quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
ONU alerta para ‘catástrofe climática’ se pacto de Paris falhar
JC-Notícias/SBPC
08.12.2015
Ban Ki-moon pede por acordo ambicioso para limitar aquecimento em até 2 graus Celsius
Na abertura da segunda semana de negociações, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse aos representantes de governos que a Conferência do Clima de Paris (COP-21) é a oportunidade “para definir nosso próprio destino”. Em tom de alerta, o chefe das Nações Unidas afirmou que “o relógio está correndo em direção da catástrofe climática”, e disse esperar mais que “meias medidas”.
Veja o texto na íntegra: O Globo Online
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08.12.2015
Ban Ki-moon pede por acordo ambicioso para limitar aquecimento em até 2 graus Celsius
Na abertura da segunda semana de negociações, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse aos representantes de governos que a Conferência do Clima de Paris (COP-21) é a oportunidade “para definir nosso próprio destino”. Em tom de alerta, o chefe das Nações Unidas afirmou que “o relógio está correndo em direção da catástrofe climática”, e disse esperar mais que “meias medidas”.
Veja o texto na íntegra: O Globo Online
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Casos de microcefalia crescem 41% e Governo muda critérios para doença
El País
Talita Bedinelli
08.12.2015
. Número chegou a 1.761, em 13 Estados e o Distrito Federal e 19 mortes são registradas
. Governo diminui em 1 centímetro a medida que define se o bebê pode sofrer da doença
. 10 perguntas sobre a microcefalia
. Mais notícias sobre a Epidemia de microcefalia no Brasil
Veja a matéria completa.
Talita Bedinelli
08.12.2015
. Número chegou a 1.761, em 13 Estados e o Distrito Federal e 19 mortes são registradas
. Governo diminui em 1 centímetro a medida que define se o bebê pode sofrer da doença
. 10 perguntas sobre a microcefalia
. Mais notícias sobre a Epidemia de microcefalia no Brasil
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Pesquisas de tratamento para zika podem levar até 2 anos
JC-Notícias/SBPC
08.12.2015
Cientistas redobram esforços para definir sequência genética do que, até 6 meses atrás, era considerado ‘primo fraco da dengue’
Pesquisador do Laboratório de Virologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Pernambuco, Rafael França estima que serão necessários pelo menos dois anos para que perspectivas de tratamento de infecções pelo zika comecem a ser delineadas. “Há ainda muitas questões a serem respondidas. A primeira tarefa é identificar o genoma do vírus”, afirmou.
Leia na íntegra: O Estado de S. Paulo
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08.12.2015
Cientistas redobram esforços para definir sequência genética do que, até 6 meses atrás, era considerado ‘primo fraco da dengue’
Pesquisador do Laboratório de Virologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Pernambuco, Rafael França estima que serão necessários pelo menos dois anos para que perspectivas de tratamento de infecções pelo zika comecem a ser delineadas. “Há ainda muitas questões a serem respondidas. A primeira tarefa é identificar o genoma do vírus”, afirmou.
Leia na íntegra: O Estado de S. Paulo
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Sem Lei do Bem, empresas iniciam demissão em massa de cientistas da área de P&D
JC-Notícias/SBPC
08.12.2015
Pelo menos 100 especialistas que estavam trabalhando na área de Pesquisa e Desenvolvimento de indústrias de TIC, em função da Lei do Bem (11.196/95) – muitos repatriados para tocarem projetos de Inovação – já foram demitidos em função de o governo manter a decisão de cortar o benefício fiscal em 2016
“É uma situação muito grave que estamos vivendo e estou falando só de São Paulo. São muitos profissionais de ponta sem emprego. Para onde eles vão? Vão sair do Brasil mais uma vez. Isso é perder cérebros num momento importante para um país que postula um lugar na Inovação”, lamenta o coordenador do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas da USP (CITI-USP), Marcelo Zuffo, entrevistado pelo Portal Convergência Digital, durante o Programa Roda Viva, da TV Cultura.
Zuffo quer uma mobilização da indústria e da academia por uma mudança de rumo no Governo. “É uma pena que o MCTI não tenha ninguém pensando uma política para manter cientistas no Brasil. A TV digital, por exemplo, é uma oportunidade para o Brasil conquistar um lugar no mundo. Hoje são mais de 500 milhões de telespectadores com o padrão brasileiro. E o que estamos fazendo? Vamos perder os nossos cientistas? O Brasil não sabe o que é uma política para TIC”, reclamou.
Continua.
08.12.2015
Pelo menos 100 especialistas que estavam trabalhando na área de Pesquisa e Desenvolvimento de indústrias de TIC, em função da Lei do Bem (11.196/95) – muitos repatriados para tocarem projetos de Inovação – já foram demitidos em função de o governo manter a decisão de cortar o benefício fiscal em 2016
“É uma situação muito grave que estamos vivendo e estou falando só de São Paulo. São muitos profissionais de ponta sem emprego. Para onde eles vão? Vão sair do Brasil mais uma vez. Isso é perder cérebros num momento importante para um país que postula um lugar na Inovação”, lamenta o coordenador do Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas da USP (CITI-USP), Marcelo Zuffo, entrevistado pelo Portal Convergência Digital, durante o Programa Roda Viva, da TV Cultura.
Zuffo quer uma mobilização da indústria e da academia por uma mudança de rumo no Governo. “É uma pena que o MCTI não tenha ninguém pensando uma política para manter cientistas no Brasil. A TV digital, por exemplo, é uma oportunidade para o Brasil conquistar um lugar no mundo. Hoje são mais de 500 milhões de telespectadores com o padrão brasileiro. E o que estamos fazendo? Vamos perder os nossos cientistas? O Brasil não sabe o que é uma política para TIC”, reclamou.
Continua.
Samarco utilizou modelo mais barato e inseguro de barragem
JC-Notícias/SBPC
08.12.2015
Das 68 ocorrências graves com barragens que ocorreram entre 1910 e 2010, pelo menos 40% delas foram exatamente em barragens erguidas como a que ruiu um mês atrás em Mariana
O modelo de construção usado pela Samarco na barragem que ruiu no interior de MG é considerado o mais inseguro de todos, segundo um levantamento obtido pela Folha com base em dados de desastres internacionais.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Leia também:
Estado de Minas – Caminho dos Diamantes da Estrada Real é prejudicada com lama que desceu de barragem
08.12.2015
Das 68 ocorrências graves com barragens que ocorreram entre 1910 e 2010, pelo menos 40% delas foram exatamente em barragens erguidas como a que ruiu um mês atrás em Mariana
O modelo de construção usado pela Samarco na barragem que ruiu no interior de MG é considerado o mais inseguro de todos, segundo um levantamento obtido pela Folha com base em dados de desastres internacionais.
Leia na íntegra: Folha de S. Paulo
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Leia também:
Estado de Minas – Caminho dos Diamantes da Estrada Real é prejudicada com lama que desceu de barragem
O mundo está preparado para receber a visita de extraterrestres?
El País
Javier Salas
08.12.2015
Um documentário expõe os inumeráveis desafios que a humanidade teria que enfrentar
Veja a matéria completa.
Javier Salas
08.12.2015
Um documentário expõe os inumeráveis desafios que a humanidade teria que enfrentar
Veja a matéria completa.
El calentamiento global podría detener la producción de oxígeno del fitoplancton
Tendencias 21
Universidad de Leicester/T21
02.12.2015
Investigadores de la Universidad de Leicester (Reino Unido) han diseñado un modelo según el cual el oxígeno de la Tierra podría caer drásticamente debido a un aumento de la temperatura del océano de seis grados Celsius, porque podría detener la producción de oxígeno del fitoplancton mediante la interrupción del proceso de la fotosíntesis. El fitoplancton produce dos tercios del total atmosférico.
Veja a matéria completa.
Universidad de Leicester/T21
02.12.2015
Investigadores de la Universidad de Leicester (Reino Unido) han diseñado un modelo según el cual el oxígeno de la Tierra podría caer drásticamente debido a un aumento de la temperatura del océano de seis grados Celsius, porque podría detener la producción de oxígeno del fitoplancton mediante la interrupción del proceso de la fotosíntesis. El fitoplancton produce dos tercios del total atmosférico.
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terça-feira, 8 de dezembro de 2015
Novo Código Florestal brasileiro é criticado em Paris
JC-Notícias
07.12.2015
Exibição de documentário sobre possíveis efeitos de nova legislação brasileira coloca em questão a manutenção de mananciais de água e florestas no meio das negociações sobre mudanças climáticas
Na última terça-feira (2/12), no meio das atividades da Conferência do Clima de Paris (COP 21), o público encheu o auditório do Pavilhão d’Água, na beira do Rio Senna, para assistir o documentário “A Lei da Água – O Novo Código Florestal”, de André D’Elia, uma coprodução com o diretor Fernando Meirelles. O filme é fruto de uma parceria com o ISA, WWF-Brasil, SOS Mata Atlântica, Associação Bem-Te-Vi Diversidade e o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS).
O documentário aborda a reforma do antigo Código Florestal Brasileiro, em 2012, no primeiro governo de Dilma Rousseff e colocou a questão da relação entre recursos hídricos e florestas em meio às discussões sobre mudanças climáticas na COP 21.
A mudança da legislação resultou no enfraquecimento da proteção das florestas brasileiras nas propriedades rurais. Na semana passada, a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou um aumento de 16% da taxa de desmatamento da floresta amazônica entre os períodos de 2013-2014 e 2014-2015 (saiba mais).
“A reforma do código florestal foi motivada por um interesse patrimonial e não de produção ou conservação”, comentou Adriana Ramos, coordenadora do Programa de Política e Direito do ISA.
Para ela, as centenas de propostas que tramitam hoje no Congresso brasileiro ou que o governo brasileiro pretende implantar e que visam desmontar a legislação ambiental colocam em xeque o reconhecimento internacional que o Brasil tinha nessa área e a posição brasileira na COP 21. Adriana mencionou o projeto que pretende fragilizar o licenciamento ambiental no Senado (PLS 654/2015); a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215, que pretende dar ao Congresso a última palavra sobre as Terras Indígenas; e a proposta de Medida Provisória do governo federal que objetiva viabilizar a construção de hidrelétricas nas Terras Indígenas. “O filme é uma batalha que perdemos de uma guerra que continua”, completou.
“O novo Código anistiou os desmatadores e mandou uma mensagem muito ruim para aqueles que cumpriram a lei e cuidaram das florestas”, lamentou Mario Mantovani, da SOS Mata Atlântica.
Fernando Meirelles comentou que a ideia do filme foi dar a palavra aos cientistas e profissionais com capacidade de contribuir para o debate do assunto e que o documentário se tornou uma peça importante nesse debate. O documentário foi anexado ao pedido apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por organizações ambientalistas, entre elas o ISA, para participar da ação que tramita no tribunal contra o novo Código Florestal.
“Tentamos estabelecer um diálogo, porque o enfrentamento entre ambientalistas e ruralistas não era uma coisa positiva”, disse D’Elia.
O fotógrafo Sebastião Salgado participou do debate após o filme e mostrou-se cético em relação às negociações da COP 21. “Eu tenho a sensação de que a COP é tudo teoria feita por pessoas da cidade e burocratas que não têm um vínculo com a terra”, afirmou.
Instituto Socioambiental
07.12.2015
Exibição de documentário sobre possíveis efeitos de nova legislação brasileira coloca em questão a manutenção de mananciais de água e florestas no meio das negociações sobre mudanças climáticas
Na última terça-feira (2/12), no meio das atividades da Conferência do Clima de Paris (COP 21), o público encheu o auditório do Pavilhão d’Água, na beira do Rio Senna, para assistir o documentário “A Lei da Água – O Novo Código Florestal”, de André D’Elia, uma coprodução com o diretor Fernando Meirelles. O filme é fruto de uma parceria com o ISA, WWF-Brasil, SOS Mata Atlântica, Associação Bem-Te-Vi Diversidade e o Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS).
O documentário aborda a reforma do antigo Código Florestal Brasileiro, em 2012, no primeiro governo de Dilma Rousseff e colocou a questão da relação entre recursos hídricos e florestas em meio às discussões sobre mudanças climáticas na COP 21.
A mudança da legislação resultou no enfraquecimento da proteção das florestas brasileiras nas propriedades rurais. Na semana passada, a ministra de Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou um aumento de 16% da taxa de desmatamento da floresta amazônica entre os períodos de 2013-2014 e 2014-2015 (saiba mais).
“A reforma do código florestal foi motivada por um interesse patrimonial e não de produção ou conservação”, comentou Adriana Ramos, coordenadora do Programa de Política e Direito do ISA.
Para ela, as centenas de propostas que tramitam hoje no Congresso brasileiro ou que o governo brasileiro pretende implantar e que visam desmontar a legislação ambiental colocam em xeque o reconhecimento internacional que o Brasil tinha nessa área e a posição brasileira na COP 21. Adriana mencionou o projeto que pretende fragilizar o licenciamento ambiental no Senado (PLS 654/2015); a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215, que pretende dar ao Congresso a última palavra sobre as Terras Indígenas; e a proposta de Medida Provisória do governo federal que objetiva viabilizar a construção de hidrelétricas nas Terras Indígenas. “O filme é uma batalha que perdemos de uma guerra que continua”, completou.
“O novo Código anistiou os desmatadores e mandou uma mensagem muito ruim para aqueles que cumpriram a lei e cuidaram das florestas”, lamentou Mario Mantovani, da SOS Mata Atlântica.
Fernando Meirelles comentou que a ideia do filme foi dar a palavra aos cientistas e profissionais com capacidade de contribuir para o debate do assunto e que o documentário se tornou uma peça importante nesse debate. O documentário foi anexado ao pedido apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) por organizações ambientalistas, entre elas o ISA, para participar da ação que tramita no tribunal contra o novo Código Florestal.
“Tentamos estabelecer um diálogo, porque o enfrentamento entre ambientalistas e ruralistas não era uma coisa positiva”, disse D’Elia.
O fotógrafo Sebastião Salgado participou do debate após o filme e mostrou-se cético em relação às negociações da COP 21. “Eu tenho a sensação de que a COP é tudo teoria feita por pessoas da cidade e burocratas que não têm um vínculo com a terra”, afirmou.
Instituto Socioambiental
Máquina de radioterapia contra câncer de mama está quebrada no Inca
Jornal Nacional
07.12.2015
Equipamento é o único de radioterapia da unidade que trata câncer de mama. Máquina quebrada tem 35 anos de uso.
Veja a matéria completa.
Veja o vídeo.
07.12.2015
Equipamento é o único de radioterapia da unidade que trata câncer de mama. Máquina quebrada tem 35 anos de uso.
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Exército começa a combater o mosquito Aedes aegypti no Recife
Jornal Nacional
07.12.2015
Homens do Exército se juntaram aos agentes de saúde. Eles procuram focos do mosquito transmissor do zika vírus, da febre chikungunya e da dengue.
Veja a matéria completa.
Veja o vídeo.
Veja também:
Especialistas explicam a ligação do zika vírus à microcefalia
07.12.2015
Homens do Exército se juntaram aos agentes de saúde. Eles procuram focos do mosquito transmissor do zika vírus, da febre chikungunya e da dengue.
Veja a matéria completa.
Veja o vídeo.
Veja também:
Especialistas explicam a ligação do zika vírus à microcefalia
‘Foi solicitado que não fosse feita a notificação de zika. É um erro’
JC-Notícias/SBPC
07.12.2015
Para infectologista do HU da UFRJ, Ministério da Saúde deveria ter exigido registro obrigatório dos primeiros casos da doença
O infectologista Alberto Chebabo, chefe do Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), diz que o Ministério da Saúde errou ao recomendar que os primeiros casos de zika não fossem notificados compulsoriamente. O hospital trata um homem internado com Síndrome de Guillain-Barré, doença neurológica rara que pode causar a morte, no qual a suspeita é de que seja em decorrência de zika. “Se começamos a receber paciente é porque tem muita gente aí com a doença”, afirma Chebabo em entrevista ao Estado. Confira os principais trechos.
Leia na íntegra: O Estado de S. Paulo
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07.12.2015
Para infectologista do HU da UFRJ, Ministério da Saúde deveria ter exigido registro obrigatório dos primeiros casos da doença
O infectologista Alberto Chebabo, chefe do Serviço de Doenças Infecciosas e Parasitárias do Hospital Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), diz que o Ministério da Saúde errou ao recomendar que os primeiros casos de zika não fossem notificados compulsoriamente. O hospital trata um homem internado com Síndrome de Guillain-Barré, doença neurológica rara que pode causar a morte, no qual a suspeita é de que seja em decorrência de zika. “Se começamos a receber paciente é porque tem muita gente aí com a doença”, afirma Chebabo em entrevista ao Estado. Confira os principais trechos.
Leia na íntegra: O Estado de S. Paulo
O Estado de S. Paulo Online não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Resgate no Mar Egeu: nova operação de Médicos Sem Fronteiras e Greenpeace
Médicos Sem Fronteiras(MSF)
04.12.2015
MSF pede a abertura de canais seguros e legais na fronteira terrestre entre a Turquia e a Grécia
Grécia
Uma operação conjunta para resgatar as pessoas que arriscam suas vidas na perigosa travessia pelo mar entre a Turquia e a Grécia foi lançada pela organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) em parceria com a organização ambiental Greenpeace.
Equipes de MSF e do Greenpeace estão usando três botes infláveis resistentes de alta velocidade, baseados na costa norte de Lesbos, na Grécia, em apoio e coordenação com a Guarda Costeira grega. As equipes médicas de MSF também estão de prontidão em outros portos para oferecer cuidados emergenciais às pessoas em estado grave e para garantir encaminhamentos a tempo ao hospital por meio de três ambulâncias da organização, somando-se aos esforços de grupos de voluntários que já prestam assistência às pessoas que cruzam as ilhas gregas.
Desde o dia 28 de novembro, equipes de MSF e do Greenpeace prestaram assistência a centenas de pessoas; dezenas delas estavam em barcos em perigo evidente. Em terra, equipes médicas de MSF trataram problemas de saúde graves de 20 pessoas recém-chegadas; nove delas foram levadas ao hospital para receber cuidados especializados.
Nos próximos dias, MSF planeja lançar mais três botes para expandir ainda mais a capacidade de resgate em outras ilhas. As equipes ajudarão pessoas em barcos em perigo e prestarão assistência médica em terra.
“Horrorizados com a crise dos refugiados inabalável no Mar Mediterrâneo, fomos obrigados a agir da maneira que podíamos”, diz Alexandra Messare, diretora do programa do Greenpeace na Grécia. “Fugir de conflitos, da pobreza e de abusos de direitos humanos em seus países de origem, na esperança de uma vida melhor, não é crime. Acreditamos que aqueles com a capacidade de ajudar devem fazer tudo o que podem. Nós trouxemos a nossa experiência marítima para esta colaboração com MSF, na esperança de salvar vidas.”
Continua.
04.12.2015
MSF pede a abertura de canais seguros e legais na fronteira terrestre entre a Turquia e a Grécia
Grécia
Uma operação conjunta para resgatar as pessoas que arriscam suas vidas na perigosa travessia pelo mar entre a Turquia e a Grécia foi lançada pela organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) em parceria com a organização ambiental Greenpeace.
Equipes de MSF e do Greenpeace estão usando três botes infláveis resistentes de alta velocidade, baseados na costa norte de Lesbos, na Grécia, em apoio e coordenação com a Guarda Costeira grega. As equipes médicas de MSF também estão de prontidão em outros portos para oferecer cuidados emergenciais às pessoas em estado grave e para garantir encaminhamentos a tempo ao hospital por meio de três ambulâncias da organização, somando-se aos esforços de grupos de voluntários que já prestam assistência às pessoas que cruzam as ilhas gregas.
Desde o dia 28 de novembro, equipes de MSF e do Greenpeace prestaram assistência a centenas de pessoas; dezenas delas estavam em barcos em perigo evidente. Em terra, equipes médicas de MSF trataram problemas de saúde graves de 20 pessoas recém-chegadas; nove delas foram levadas ao hospital para receber cuidados especializados.
Nos próximos dias, MSF planeja lançar mais três botes para expandir ainda mais a capacidade de resgate em outras ilhas. As equipes ajudarão pessoas em barcos em perigo e prestarão assistência médica em terra.
“Horrorizados com a crise dos refugiados inabalável no Mar Mediterrâneo, fomos obrigados a agir da maneira que podíamos”, diz Alexandra Messare, diretora do programa do Greenpeace na Grécia. “Fugir de conflitos, da pobreza e de abusos de direitos humanos em seus países de origem, na esperança de uma vida melhor, não é crime. Acreditamos que aqueles com a capacidade de ajudar devem fazer tudo o que podem. Nós trouxemos a nossa experiência marítima para esta colaboração com MSF, na esperança de salvar vidas.”
Continua.
É política sim, Geraldo - Eliane Brum
El País
Eliane Brum
07.12.2015
O Brasil no final de 2015: a bacia do Rio Doce foi destruída, e a lama avança sobre o oceano; o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), um homem investigado por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, que escondeu contas na Suíça, dá início ao processo que pode resultar no impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), depois de constatar que deputados petistas votariam contra ele no Conselho de Ética, numa ação que pode cassar seu mandato; a Polícia Militar do Rio de Janeiro dispara 111 tiros e fuzila cinco jovens negros porque passeavam de carro à noite; as brasileiras não podem engravidar porque há um surto de microcefalia causado por vírus transmitido pelo Aedes aegypti e aquelas que estão grávidas foram condenadas a viver em pânico diante do zumbido de um mosquito; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), autoriza a PM a jogar bombas de gás e a bater em estudantes de escolas públicas.
Continua.
Eliane Brum
07.12.2015
O Brasil no final de 2015: a bacia do Rio Doce foi destruída, e a lama avança sobre o oceano; o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), um homem investigado por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção, que escondeu contas na Suíça, dá início ao processo que pode resultar no impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), depois de constatar que deputados petistas votariam contra ele no Conselho de Ética, numa ação que pode cassar seu mandato; a Polícia Militar do Rio de Janeiro dispara 111 tiros e fuzila cinco jovens negros porque passeavam de carro à noite; as brasileiras não podem engravidar porque há um surto de microcefalia causado por vírus transmitido pelo Aedes aegypti e aquelas que estão grávidas foram condenadas a viver em pânico diante do zumbido de um mosquito; o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), autoriza a PM a jogar bombas de gás e a bater em estudantes de escolas públicas.
Continua.
Pesquisadores alertam sobre os riscos de agrotóxicos na saúde da população
EcoDebate
Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul
07.12.2015
Brasil é considerado “lixeira tóxica” na produção de alimentos. Dos 50 defensivos mais utilizados no país, 22 são proibidos na Europa.
No Dia Mundial de Combate aos Agrotóxicos, 3 de dezembro, os Ministérios Públicos Federal e do Trabalho no Mato Grosso do Sul realizaram evento em Campo Grande para alertar a população sobre os riscos da utilização de defensivos agrícolas. Pesquisas apontam prejuízos ao meio ambiente e danos (imediatos e crônicos) na saúde de trabalhadores e consumidores, tanto pela ingestão, quanto pelo contato com os agrotóxicos.
De acordo com o Dossiê da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), lançado no evento, 70% dos alimentos no país estão contaminados por agrotóxicos. Entre 2007 e 2014, foram mais de 34 mil notificações por intoxicação nos hospitais públicos e, de 2000 a 2012, o uso de agrotóxicos cresceu 288% no Brasil.
“Câncer, suicídio, intoxicações… são muitos os danos já identificados em pesquisas pelo consumo e contato com agrotóxicos. A grande dificuldade é provar o nexo causal, já que as consequências do uso indiscriminado de defensivos surgem 10, 20 anos após a exposição de trabalhadores”, ressalta Cléber Folgado, da Universidade Estadual de Feira de Santana, na Bahia.
Para o procurador do Trabalho Leontino Ferreira de Lima Junior, “a sociedade tem o direito de ter acesso à informação, de saber exatamente o que está consumindo e quais são os riscos colocados na mesa das pessoas e de suas famílias”.
Lixeira tóxica – Em Mato Grosso do Sul, o agronegócio potencializa a exposição aos agrotóxicos e a fronteira seca com o Paraguai facilita o contrabando de defensivos. A situação é agravada pelo despreparo dos profissionais de saúde em identificar a correlação entre as doenças e o uso dos agrotóxicos, o que dificulta o dimensionamento dos impactos.
Na visão do pesquisador Cléber Folgado, o agronegócio produz mercadorias, enquanto a agroecologia põe comida na mesa. “Não é preciso de agrotóxicos para produzir comida. Há centenas de pessoas morrendo no campo sem saber o porquê.”
De acordo com a Abrasco, dos 50 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, 22 são proibidos na União Europeia. Pelo alto consumo dos defensivos, o Brasil é considerado uma “lixeira tóxica”. Contudo, na visão de Alberto Feiden, pesquisador da Embrapa Pantanal, é possível mudar esse quadro. “É uma falácia dizer que é impossível produzir alimentos sem produtos químicos. Há como substituir os agrotóxicos por sistemas de manejo, um resgaste de práticas tradicionais em prol do reequilíbrio do meio ambiente”.
O Dossiê Abrasco está disponível em versão on-line no endereço: http://abrasco.org.br/dossieagrotoxicos.
Informações do Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul, in EcoDebate, 07/12/2015
Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul
07.12.2015
Brasil é considerado “lixeira tóxica” na produção de alimentos. Dos 50 defensivos mais utilizados no país, 22 são proibidos na Europa.
No Dia Mundial de Combate aos Agrotóxicos, 3 de dezembro, os Ministérios Públicos Federal e do Trabalho no Mato Grosso do Sul realizaram evento em Campo Grande para alertar a população sobre os riscos da utilização de defensivos agrícolas. Pesquisas apontam prejuízos ao meio ambiente e danos (imediatos e crônicos) na saúde de trabalhadores e consumidores, tanto pela ingestão, quanto pelo contato com os agrotóxicos.
De acordo com o Dossiê da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), lançado no evento, 70% dos alimentos no país estão contaminados por agrotóxicos. Entre 2007 e 2014, foram mais de 34 mil notificações por intoxicação nos hospitais públicos e, de 2000 a 2012, o uso de agrotóxicos cresceu 288% no Brasil.
“Câncer, suicídio, intoxicações… são muitos os danos já identificados em pesquisas pelo consumo e contato com agrotóxicos. A grande dificuldade é provar o nexo causal, já que as consequências do uso indiscriminado de defensivos surgem 10, 20 anos após a exposição de trabalhadores”, ressalta Cléber Folgado, da Universidade Estadual de Feira de Santana, na Bahia.
Para o procurador do Trabalho Leontino Ferreira de Lima Junior, “a sociedade tem o direito de ter acesso à informação, de saber exatamente o que está consumindo e quais são os riscos colocados na mesa das pessoas e de suas famílias”.
Lixeira tóxica – Em Mato Grosso do Sul, o agronegócio potencializa a exposição aos agrotóxicos e a fronteira seca com o Paraguai facilita o contrabando de defensivos. A situação é agravada pelo despreparo dos profissionais de saúde em identificar a correlação entre as doenças e o uso dos agrotóxicos, o que dificulta o dimensionamento dos impactos.
Na visão do pesquisador Cléber Folgado, o agronegócio produz mercadorias, enquanto a agroecologia põe comida na mesa. “Não é preciso de agrotóxicos para produzir comida. Há centenas de pessoas morrendo no campo sem saber o porquê.”
De acordo com a Abrasco, dos 50 agrotóxicos mais utilizados no Brasil, 22 são proibidos na União Europeia. Pelo alto consumo dos defensivos, o Brasil é considerado uma “lixeira tóxica”. Contudo, na visão de Alberto Feiden, pesquisador da Embrapa Pantanal, é possível mudar esse quadro. “É uma falácia dizer que é impossível produzir alimentos sem produtos químicos. Há como substituir os agrotóxicos por sistemas de manejo, um resgaste de práticas tradicionais em prol do reequilíbrio do meio ambiente”.
O Dossiê Abrasco está disponível em versão on-line no endereço: http://abrasco.org.br/dossieagrotoxicos.
Informações do Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul, in EcoDebate, 07/12/2015
Exposição prolongada a agrotóxicos pode causar câncer e mal de Parkinson, alerta Inca
EcoDebate
Agência Câmara de Notícias
07.12.2015
Exposição prolongada a agrotóxicos pode causar desde irritações na pele, vômitos e alergias, a mal de Parkinson e câncer. Os dados alarmantes foram apresentados pela representante do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Marcia Sarpa, em audiência pública realizada pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
O debate, solicitado pelo deputado Augusto Carvalho (SD-DF) para discutir os impactos dos agrotóxicos na saúde e no meio ambiente, foi realizado na quinta-feira (3), quando é comemorado o Dia Mundial de Luta contra os Agrotóxicos. A data foi escolhida em memória da tragédia de Bhopal, na Índia, em 1984, quando houve um vazamento de cerca de 40 toneladas de gases letais de uma fábrica de agrotóxicos. O desastre provocou a morte de mais de sete mil pessoas.
Márcia Sarpa explicou que as baixas doses e as exposições múltiplas às substâncias desregulam o sistema imunológico e são responsáveis por mutações no DNA que podem levar ao câncer. Segundo ela, acreditava-se que a maioria dos casos da doença era proveniente de fatores genéticos, mas hoje já se tem entendimento que 80% a 90% dos casos de câncer estão relacionados a fatores biológicos, físicos e químicos. Sarpa afirma que a prevenção é possível.
“Uma das medidas urgentes no Brasil é o cumprimento da legislação, porque a Lei dos Agrotóxicos [7.802/89] é bem rigorosa quando fala que agrotóxicos mutagênicos, carcinogênicos e teratogênicos não podem ser registrados no Brasil. Então vamos cumprir a lei, proibir a pulverização aérea e o uso de agrotóxicos proibidos em outros países. Nós não somos o lixo do mundo”, afirmou.
O coordenador do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, Pedro Luiz Gonçalves Serafim da Silva, acrescentou que a proposta de emenda à Constituição (PEC 491/10) que proíbe a criação de imposto incidente sobre insumos agrícolas é um retrocesso.
Para Augusto Carvalho o atual modelo brasileiro de produção de commodities tem provocado várias tragédias no país. “Tragédias é o que marca o nosso tempo. Enquanto o Brasil continuar com esse modelo de grande produtor e exportador de commodities, nós vamos ter as mineradoras fazendo o que fizeram agora em Mariana e outras tragédias poderão acontecer. E a produção de grãos de commodities podem também estar levando a uma tragédia invisível e pouco dimensionada”, declarou o deputado.
Preocupado com o aumento do uso de agrotóxicos no País nos últimos anos, Carvalho também formulou um abaixo-assinado requisitando a implementação do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara). O programa faz parte da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Decreto 7.794/12).
Da Agência Câmara de Notícias, in EcoDebate, 07/12/2015
Agência Câmara de Notícias
07.12.2015
Exposição prolongada a agrotóxicos pode causar desde irritações na pele, vômitos e alergias, a mal de Parkinson e câncer. Os dados alarmantes foram apresentados pela representante do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Marcia Sarpa, em audiência pública realizada pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.
O debate, solicitado pelo deputado Augusto Carvalho (SD-DF) para discutir os impactos dos agrotóxicos na saúde e no meio ambiente, foi realizado na quinta-feira (3), quando é comemorado o Dia Mundial de Luta contra os Agrotóxicos. A data foi escolhida em memória da tragédia de Bhopal, na Índia, em 1984, quando houve um vazamento de cerca de 40 toneladas de gases letais de uma fábrica de agrotóxicos. O desastre provocou a morte de mais de sete mil pessoas.
Márcia Sarpa explicou que as baixas doses e as exposições múltiplas às substâncias desregulam o sistema imunológico e são responsáveis por mutações no DNA que podem levar ao câncer. Segundo ela, acreditava-se que a maioria dos casos da doença era proveniente de fatores genéticos, mas hoje já se tem entendimento que 80% a 90% dos casos de câncer estão relacionados a fatores biológicos, físicos e químicos. Sarpa afirma que a prevenção é possível.
“Uma das medidas urgentes no Brasil é o cumprimento da legislação, porque a Lei dos Agrotóxicos [7.802/89] é bem rigorosa quando fala que agrotóxicos mutagênicos, carcinogênicos e teratogênicos não podem ser registrados no Brasil. Então vamos cumprir a lei, proibir a pulverização aérea e o uso de agrotóxicos proibidos em outros países. Nós não somos o lixo do mundo”, afirmou.
O coordenador do Fórum Nacional de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, Pedro Luiz Gonçalves Serafim da Silva, acrescentou que a proposta de emenda à Constituição (PEC 491/10) que proíbe a criação de imposto incidente sobre insumos agrícolas é um retrocesso.
Para Augusto Carvalho o atual modelo brasileiro de produção de commodities tem provocado várias tragédias no país. “Tragédias é o que marca o nosso tempo. Enquanto o Brasil continuar com esse modelo de grande produtor e exportador de commodities, nós vamos ter as mineradoras fazendo o que fizeram agora em Mariana e outras tragédias poderão acontecer. E a produção de grãos de commodities podem também estar levando a uma tragédia invisível e pouco dimensionada”, declarou o deputado.
Preocupado com o aumento do uso de agrotóxicos no País nos últimos anos, Carvalho também formulou um abaixo-assinado requisitando a implementação do Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara). O programa faz parte da Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Decreto 7.794/12).
Da Agência Câmara de Notícias, in EcoDebate, 07/12/2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
Surto de microcefalia leva casais a congelar os embriões e adiar gravidez
UOL/Folha
Cláudia Colluci
06.12.2015
Veja a matéria completa.
Veja também:
Hospital atende até 20 suspeitas
de microcefalia por dia no Recife
Cláudia Colluci
06.12.2015
Veja a matéria completa.
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Hospital atende até 20 suspeitas
de microcefalia por dia no Recife
Zika: saiba quais os repelentes mais indicados contra o mosquito Aedes aegypti
Portal EBC
Por Fernanda Duarte
05.12.2015
Com a epidemia de dengue e o crescente número de casos de microcefalia associada a ocorrência do zika vírus, muitas pessoas, incluindo gestantes, têm recorrido ao uso de repelentes para tentar se proteger das picadas do Aedes aegypt, mosquito transmissor dessas doenças, acatando recomendação feita pelo Ministério da Saúde.
Contudo, nem todo repelente pode ser usado por crianças e grávidas. Além disso, os vários tipos do produto possuem tempo de ação diferentes, o que pode comprometer a eficácia da proteção se esse detalhe não for observado ou ocasionar outros problemas de saúde, alerta o infectologista brasiliense, Edwin Antonio Solorzano Castillo.
Continua.
Por Fernanda Duarte
05.12.2015
Com a epidemia de dengue e o crescente número de casos de microcefalia associada a ocorrência do zika vírus, muitas pessoas, incluindo gestantes, têm recorrido ao uso de repelentes para tentar se proteger das picadas do Aedes aegypt, mosquito transmissor dessas doenças, acatando recomendação feita pelo Ministério da Saúde.
Contudo, nem todo repelente pode ser usado por crianças e grávidas. Além disso, os vários tipos do produto possuem tempo de ação diferentes, o que pode comprometer a eficácia da proteção se esse detalhe não for observado ou ocasionar outros problemas de saúde, alerta o infectologista brasiliense, Edwin Antonio Solorzano Castillo.
Continua.
Três horas por dia de ‘poltrona e TV’ danificam a capacidade intelectual
El País
Javier Salas
03.12.2015
. Estudo associa consumo de televisão e pouca atividade física a deterioração cognitiva
. Sentar-se é o novo fumar (um vício não muito saudável)
Veja a matéria completa.
Javier Salas
03.12.2015
. Estudo associa consumo de televisão e pouca atividade física a deterioração cognitiva
. Sentar-se é o novo fumar (um vício não muito saudável)
Veja a matéria completa.
18 millones de mujeres severamente desnutridas en el mundo
Tendencias 21
Irene Benito
03.12.2015
Según la primera estimación mundial realizada sobre desnutrición en personas adultas, más de 18 millones de mujeres procedentes de 60 países del planeta se encuentran en un estado severo de desnutrición. Esta situación aumenta la tasa de mortalidad y de infecciones entre las mujeres, pero también afecta a sus hijos, pues ocasiona el incremento de la mortalidad fetal y del riesgo de salud infantil, en caso de que los hijos sobrevivan.
Veja a matéria completa.
Irene Benito
03.12.2015
Según la primera estimación mundial realizada sobre desnutrición en personas adultas, más de 18 millones de mujeres procedentes de 60 países del planeta se encuentran en un estado severo de desnutrición. Esta situación aumenta la tasa de mortalidad y de infecciones entre las mujeres, pero también afecta a sus hijos, pues ocasiona el incremento de la mortalidad fetal y del riesgo de salud infantil, en caso de que los hijos sobrevivan.
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Tener un propósito en la vida reduce los problemas cardiovasculares
Tendencias 21
Redacción T21
04.12.2015
Las personas que tienen un mayor sentido de propósito en la vida mueren más tarde y tienen menos riesgo de enfermedad cardiovascular, según un seguimiento de más de 136.000 estadounidenses y japoneses realizado en Nueva York (EE.UU.). Aunque los mecanismos no están claros, la relación es clara, como ya habían adelantado estudios anteriores.
Veja a matéria completa.
Redacción T21
04.12.2015
Las personas que tienen un mayor sentido de propósito en la vida mueren más tarde y tienen menos riesgo de enfermedad cardiovascular, según un seguimiento de más de 136.000 estadounidenses y japoneses realizado en Nueva York (EE.UU.). Aunque los mecanismos no están claros, la relación es clara, como ya habían adelantado estudios anteriores.
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