19.04.2026
segunda-feira, 20 de abril de 2026
Fantástico mostra como agem os funcionários do Metrô em casos de superlotação
Fantástico
19.04.2026
19.04.2026
Dois comentários:
1 - É assustador!!!! É muita gente!!! O povo não merece tamanho descaso. Andar de metrô em São Paulo é correr risco de vida.
2 - Aí, a técnica de enfermagem Antônia Kátia trabalha 12 horas seguidas num hospital, onde não se sente bem, chora e se queixa de tontura. Sai do trabalho cansada e, nas depedências do metrô, tem uma parada cardíaca. Por que ela não procurou ajuda no hospital onde trabalha? Por quê? Por que será? Adoraria saber o real motivo pelo qual Antônia Kátia não pediu ajuda no hospital. Estamos todos à deriva!
Adelidia Chiarelli
Secas mais longas e mudanças nas chuvas já ocorrem na Amazônia, apontam pesquisas
Agência FAPESP
Luciana Constantino
Luciana Constantino
16.04.2026
Liderados por cientistas do Inpe, estudos recém-publicados indicam prolongamento de quatro para até seis meses da estação seca, com aumento de déficit hídrico em mais de 150 milímetros; trabalhos são alerta para 2026 e 2027, quando há previsão de “super El Niño”
Cientistas usam ultrassom para estourar vírus da influenza A e da COVID-19 sem danificar células humanas
Agência FAPESP
Maria Fernanda Ziegler
Maria Fernanda Ziegler
17.04.2026
Uso de ondas de alta frequência abre caminho para novo tratamento contra outras infecções virais, como dengue, zika e chikungunya
domingo, 19 de abril de 2026
Encontros E Despedidas (Milton Nascimento e Fernando Brant)
Simone e Milton Nascimento (Rio de Janeiro - 2005)
Agressores transformam redes sociais em ‘armadilhas’ para mulheres
Jornal da UNICAMP
Fabio Gallacci
10.04.2026
Fabio Gallacci
10.04.2026
Perfis falsos atraem a atenção, geram uma confiança ilusória e, ao final, surge a armadilha que abre caminho para todo tipo de ameaça, agressão e abuso. As redes sociais são um território livre para predadores sexuais atacarem mulheres e meninas. “Democrática”, a violência não escolhe idade, lugar ou condição econômica, apesar de as vítimas pretas e pobres serem os registros mais comuns nas estatísticas. O impacto é tão devastador que alguns profissionais de saúde afirmam que é comum pacientes apresentarem traumas aliados a hipervigilância, ansiedade e amargos flashbacks – um quadro que se encaixa na descrição do transtorno de estresse pós-traumático, semelhante àquele vivenciado por veteranos de guerra.
19 de Abril, Dia dos Povos Indígenas: entre a invisibilidade e o risco, a aids expõe desigualdades e falhas no atendimento aos povos indígenas
Agência AIDS
18.04.2026
18.04.2026
Quatro décadas após o início da epidemia de HIV/aids no Brasil, os avanços no enfrentamento da doença são inegáveis. A redução dos casos de aids e da mortalidade associada coloca o país como referência internacional. Mas esses resultados não chegam a todos da mesma forma. Entre os povos indígenas, a epidemia segue atravessada por desigualdades estruturais, baixa visibilidade e dificuldades persistentes no acesso à saúde.
JC-Notícias/SBPC
JC-Notícias/SBPC
TV Cultura - Ao Vivo Jornalismo TV Cultura #Pulsa Xingu!!! Jornal Hoje Fantástico AstroAventura Sobre o Pantanal Zé Celso Vive!!! Jornal Nacional Gazeta Zero Hora Estadão UOL Folha SP G1 GloboNews Café Filosófico Instituto Socioambiental (ISA) Rita Lee Vive!!! Silvia Chiarelli Vive! Cacalo Campos Vive!!! Fases doença de Alzheimer O que ñ falar pessoa com Alzheimer Alzheimer, quero ir para casa Drauzio Varella entrevista Isabel Teixeira Norma Jean Adultização Dossiê Feminicídeo Dossiê Violência Sexual Rita Leenda!!! Exercícios osteoporose Exercícios A. Reumatoide Mãos Exercícios Espondilite Anquilosante Túnel do Carpo Exercícios equilíbrio e força para idosos Fraqueza muscular em idosos Reverter fraqueza muscular depois dos 60 anos Creatina - Pessoas com mais de 60 anos Alzheimer - Idosos ASTOR PIAZZOLLA GERRY MULLIGAN Rádio UNESP Rádio USP Rádio Cultura FM Rádio Cultura Brasil Search for Life Própolis Verde - Alecrim-do-campo Diferenças: Cansaço e Fraqueza Muscular Hélio Lourenço: Símbolo da Liberdade Acadêmica Hélio Lourenço - Vida e Legado ESPECIAL USP 90 ANOS O Botânico Ricardo Cardim Dom Phillips e Bruno Pereira vivem!!! Niède Guidon Vive!!! Um pão recheado de histórias - Lucia Maria Paleari Peres Prado pot-pourri Uma Guardiã do Cerrado Gota Sat Som - Templo do som e do silêncio
sábado, 18 de abril de 2026
A Deputada Federal Tabata Amaral fala sobre taxação das Bets no Brasil
TV Brasil
Entrevistador: Leandro Demori
28.10.2025
Entrevistador: Leandro Demori
28.10.2025
Vício em apostas online atinge milhões no Brasil e já é considerado problema de saúde pública
g1
Kilvia Muniz, g1 CE
17.12.2025
Kilvia Muniz, g1 CE
17.12.2025
Número de apostadores com comportamento de risco cresce e preocupa especialistas. Perdas financeiras e impactos emocionais afetam famílias e sociedade.
“Eu vendi tudo. Vendi tudo, assim, da noite pro dia, pra poder colocar esse dinheiro, investir na aposta. Então, em uma semana eu aportei ali, sei lá, coisa de 200 mil, na outra semana eu tava indo trabalhar de bicicleta”, relata um engenheiro de 29 anos de Fortaleza, que prefere não se identificar. Ele luta contra o vício em apostas online e estima ter perdido mais de um milhão de reais em quatro anos. “Quando tu começa a jogar, tu esquece tua família, tu esquece tua esposa, tu esquece o teu marido, tu esquece do filho, tu esquece tudo, se isola.”
Defender o SUS é exigir reforma – O Globo
Agência AIDS
17.04.2026
17.04.2026
Sistema de saúde que é exemplo no mundo também tem deficiências que precisam ser resolvidas
Defender o SUS não é repetir um slogan. Não é fazer reverência automática a uma bandeira. É levar a sério uma decisão civilizatória inscrita na Constituição de 1988: a saúde é direito de todos e dever do Estado. O artigo 196 não fala em favor, caridade ou privilégio. Fala em direito fundamental. E, por isso, defender o SUS não pode significar apenas preservá-lo no discurso. É exigir que funcione melhor.
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