades públicas ainda poderão recorrer ao Judiciário caso se sintam lesadas com a biografia: "Certamente, se houver algum abuso de direito, alguma violação a direito do biografado, esses casos serão levados ao Judiciário, que vai se pronunciar sobre cada um deles".
(Agência Câmara Notícias)
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Glenn Miller
01. MOONLIGHT SERENADE (Miller - Parish)
02. TUXEDO JUNCTION (Jonson -- Dash -- Hawkins -- Feyne)
03. CIRIBIRIBIN (Pestalozza)
04. ANGEL CHORUS (Verdi -- Arr.: Gray)
05. A STRING OF PEARLS (Gray)
06. PENNSYLVANIA 6-5000 (Gray -- Sigman)
07. STARDUST (Carmichael -- Parish)
08. INDIAN SUMMER (Herbert -- Dubin)
09. MOON LOVE (David -- Davis -- Kostelanetz)
10. FOOLS RUSH IN (WHERE ANGELS FEAR TO TREAD) (Mercer -- Bloom)
11. ST. LOUIS BLUES MARCH (Handy)
12. I´VE GOT A GAL IN KALAMAZOO (Ordon -- Warren)
13. LITTLE BROWN JUG (Tradicional)
14. OVER THE RAINBOW (Arlen -- Harburg)
15. SERENADE IN BLUE (Warren -- Gordon)
16. DON´T SIT UNDER THE APPLE TREE (Brown -- Tobias -- Slept)
17. CUCKOO IN THE CLOCK (Mercer -- Donaldson)
18. CHATTANOOGA CHOO CHOO (Warren -- Gordon)
19. IN THE MOOD (Garland -- Razaf)
20. AMERICAN PATROL (Meacham)
Obs.: as informações acima foram retiradas do youtube.
Espero que todas estejam corretas.
E Que vontade de dançar!!!!
Ministério da Saúde divulga cartilha para diagnóstico precoce do autismo
Via Correio Braziliense
02.04.2013
O documento inédito terá orientações para que profissionais de saúde do SUS possam identificar sinais do transtorno e iniciar mais cedo o acompanhamento
Nesta terça-feira (2), Dia Mundial da Conscientização do Autismo, o Ministério da Saúde lançou uma cartilha que pela primeira vez trará uma tabela com indicadores do desenvolvimento infantil e sinais de alerta para que médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) possam fazer uma identificação precoce do autismo em crianças com até três meses.
O ministério também irá disponibilizar aos profissionais de saúde instrumentos sem obrigatoriedade do pagamento de direitos autorais para o rastreamento/triagem de indicadores de desenvolvimento, que ajudam a diagnosticar o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) .
“O tratamento precoce do TEA é muito importante no desenvolvimento da criança que possui autismo. Com isso é mais fácil encaminhá-la para os primeiros atendimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Confira aqui a cartilha
Veja a matéria completa.
02.04.2013
O documento inédito terá orientações para que profissionais de saúde do SUS possam identificar sinais do transtorno e iniciar mais cedo o acompanhamento
Nesta terça-feira (2), Dia Mundial da Conscientização do Autismo, o Ministério da Saúde lançou uma cartilha que pela primeira vez trará uma tabela com indicadores do desenvolvimento infantil e sinais de alerta para que médicos do Sistema Único de Saúde (SUS) possam fazer uma identificação precoce do autismo em crianças com até três meses.
O ministério também irá disponibilizar aos profissionais de saúde instrumentos sem obrigatoriedade do pagamento de direitos autorais para o rastreamento/triagem de indicadores de desenvolvimento, que ajudam a diagnosticar o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) .
“O tratamento precoce do TEA é muito importante no desenvolvimento da criança que possui autismo. Com isso é mais fácil encaminhá-la para os primeiros atendimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde”, destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Confira aqui a cartilha
Veja a matéria completa.
Índia quebra patente de medicamento para tratar câncer
JC e-mail 4696, de 02 de Abril de 2013.
Índia quebra patente de medicamento para tratar câncer
Precedente legal estabelecido pela Suprema Corte da Índia não favorece as patentes existentes de drogas vendidas no país
A Suprema Corte da Índia rejeitou o apelo da Novartis AG pela proteção da patente de seu medicamento de combate ao câncer Glivec, uma manobra que provavelmente vai impulsionar as expectativas de empresas farmacêuticas indianas sobre seus rivais estrangeiros.
A Suprema Corte estabeleceu um precedente legal que parece não favorecer as patentes existentes de drogas vendidas na Índia, uma decisão que não traz bom agouro para companhias estrangeiras com disputas de propriedade intelectual em curso na Índia, entre elas a Pfizer e a Roche, dizem analistas.
Entre os maiores beneficiários da decisão desta segunda-feira estão as indianas Cipla e Natco Pharma, que já vendem versões genéricas do Glivec na Índia a um décimo do custo do remédio com marca.
A decisão mostra que as leis da Índia oferecem "proteção limitada à propriedade intelectual", disse a Novartis em comunicado.
Mas de 16 mil pacientes usam o Glivec na Índia, a grande maioria dos quais recebem o remédio de graça, disse a Novartis. Em contraste, o Glivec genérico é usado por mais de 300 mil pacientes, de acordo com relatórios da indústria.
(Folha de S. Paulo)
Campanha de vacinação contra gripe quer imunizar 31,3 milhões em abril
Via G1
Por Priscilla Mendes
26.03.2013
Ministério da Saúde vai distribuir 42,9 milhões de doses em 65 mil postos. Ação nacional ocorrerá entre os dia 15 e 26 e inclui oito grupos prioritários.
O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (26), em Brasília, que pretende imunizar 31,3 milhões de brasileiros na 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai ocorrer de 15 a 26 de abril em 65 mil postos de saúde do país.
A meta representa cerca de 80% do público-alvo da ação, que é de 39,2 milhões. No ano passado, 26 milhões de pessoas receberam a vacina, o que representou 86,3% do público alvo.
Ao todo, serão distribuídas este ano 42,9 milhões de doses, que protegem contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
O grupo prioritário que será vacinado abrange gestantes, crianças entre 6 meses e 2 anos, idosos a partir de 60 anos, indígenas, presidiários, profissionais da saúde, doentes crônicos ou imunodeprimidos e mulheres até 45 dias após o parto (novo grupo). Com a inclusão dessas pacientes, deve haver um aumento de 30% no número de pessoas consideradas o público-alvo, saltando de 30 milhões para 39,2 milhões.
Veja a matéria completa.
Por Priscilla Mendes
26.03.2013
Ministério da Saúde vai distribuir 42,9 milhões de doses em 65 mil postos. Ação nacional ocorrerá entre os dia 15 e 26 e inclui oito grupos prioritários.
O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (26), em Brasília, que pretende imunizar 31,3 milhões de brasileiros na 15ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, que vai ocorrer de 15 a 26 de abril em 65 mil postos de saúde do país.
A meta representa cerca de 80% do público-alvo da ação, que é de 39,2 milhões. No ano passado, 26 milhões de pessoas receberam a vacina, o que representou 86,3% do público alvo.
Ao todo, serão distribuídas este ano 42,9 milhões de doses, que protegem contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no inverno passado: A (H1N1) – conhecido popularmente como gripe suína –, A (H3N2) e B.
O grupo prioritário que será vacinado abrange gestantes, crianças entre 6 meses e 2 anos, idosos a partir de 60 anos, indígenas, presidiários, profissionais da saúde, doentes crônicos ou imunodeprimidos e mulheres até 45 dias após o parto (novo grupo). Com a inclusão dessas pacientes, deve haver um aumento de 30% no número de pessoas consideradas o público-alvo, saltando de 30 milhões para 39,2 milhões.
Veja a matéria completa.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Arquivos do extinto Deops são disponibilizados na internet
Via Jornal Nacional
01.04.2013
Parte dos arquivos mostra o que os agentes da repressão investigavam durante o período da ditadura militar.
Foram abertas, nesta segunda-feira (1), para consulta, na internet, informações do extinto Departamento de Ordem Política e Social em São Paulo. Parte dos arquivos mostra o que os agentes da repressão investigavam durante o período da ditadura militar. Clique aqui e confira as informações.
O que já foi segredo de estado, agora é divulgado na internet. Um milhão de páginas do arquivo do antigo 'Departamento Estadual de Ordem Política e Social' de São Paulo foram copiadas para o computador.
Veja a matéria completa. Veja o vídeo!
01.04.2013
Parte dos arquivos mostra o que os agentes da repressão investigavam durante o período da ditadura militar.
Foram abertas, nesta segunda-feira (1), para consulta, na internet, informações do extinto Departamento de Ordem Política e Social em São Paulo. Parte dos arquivos mostra o que os agentes da repressão investigavam durante o período da ditadura militar. Clique aqui e confira as informações.
O que já foi segredo de estado, agora é divulgado na internet. Um milhão de páginas do arquivo do antigo 'Departamento Estadual de Ordem Política e Social' de São Paulo foram copiadas para o computador.
Veja a matéria completa. Veja o vídeo!
Caixa impõe a clientes do ‘Minha Casa’ gastos sem relação com o financiamento habitacional
Via blog do Josias de Souza
Por Josias de Souza
01.04.2013
A Caixa Econômica Federal vem submetendo a clientela pobre do ‘Minha Casa, Minha Vida’ a uma ilegalidade. Vincula a concessão de financiamentos habitacionais à aquisição de produtos e serviços bancários. Chamado no mercado de “venda casada”, o procedimento viola o artigo 39 do Código do Consumidor.
Em ação judicial protocolada no Espírito Santo, o Ministério Público Federal informa: a exigência de abertura de conta corrente e compra de produtos bancários –seguros e títulos de capitalização, por exemplo— tornou-se “prática institucionalizada” na Caixa. Ocorre em todo o país. É tão disseminada que já resultou na abertura de 150 “procedimentos administrativos” da Procuradoria para apurar o que se passa. CONTINUA!
Por Josias de Souza
01.04.2013
A Caixa Econômica Federal vem submetendo a clientela pobre do ‘Minha Casa, Minha Vida’ a uma ilegalidade. Vincula a concessão de financiamentos habitacionais à aquisição de produtos e serviços bancários. Chamado no mercado de “venda casada”, o procedimento viola o artigo 39 do Código do Consumidor.
Em ação judicial protocolada no Espírito Santo, o Ministério Público Federal informa: a exigência de abertura de conta corrente e compra de produtos bancários –seguros e títulos de capitalização, por exemplo— tornou-se “prática institucionalizada” na Caixa. Ocorre em todo o país. É tão disseminada que já resultou na abertura de 150 “procedimentos administrativos” da Procuradoria para apurar o que se passa. CONTINUA!
Maranhão: Imóveis destinados a moradores de áreas de risco estão abandonados
Via Jornal Nacional
01.04.2013
As 400 casas populares foram construídas em Imperatriz, com dinheiro do PAC. Custaram R$ 7,2 milhões e ficaram prontas em 2010.
No interior do Maranhão, centenas de casas construídas para beneficiar moradores de áreas de risco estão sem utilização.
As 400 casas populares foram construídas em Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão, com dinheiro do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal.
Custaram R$ 7,2 milhões e ficaram prontas em 2010. Eram para ser entregues novinhas para famílias pobres. Mas já estão ficando velhas e nada. Em muitas, o telhado já está quebrado, as portas velhas e enferrujadas e o mato já tomou conta de tudo. Em algumas, já não dá mais nem para entrar. Movimento mesmo, só de boi e vaca que pastam pela vizinhança.
A impressão é a de que é uma cidade fantasma. Desde que as obras foram concluídas mais de duas mil pessoas deveriam circular por lá todos os dias. Mas está tudo deserto. Até uma escola chegou a ser construída para as crianças de lá. E uma obra que custou mais de R$ 1 milhão, e ficou do mesmo jeito que as casas: abandonada e estragando com o tempo.
A escola virou estábulo para os animais. Um poço artesiano foi providenciado para abastecer as casas. Mais R$ 200 mil investidos. Posto de saúde: R$ 400 mil. Um centro comunitário por R$ 1,5 milhão. Tudo fechado.
Era para a prefeitura de Imperatriz ter retirado e levado para lá as famílias que moram em áreas de risco. O prefeito diz que ainda não entregou as casas porque precisa terminar as obras de infraestrutura ao redor. “Agora vamos fazer uma revisão, pintar as casas, retelhar e aí vamos entregar no mais tardar no mês de maio”, conta o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira.
É o que espera a dona Ioneide, que não consegue ficar sossegada em casa quando chove. “É o nosso sonho, morar em um lugar tranquilo, sem se preocupar com nada. Por enquanto é esperar que nada aconteça. Ter fé em Deus e pedir que nada aconteça”, torce dona Ioneide.
Veja o vídeo.
01.04.2013
As 400 casas populares foram construídas em Imperatriz, com dinheiro do PAC. Custaram R$ 7,2 milhões e ficaram prontas em 2010.
No interior do Maranhão, centenas de casas construídas para beneficiar moradores de áreas de risco estão sem utilização.
As 400 casas populares foram construídas em Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão, com dinheiro do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal.
Custaram R$ 7,2 milhões e ficaram prontas em 2010. Eram para ser entregues novinhas para famílias pobres. Mas já estão ficando velhas e nada. Em muitas, o telhado já está quebrado, as portas velhas e enferrujadas e o mato já tomou conta de tudo. Em algumas, já não dá mais nem para entrar. Movimento mesmo, só de boi e vaca que pastam pela vizinhança.
A impressão é a de que é uma cidade fantasma. Desde que as obras foram concluídas mais de duas mil pessoas deveriam circular por lá todos os dias. Mas está tudo deserto. Até uma escola chegou a ser construída para as crianças de lá. E uma obra que custou mais de R$ 1 milhão, e ficou do mesmo jeito que as casas: abandonada e estragando com o tempo.
A escola virou estábulo para os animais. Um poço artesiano foi providenciado para abastecer as casas. Mais R$ 200 mil investidos. Posto de saúde: R$ 400 mil. Um centro comunitário por R$ 1,5 milhão. Tudo fechado.
Era para a prefeitura de Imperatriz ter retirado e levado para lá as famílias que moram em áreas de risco. O prefeito diz que ainda não entregou as casas porque precisa terminar as obras de infraestrutura ao redor. “Agora vamos fazer uma revisão, pintar as casas, retelhar e aí vamos entregar no mais tardar no mês de maio”, conta o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira.
É o que espera a dona Ioneide, que não consegue ficar sossegada em casa quando chove. “É o nosso sonho, morar em um lugar tranquilo, sem se preocupar com nada. Por enquanto é esperar que nada aconteça. Ter fé em Deus e pedir que nada aconteça”, torce dona Ioneide.
Veja o vídeo.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Ciência sem Fronteiras expõe 'lado feio' do ensino de idiomas no Brasil
JC e-mail 4695, de 01 de Abril de 2013.
Ciência sem Fronteiras expõe 'lado feio' do ensino de idiomas no Brasil
Dados do governo federal apontam que a maioria dos estudantes preferem ir para a Portugal. Falta de domínio no inglês é principal motivo
Dados obtidos nesta semana pelo Terra apontam que de um total de 22.885 bolsistas que estudam no exterior por meio do programa Ciência sem Fronteiras, 2.935 estão em Portugal, o que corresponde a praticamente 13% do total. Representantes de universidades brasileiras e o próprio governo consideram o número extremamente alto, principalmente se levado em conta que o Brasil tem convênio de intercâmbio com 20 nações. Segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do Ministério da Educação, o problema está na falta de domínio de outros idiomas por parte dos estudantes brasileiros.
Para o professor José Carlos Almeida Filho, pesquisador do Departamento de Línguas Estrangeiras da Universidade de Brasília (UnB), o Ciência sem Fronteiras - lançado em dezembro de 2011 com o objetivo de oferecer mais de 100 mil bolsas de estudo em quatro anos - expõe o "lado feio" da educação no Brasil. "Essa ida para o exterior é muito saudável, mas mostrou o lado feio, as pessoas não estavam percebendo o quanto é fraco o ensino de idiomas nas escolas do Brasil". Segundo ele, falta uma política de longo prazo para garantir o aprendizado, principalmente de inglês e espanhol. Investimento na formação de professores, aumento da carga horária de aulas e diversificação do material didático são alguns pontos apontados pelo pesquisador.
O vice-secretário de Relações Internacionais da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Nicolas Maillard, concorda que o ensino de idiomas é o maior entrave para o sucesso do programa federal. Na instituição gaúcha, a que mais envia bolsistas para o exterior pelo Ciência sem Fronteiras, a procura por Portugal reflete a formação dos jovens. Segundo Maillard, no último edital - com inscrições feitas em janeiro - foram 174 candidatos para estudar no país europeu. Em segundo lugar na procura, a Inglaterra teve menos da metade dos interessados - 85 inscritos.
"Sem dúvida essa procura por Portugal é tão desproporcional por causa do idioma", afirma Maillard, pesquisador francês que mora em Porto Alegre há 10 anos. Ele diz que essa preferência prejudica o sucesso do programa, já que as universidades portuguesas não estão preparadas para receber tantos brasileiros. Mas o maior problema, observa, é que um dos princípios do Ciência sem Fronteiras é mandar os estudantes para vários países, para fazer pesquisa em instituições de ponta. "Tem algumas boas universidades em Portugal, mas também queremos mandar nosso alunos para as melhores da Inglaterra, França, Espanha, Alemanha, Estados Unidos", disse, ao citar ainda que o estudo de línguas também faz parte dos intercâmbios, o que fica limitado se a grande maioria vai para um país onde se fala o mesmo idioma do Brasil.
Para participar de intercâmbios em países que falam inglês, espanhol, francês, entre outros idiomas, o estudante precisa demonstrar domínio da língua, por meio de testes de proficiência. No novo edital do Ciência sem Fronteiras, o governo decidiu baixar o nível de conhecimento necessário para passar no teste já que a maioria dos candidatos - cerca de 9 mil - havia demonstrado preferência por Portugal. O Toefl, por exemplo, um dos exames aplicados para se avaliar o nível dos alunos, teve a exigência de 72 pontos diminuída para 42. Além disso, ficou decidido que os estudantes vão receber um curso presencial quando chegarem ao país para melhorar o conhecimento da língua.
Para a coordenadora do programa na Universidade de Brasília (UnB), Marta Lins, essas medidas são paliativas e não resolvem o problema da falta de domínio de outros idiomas. "Precisamos pensar na frente para que não haja mais essa saída de baixar a nota para que os estudantes consigam ir para outros países". Segundo Marta Lins, na UnB cerca de 50% dos estudantes que participam do Ciência sem Fronteiras foram para Portugal. "É um número absurdo", comenta.
Segundo o professor da UFRGS, do ponto de vista acadêmio é muito preocupante que os estudantes viagem para outros países sem domínio do idioma. "É complicado para o aluno mudar de país, é muita diferença de cultura, e ainda por cima ter apenas um semestre aprender o idioma", justifica.
Governo tenta solucionar carências com cursos online
Para tentar minimizar os problemas da falta de proficiência em idiomas estrangeiros, o governo federal lançou, neste ano, um curso online de inglês para que os candidatos a bolsas do Ciência sem Fronteiras sintam-se em condições de estudar em outros países. Foram disponibilizadas mais de 2 milhões de senhas para alunos de instituições públicas e privadas que tenham feito ao menos 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Segundo a Capes, em um mês, cerca de 90 mil estudantes já começaram o curso.
A ideia do Ministério da Educação (MEC) é ampliar, posteriormente, a oferta de cursos online de inglês para alunos do ensino médio e ensino fundamental. A aplicação dos testes de proficiência, também apontados por especialistas como um problema já que a demanda é maior do que a oferta, deve ser ampliada. A empresa Mastertes ficará responsável por fazer mais de 500 mil exames Toefl para verificar o nível de inglês dos alunos das universidades brasileiras.
De acordo com José Carlos Almeida Filho, a iniciativa do governo brasileiro de propor cursos online é positiva, mas pontual. "É uma solução paliativa, que não resolve o problema do ensino de idiomas nas escolas. Precisa-se pensar a longo prazo, no que queremos para os próximos 20 anos, e investir na escola, na base". Ampliar o número de aulas seria um bom começo, sinaliza, já que a carga horária do ensino médio hoje comporta apenas duas aulas de inglês por semana. "Isso não é nada, principalmente com professores acostumados a ensinar em português apenas alguns temas sobre a língua estrangeira", completa o pesquisador da UnB.
(Angela Chagas / Portal Terra)
Comentário básico:
The book is not on the table.
Adelidia Chiarelli
O parto normal em extinção no Brasil
Via Veja
Por Pâmela Oliveira e Cecília Ritto
31.03.2013
Ministério da Saúde prepara ação para reduzir em 10% os partos cirúrgicos e alerta: há uma epidemia de cesarianas antecipadas sem necessidade no país
Desde fins do século XIX, quando a medicina conseguiu finalmente difundir as técnicas de anestesia e os procedimentos para evitar infecções, realizar os partos por meio de um procedimento cirúrgico é uma opção ao alcance das mulheres em grande parte do planeta. Descoberta quase por acidente, quando em 1500 um castrador de porcos suíço conseguiu autorização para abrir a barriga da mulher, que reclamava de fortes dores, as cesarianas progressivamente tornaram os partos mais seguros e menos sofridos, principalmente quando há risco para gestantes e bebês. No ranking da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil aparece em segunda colocação entre os países com mais cesarianas em relação ao total de nascimentos. De 2000 a 2010, dos novos brasileiros que vieram ao mundo, 43,8% foram partos por cesariana, deixando o país atrás apenas do Chipre, que teve 50,9%. CONTINUA!
***
Se você ainda não leu, leia:
Na hora de fazer não gritou - #ViolênciaContraMulher
Por Pâmela Oliveira e Cecília Ritto
31.03.2013
Ministério da Saúde prepara ação para reduzir em 10% os partos cirúrgicos e alerta: há uma epidemia de cesarianas antecipadas sem necessidade no país
Desde fins do século XIX, quando a medicina conseguiu finalmente difundir as técnicas de anestesia e os procedimentos para evitar infecções, realizar os partos por meio de um procedimento cirúrgico é uma opção ao alcance das mulheres em grande parte do planeta. Descoberta quase por acidente, quando em 1500 um castrador de porcos suíço conseguiu autorização para abrir a barriga da mulher, que reclamava de fortes dores, as cesarianas progressivamente tornaram os partos mais seguros e menos sofridos, principalmente quando há risco para gestantes e bebês. No ranking da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil aparece em segunda colocação entre os países com mais cesarianas em relação ao total de nascimentos. De 2000 a 2010, dos novos brasileiros que vieram ao mundo, 43,8% foram partos por cesariana, deixando o país atrás apenas do Chipre, que teve 50,9%. CONTINUA!
***
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Na hora de fazer não gritou - #ViolênciaContraMulher
Vítimas de contaminação por chumbo na Bahia pedem punição de empresários
Via Agência Camara de Notícias/EcoDebate
27.03.2013
Associações de moradores e vítimas de contaminação por metais pesados de Santo Amaro da Purificação (BA) querem que o governo federal tome providências para responsabilizar os sócios da empresa Companhia Brasileira de Chumbo pelos danos à saúde dos trabalhadores e habitantes da cidade.
A reivindicação foi apresentada durante audiência pública realizada nesta quarta-feira (27) pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que discutiu o problema com autoridades e vítimas da contaminação.
Durante 30 anos, a Companhia Brasileira de Chumbo foi uma das maiores produtoras do metal no mundo. A empresa fechou as portas nos anos 90, mas a falta de cuidado ao descartar os rejeitos da produção contaminou a terra e envenenou o rio Subaé, que corta a cidade. Há relatos de mortes de animais e doenças graves de ex-trabalhadores, de seus familiares e de moradores da cidade.
De acordo com o procurador de Santo Amaro, Leandro de Almeida Vargas, o governo federal já tomou algumas providências, como instalar no município um centro de referência para tratamento das pessoas.
O procurador afirmou, no entanto, que é preciso reparação. Segundo ele, a empresa agiu de forma irresponsável enquanto atuou na cidade e continua a atuar no País, hoje sob outra denominação.
"A escória foi jogada de qualquer jeito. Foi jogada nos rios, nos ares. Os filtros das fábricas foram disponibilizados para as crianças brincarem, fazerem de travesseiro em casa. Então, não são os ex-trabalhadores, a população como um todo precisa [de reparação], porque a grande maioria está contaminada", disse Vargas.
Danos à população
Para o presidente da Associação das Vítimas de Contaminação, Adailson Pereira Moura, dinheiro algum vai poder reparar o que a população tem passado. Ele relatou a dor permanente dos contaminados, a impotência, além das crianças que já nascem gravemente comprometidas pela contaminação de suas mães, como aconteceu com sua neta.
CONTINUA!
27.03.2013
Associações de moradores e vítimas de contaminação por metais pesados de Santo Amaro da Purificação (BA) querem que o governo federal tome providências para responsabilizar os sócios da empresa Companhia Brasileira de Chumbo pelos danos à saúde dos trabalhadores e habitantes da cidade.
A reivindicação foi apresentada durante audiência pública realizada nesta quarta-feira (27) pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que discutiu o problema com autoridades e vítimas da contaminação.
Durante 30 anos, a Companhia Brasileira de Chumbo foi uma das maiores produtoras do metal no mundo. A empresa fechou as portas nos anos 90, mas a falta de cuidado ao descartar os rejeitos da produção contaminou a terra e envenenou o rio Subaé, que corta a cidade. Há relatos de mortes de animais e doenças graves de ex-trabalhadores, de seus familiares e de moradores da cidade.
De acordo com o procurador de Santo Amaro, Leandro de Almeida Vargas, o governo federal já tomou algumas providências, como instalar no município um centro de referência para tratamento das pessoas.
O procurador afirmou, no entanto, que é preciso reparação. Segundo ele, a empresa agiu de forma irresponsável enquanto atuou na cidade e continua a atuar no País, hoje sob outra denominação.
"A escória foi jogada de qualquer jeito. Foi jogada nos rios, nos ares. Os filtros das fábricas foram disponibilizados para as crianças brincarem, fazerem de travesseiro em casa. Então, não são os ex-trabalhadores, a população como um todo precisa [de reparação], porque a grande maioria está contaminada", disse Vargas.
Danos à população
Para o presidente da Associação das Vítimas de Contaminação, Adailson Pereira Moura, dinheiro algum vai poder reparar o que a população tem passado. Ele relatou a dor permanente dos contaminados, a impotência, além das crianças que já nascem gravemente comprometidas pela contaminação de suas mães, como aconteceu com sua neta.
CONTINUA!
Ferramenta auxilia a identificar revistas para publicação de artigos
Via Agência FAPESP
Por Elton Alisson
01.04.2013
Agência FAPESP – A escolha de um periódico para publicar um trabalho representa a maior dificuldade enfrentada hoje por pesquisadores da China – país que registra uma das maiores taxas de crescimento de produção científica no mundo – durante o processo de preparação de artigos científicos.
A constatação é de uma pesquisa realizada com 333 cientistas chineses que publicam regularmente pela Edanz Group – consultoria que auxilia pesquisadores de países não falantes de língua inglesa a obter a aceitação de publicação de seus textos em revistas internacionais.
Ao serem questionados sobre qual o principal obstáculo que identificam durante a redação de um artigo científico para publicação, 118 pesquisadores chineses responderam que era escolher uma revista científica.
Outros 70 participantes da pesquisa afirmaram ter dificuldade de expressar claramente suas ideias em inglês – a língua “oficial” da ciência. Já 73 pesquisadores chineses indicaram ter problemas para compreender a orientação do periódico para os autores. E 63 disseram ter dificuldade para formatar seus artigos de acordo com as diretrizes para os autores.
“Identificar um periódico para publicar seus artigos ainda representa um problema para pesquisadores não só da China, mas também de outros países”, disse Daniel McGowan, diretor científico da Edanz Group.
McGowan participou, no dia 21 de março, do workshop “How to Write for and Get Published in Scientific Journals – Conselhos práticos de como publicar exitosamente seguindo normas internacionais na área de comunicação científica”, realizado pela FAPESP e pela Springer Brasil.
A fim de facilitar esse processo de identificação de periódicos, a empresa lançou uma ferramenta gratuita, disponível na internet, que identifica boas opções de revistas para publicação de artigos científicos específicos.
Veja a matéria completa.
Por Elton Alisson
01.04.2013
Agência FAPESP – A escolha de um periódico para publicar um trabalho representa a maior dificuldade enfrentada hoje por pesquisadores da China – país que registra uma das maiores taxas de crescimento de produção científica no mundo – durante o processo de preparação de artigos científicos.
A constatação é de uma pesquisa realizada com 333 cientistas chineses que publicam regularmente pela Edanz Group – consultoria que auxilia pesquisadores de países não falantes de língua inglesa a obter a aceitação de publicação de seus textos em revistas internacionais.
Ao serem questionados sobre qual o principal obstáculo que identificam durante a redação de um artigo científico para publicação, 118 pesquisadores chineses responderam que era escolher uma revista científica.
Outros 70 participantes da pesquisa afirmaram ter dificuldade de expressar claramente suas ideias em inglês – a língua “oficial” da ciência. Já 73 pesquisadores chineses indicaram ter problemas para compreender a orientação do periódico para os autores. E 63 disseram ter dificuldade para formatar seus artigos de acordo com as diretrizes para os autores.
“Identificar um periódico para publicar seus artigos ainda representa um problema para pesquisadores não só da China, mas também de outros países”, disse Daniel McGowan, diretor científico da Edanz Group.
McGowan participou, no dia 21 de março, do workshop “How to Write for and Get Published in Scientific Journals – Conselhos práticos de como publicar exitosamente seguindo normas internacionais na área de comunicação científica”, realizado pela FAPESP e pela Springer Brasil.
A fim de facilitar esse processo de identificação de periódicos, a empresa lançou uma ferramenta gratuita, disponível na internet, que identifica boas opções de revistas para publicação de artigos científicos específicos.
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