quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Assédio massivo contra mulheres causa indignação na Alemanha

El País
Luis Doncel
05.01.2016

Na véspera de Ano Novo, cerca de mil homens na cidade de Colônia cometeram “crimes de uma dimensão desconhecida”, segundo a polícia

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Especialistas apontam única estratégia nacional de combate ao Aedes aegypti

JC-Notícias/SBPC
05.04.2016

Eles pedem a aprovação de leis que permitam acesso irrestrito da vigilância sanitária aos focos de infestação

Mais de um século depois de o sanitarista Oswaldo Cruz criar um plano de combate ao mosquito Aedes aegypti e erradicar a febre amarela no Rio de Janeiro, o governo federal chega a 2016 enfrentando um problema de saúde pública ainda imensurável causado pelo mesmo transmissor da doença que assolava o Brasil no início da década de 1900. O aumento do número de casos de microcefalia — relacionada ao vírus zika e que gera má formação da cabeça e do cérebro do feto durante a gestação da mulher infectada — cresce a cada semana e tende a disparar a partir de janeiro, quando chuvas de verão e armazenamento de água parada facilitam a proliferação do inseto transmissor também da dengue e da febre chikungunya.

Leia na íntegra: Correio Braziliense

Un algoritmo arroja luz sobre la complejidad del pensamiento humano

Tendências 21
Yaiza Martínez
05.01.2016

Revela que el funcionamiento neuronal durante procesos cognitivos se desarrolla a múltiples niveles en el cérebro

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Genes nacidos por accidente que contribuyen a la evolución

Tendencias 21
EurekAlert!/T21
04.01.2016

Un estudio realizado en España explica cómo se produce nuevo ADN a partir de piezas no activas del genoma

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La dieta del ratón afecta al ARN de su esperma

Tendencias 21
EurekAlert!/T21
04.01.2016

Puede provocar intolerancia a la glucosa en la descendencia y reducir la plasticidad de las células madre embrionárias

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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

1500, o ano que não terminou - Eliane Brum

El País
Eliane Brum
04.01.2016

Quem chorou por Vitor, o bebê indígena assassinado com uma lâmina enfiada no pescoço?

Um menino de dois anos foi assassinado. Um homem afagou seu rosto. E enfiou uma lâmina no seu pescoço. O bebê era um índio do povo Kaingang. Seu nome era Vitor Pinto. Sua família, como outras da aldeia onde ele vivia, havia chegado à cidade para vender artesanato pouco antes do Natal. Ficariam até o Carnaval. Abrigavam-se na estação rodoviária de Imbituba, no litoral de Santa Catarina. Era lá que sua mãe o alimentava quando um homem perfurou sua garganta. Era meio-dia de 30 de dezembro. O ano de 2015 estava bem perto do fim.

E o Brasil não parou para chorar o assassinato de uma criança de dois anos. Os sinos não dobraram por Vitor.

Sua morte sequer virou destaque na imprensa nacional. Se fosse meu filho, ou de qualquer mulher branca de classe média, assassinado nessas circunstâncias, haveria manchetes, haveria especialistas analisando a violência, haveria choro e haveria solidariedade. E talvez houvesse até velas e flores no chão da estação rodoviária, como existiu para as vítimas de terrorismo em Paris. Mas Vitor era um índio. Um bebê, mas indígena. Pequeno, mas indígena. Vítima, mas indígena. Assassinado, mas indígena. Perfurado, mas indígena. Esse “mas” é o assassino oculto. Esse “mas” é serial killer.

Continua.

Epitáfio da Pátria Educadora

JC-Notícias/SBPC
04.01.2016

Estadão crítica o programa em editorial

Não fossem suas consequências trágicas, negando às novas gerações a formação de que necessitam para emancipar-se intelectual e profissionalmente, a Base Nacional Comum Curricular (BNC) seria mais uma contribuição do governo Dilma Rousseff e do lulopetismo para o anedotário nacional.

Veja o texto na íntegra: O Estado de S. Paulo

O Estado de S. Paulo não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.

Blecaute na ciência brasileira

JC-Notícias/SBPC
04.01.2016

Folha publica artigo assinado por Rogério Cezar de Cerqueira Leite

Desde tempos imemoriais a luz foi o principal instrumento que permitiu ao homem perscrutar a natureza e dominá-la em certa medida. O homem pode usar o tato, o olfato, a audição como instrumentos importantes para sua sobrevivência, mas sem a visão não seria capaz de subsistir.

Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo

O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.

Quando uma matriarca elefante morre, uma das filhas herda o seu estatuto social

Público - Portugal
Ana Gerschenfeld
29.12.2015

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Libros y rompecabezas fomentan la interacción más que los juguetes electrónicos

SINC
29.12.2015

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segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

Vítor, um menino Kaingang de apenas dois anos, é assassinado enquanto era amamentado pela mãe

Conselho Indigenista Missionário  (CIMI)
31.12.2015

O Conselho Indigenista Missionário, Regional Sul, vem a público manifestar sua indignação com o cruel assassinato de Vítor Pinto, criança Kaingang de dois anos de idade. O crime ocorreu na rodoviária de Imbituba, município de Santa Catarina.
Vitor estava sendo amamentado pela mãe, Sônia da Silva, quando um homem se aproximou, acariciou seu rosto e, com um estilete, o degolou. Enquanto a mãe e o pai – Arcelino Pinto – desesperados tentavam socorrer a criança, o assassino seguiu caminhando pela rodoviária até desaparecer.

Vítimas da tragédia de Mariana têm futuro incerto e ainda preso à lama

Estado de Minas
Daniel Camargos
03.01.2016

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Associação entre zika e microcefalia muda rotina de gestantes

Zero Hora
Itamar Melo
04.01.2015

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Dengue no Litoral do PR preocupa gestantes

Gazeta do Povo
Laura Beal Bordin
03.01.2015

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UFPR desenvolve super produtos contra Aedes aegypti

Gazeta do Povo

03.01.2016

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domingo, 3 de janeiro de 2016

Os náufragos que fogem do terror - Juan Arias

El País
Juan Arias
01.01.2016

Todo emigrante é um Ulisses sem barco e sem retorno, triste metáfora do Mediterrâneo

Uma das maiores tragédias de 2015 foi a desse milhão de pessoas: mulheres, crianças, idosos e até doentes que fugiram do horror das guerras para a Europa rica e pacífica. São os novos grandes excluídos da história moderna. Esquecê-los seria um crime que golpearia a todos.

Continua.

Novo acordo ortográfico é obrigatório a partir de hoje no Brasil

Agência Brasil
Luana Lourenço
01.01.2016

As regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa são obrigatórias no Brasil a partir de hoje (1º). Em uso desde 2009, mudanças como o fim do trema e novas regras para o uso do hífen e de acentos diferenciais agora são oficiais com a entrada em vigor do acordo, adiada por três anos pelo governo brasileiro.

Assinado em 1990 com outros Estados-Membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para padronizar as regras ortográficas, o acordo foi ratificado pelo Brasil em 2008 e implementado sem obrigatoriedade em 2009. A previsão inicial era que as regras fossem cobradas oficialmente a partir de 1° de janeiro de 2013, mas, após polêmicas e críticas da sociedade, o governo adiou a entrada em vigor para 1° de janeiro de 2016.

O Brasil é o terceiro dos oito países que assinaram o tratado a tornar obrigatórias as mudanças, que já estão em vigor em Portugal e Cabo Verde. Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste ainda não aplicam oficialmente as novas regras ortográficas.

Com a padronização da língua, a CPLP pretende facilitar o intercâmbio cultural e científico entre os países e ampliar a divulgação do idioma e da literatura em língua portuguesa, já que os livros passam a ser publicados sob as novas regras, sem diferenças de vocabulários entre os países. De acordo com o Ministério da Educação, o acordo alterou 0,8% dos vocábulos da língua portuguesa no Brasil e 1,3% em Portugal.

Alfabeto, trema e acentos

Entre as principais mudanças, está a ampliação do alfabeto oficial para 26 letras, com o acréscimo do k, w e y. As letras já são usadas em várias palavras do idioma, como nomes indígenas e abreviações de medidas, mas estavam fora do vocábulo oficial.

O trema – dois pontos sobre a vogal u – foi eliminado, e pode ser usado apenas em nomes próprios. No entanto, a mudança vale apenas para a escrita, e palavras como linguiça, cinquenta e tranquilo continuam com a mesma pronúncia.

Os acentos diferenciais também deixaram de existir, de acordo com as novas regras, eliminando a diferença gráfica entre pára (do verbo parar) e para (preposição), por exemplo. Há exceções como as palavras pôr (verbo) e por (preposição) e pode (presente do indicativo do verbo poder) e pôde (pretérito do indicativo do verbo poder), que tiveram os acentos diferenciais mantidos.

O acento circunflexo foi retirado de palavras terminadas em “êem”, como nas formas verbais leem, creem, veem e em substantivos como enjoo e voo.

Já o acento agudo foi eliminado nos ditongos abertos “ei” e “oi” (antes "éi" e "ói”), dando nova grafia a palavras como colmeia e  jiboia.

O hífen deixou de ser usado em dois casos: quando a segunda parte da palavra começar com s ou r (contra-regra passou a ser contrarregra), com exceção de quando o prefixo terminar em r (super-resistente), e quando a primeira parte da palavra termina com vogal e a segunda parte começa com vogal (auto-estrada passou a ser autoestrada).

A grafia correta das palavras conforme as regras do acordo podem ser consultadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), disponível no site da Academia Brasileira de Letras (ABL) e por meio de aplicativo para smartphones e tablets, que pode ser baixado em dispositivos Android, pelo Google Play, e em dispositivos da Apple, pela App Store.

Edição: Juliana Andrade


Estatuto da Pessoa com Deficiência entra em vigor com garantia de mais direitos

Agência Brasil
Paulo Victor Chagas
02.01.2016

Entra em vigor neste sábado (2) o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que traz regras e orientações para a promoção dos direitos e liberdades dos deficientes com o objetivo de garantir a essas pessoas inclusão social e cidadania. A nova legislação, chamada de Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, garante condições de acesso a educação e saúde e estabelece punições para atitudes discriminatórias contra essa parcela da população.

Hoje no Brasil existem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. A lei foi sancionada pelo governo federal em julho e passa a valer somente agora, 180 dias após sua publicação no Diário Oficial da União.

Menos abusos

Um dos avanços trazidos pela lei foi a proibição da cobrança de valores adicionais em matrículas e mensalidades de instituições de ensino privadas. O fim da chamada taxa extra, cobrada apenas de alunos com deficiência, era uma demanda de entidades que lutam pelos direitos das pessoas com deficiência.

Quem impedir ou dificultar o ingresso da pessoa com deficiência em planos privados de saúde está sujeito a pena de dois a cinco anos de detenção, além de multa. A mesma punição se aplica a quem negar emprego, recusar assistência médico-hospitalar ou outros direitos a alguém, em razão de sua deficiência.

Veto

Um trecho que foi vetado pela presidenta Dilma Rousseff na época de sua sanção, porém, gerou críticas. O projeto de lei aprovado pelos parlamentares obrigava empresas com menos de 100 funcionários a contratarem pelo menos uma pessoa com deficiência. Atualmente, a obrigação vale apenas para as empresas com 100 trabalhadores ou mais. O veto foi considerado pela deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), relatora da proposta na Câmara, uma “perda irreparável”.

Cotas

De acordo com o estatuto, as empresas de exploração de serviço de táxi deverão reservar 10% das vagas para condutores com deficiência. Legislações anteriores já previam a reserva de 2% das vagas dos estacionamentos públicos para pessoas com deficiência, mas a nova lei garante que haja no mínimo uma vaga em estacionamentos menores. Os locais devem estar devidamente sinalizados e os veículos deverão conter a credencial de beneficiário fornecida pelos órgãos de trânsito.

A legislação exige também que 10% dos dormitórios de hotéis e pousadas sejam acessíveis e que, ao menos uma unidade acessível, seja garantida.

Mais direitos

Outra novidade da lei é a possibilidade de o trabalhador com deficiência recorrer ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço quando receber prescrição de órtese ou prótese para promover sua acessibilidade.

Ao poder público cabe assegurar sistema educacional inclusivo, ofertar recursos de acessibilidade e garantir pleno acesso ao currículo em condições de igualdade, de acordo com a lei. Para escolas inclusivas, o Estado deve oferecer educação bilíngue, em Libras como primeira língua e português como segunda.

Edição: Denise Griesinger


Tsunami de lama tóxica, o maior desastre ambiental do Brasil

El País
Heriberto Araújo
31.12.2015

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sábado, 2 de janeiro de 2016

Lo más leído de Sinc en 2015 - El ‘top ten’ de los lectores

SINC
31.12.2015

Aqui!

Por que o Brasil é campeão mundial em assassinatos de ambientalistas

NEXO
Ana Freitas
11.12.2015

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El mundo es una proyección cerebral

Tendencias 21
Francisco J. Rubia
30.01.2015

Los órganos de los sentidos son completamente neutrales

El cerebro proyecta al mundo exterior lo que genera internamente y nos hace creer equivocadamente que todas esas cualidades secundarias tienen su origen “ahí afuera”. En realidad, quien ve, oye, huele, gusta y siente, es el cerebro. Los órganos de los sentidos son, en lo que a esto respecta, completamente neutrales. Luego no existe “un” mundo exterior, sino varios mundos que dependen cada uno del sujeto que percibe los diferentes estímulos que en él se encuentran. Por Francisco J. Rubia (*).

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El caballo que resiste los -70º C de Siberia

El Mundo
MARÍA PÉREZ ÁVILA
31.12.2015

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Santos já se prepara para avanço do mar

Estadão
Fábio de Castro
27.12.2015

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'El Niño' provoca un caos climático mundial, según la NASA

El Mundo
Europa Press
30.12.2015

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