quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Ibama vai negar licença de hidrelétrica do rio Tapajós
JC-Notícias/SBPC
03.08.2016
Segundo o órgão, projeto não traz solução para problemas ambientais
O maior projeto de hidrelétrica do país, a usina de São Luiz do Tapajós, no Pará, terá a sua licença ambiental negada pelo Ibama.
Baseada em pareceres da AGU (Advocacia-Geral da União), da Funai e do próprio Ibama, a comissão de licenciamento do órgão, que reúne todos os sete diretores, decidiu negar a licença por entender que, além de alagar terra indígena, o que é proibido, o projeto não traz solução para problemas ambientais que surgiram.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
03.08.2016
Segundo o órgão, projeto não traz solução para problemas ambientais
O maior projeto de hidrelétrica do país, a usina de São Luiz do Tapajós, no Pará, terá a sua licença ambiental negada pelo Ibama.
Baseada em pareceres da AGU (Advocacia-Geral da União), da Funai e do próprio Ibama, a comissão de licenciamento do órgão, que reúne todos os sete diretores, decidiu negar a licença por entender que, além de alagar terra indígena, o que é proibido, o projeto não traz solução para problemas ambientais que surgiram.
Veja o texto na íntegra: Folha de S. Paulo
O Grupo Folha não autoriza a reprodução do seu conteúdo na íntegra para quem não é assinante. No entanto, é possível fazer um cadastro rápido que dá direito a um determinado número de acessos.
Remédios biológicos são tão bons quanto os seus ‘genéricos’
JC-Notícias/SBPC
03.08.2016
A eficácia e a qualidade dos biossimilares são equivalentes às dos medicamentos originais
A guerra dos genéricos ocorrida no final de século passado será vista como uma brincadeira de crianças perto daquela que se prepara com os medicamentos de última geração, os chamados remédios biológicos. Muito mais complexos, difíceis de fabricar e caros, os medicamentos biológicos também possuem os seus genéricos, conhecidos como biossimilares. Agora, uma análise feita a partir de vinte estudos mostra que os originais são tão bons quanto as suas cópias.
Veja o texto na íntegra: El País
03.08.2016
A eficácia e a qualidade dos biossimilares são equivalentes às dos medicamentos originais
A guerra dos genéricos ocorrida no final de século passado será vista como uma brincadeira de crianças perto daquela que se prepara com os medicamentos de última geração, os chamados remédios biológicos. Muito mais complexos, difíceis de fabricar e caros, os medicamentos biológicos também possuem os seus genéricos, conhecidos como biossimilares. Agora, uma análise feita a partir de vinte estudos mostra que os originais são tão bons quanto as suas cópias.
Veja o texto na íntegra: El País
Vacina da gripe protege menos os obesos, diz estudo
JC-Notícias/SBPC
03.08.2016
A inflamação causada pelo excesso de gordura deixa o corpo mais vulnerável à ação dos vírus, indica estudo americano feito com ratos
Durante a epidemia de H1N1 de 2009, pouco se sabia sobre o então novo vírus que desencadeou a chamada gripe suína. Mesmo com o desconhecimento, os médicos já alertavam: entre os fatores de risco, estava a obesidade. Essa condição que afeta 10% da população mundial faz com que o organismo se torne mais suscetível a infecções, pois a gordura provoca um processo inflamatório que leva à imunossupressão.
Veja o texto na íntegra: Correio Braziliense
03.08.2016
A inflamação causada pelo excesso de gordura deixa o corpo mais vulnerável à ação dos vírus, indica estudo americano feito com ratos
Durante a epidemia de H1N1 de 2009, pouco se sabia sobre o então novo vírus que desencadeou a chamada gripe suína. Mesmo com o desconhecimento, os médicos já alertavam: entre os fatores de risco, estava a obesidade. Essa condição que afeta 10% da população mundial faz com que o organismo se torne mais suscetível a infecções, pois a gordura provoca um processo inflamatório que leva à imunossupressão.
Veja o texto na íntegra: Correio Braziliense
Comer más proteína vegetal disminuye el riesgo de muerte
SINC
01.08.2016
Las personas que fuman, son sedentarias o beben demasiado alcohol tienen mayor probabilidad de morir debido al consumo de proteínas de origen animal, mientras que la sustitución de las carnes rojas por proteínas vegetales disminuye notablemente su riesgo, según un nuevo estudio. Lo curioso es que en individuos con un estilo de vida saludable estas relaciones no se observaron.
Veja a matéria completa.
01.08.2016
Las personas que fuman, son sedentarias o beben demasiado alcohol tienen mayor probabilidad de morir debido al consumo de proteínas de origen animal, mientras que la sustitución de las carnes rojas por proteínas vegetales disminuye notablemente su riesgo, según un nuevo estudio. Lo curioso es que en individuos con un estilo de vida saludable estas relaciones no se observaron.
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Humanos, bajad esos humos - El primatólogo Frans de Waal desmonta mitos antropocentristas
SINC
Marta Palomo
03.08.2016
Todos los rasgos de exclusividad que el ser humano se atribuía a sí mismo han ido cayendo: el uso de herramientas, la empatía, la autoconciencia… En su último libro, ¿Tenemos suficiente inteligencia para entender la inteligencia de los animales?, Frans de Waal descubre al lector un abanico de conductas animales que empujan a concluir que, quizás, la cognición humana tampoco sea única.
Veja a matéria completa.
Marta Palomo
03.08.2016
Todos los rasgos de exclusividad que el ser humano se atribuía a sí mismo han ido cayendo: el uso de herramientas, la empatía, la autoconciencia… En su último libro, ¿Tenemos suficiente inteligencia para entender la inteligencia de los animales?, Frans de Waal descubre al lector un abanico de conductas animales que empujan a concluir que, quizás, la cognición humana tampoco sea única.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Pinacoteca convida:
Exposição "Situações"
Exposição "Situações"
Situações: a instalação no acervo da Pinacoteca de São Paulo
de 06.ago a 20.fev 2017
abertura:
06.08.2016, sábado, às 11h
Um erro chamado de hidrelétrica
JC-Notícias/SBPC
02.08.2016
Greenpeace Brasil
Apesar de inúmeros problemas sociais, ambientais e econômicos, governo insiste na construção de hidrelétricas na Amazônia
A hidrelétrica de Belo Monte resultou em uma pilha de problemas sociais, ambientais e econômicos, estampados periodicamente nos principais meios de comunicação do País. A lista de fatos negativos vai desde o processo de licenciamento, passando pelo desrespeito aos direitos humanos, condicionantes ignoradas, famílias desalojadas, denúncias de corrupção e a promoção de um verdadeiro caos social na região da obra, entre outros.
Belo Monte também nunca foi muito boa com suas contas. Inicialmente, a obra era estimada em R$ 16 bilhões, valor que pulou para R$ 19 bilhões no momento do leilão e que hoje já soma cerca de R$ 30 bilhões. Tudo financiado com dinheiro público. Para piorar, estudos do próprio governo revelam que os efeitos das mudanças climáticas nas próximas décadas podem levar a reduções nas vazões dos rios amazônicos da ordem de 20% a 30%, mostrando que são grandes as chances da usina não conseguir entregar a energia prometida. A conta não fecha.
No entanto, mesmo antes do fim das obras desta usina-desastre, o governo eleito em 2014 já acelerava os planos para insistir no erro e erguer mais uma grande barragem no coração da Amazônia: a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós. Este novo projeto não apenas prevê a repetição dos problemas de Belo Monte, como adiciona na conta um conjunto de impactos ambientais incalculáveis, além de ferir a Constituição.
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da nova usina apresenta graves problemas metodológicos e omissão de informações, falhando em medir adequadamente os impactos da obra. Se realizado de forma correta, o estudo mostraria a inviabilidade da hidrelétrica. A obra também alagaria 376 km² de floresta. Parte desta área encontra-se dentro dos limites da Terra Indígena Sawré Muybu, do povo Munduruku, o que causaria a remoção de seus habitantes, fato que é proibido pela Constituição. Além disso, São Luiz do Tapajós tem potencial de induzir o desmatamento em uma área de pelo menos 2.000 km² de floresta, num cenário repleto de terras indígenas e unidades de conservação.
E os problemas não param por aí. Como já visto nos exemplos recentes de hidrelétricas construídas na Amazônia, como Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, os valores finais deste tipo de obra podem ser muito diferentes do inicialmente projetado. Em Belo Monte, a obra terminou custando quase o dobro do originalmente previsto. Em 2014, Tapajós foi estimada em R$ 28 bilhões. Nada garante que este projeto não seguirá o mau exemplo financeiro de Belo Monte. E, no caso de Tapajós, considerando todas as incertezas jurídicas e impactos não medidos, o resultado final pode ser ainda pior. Vale lembrar ainda que os mesmos estudos indicando a redução na capacidade de geração de energia para Belo Monte também valem para Tapajós.
Com tantas incertezas, a usina torna-se um investimento de altíssimo risco econômico. Já do ponto de vista social, ambiental e estratégico, ela simplesmente não faz sentido. O Brasil tem plenas condições de gerar o mesmo montante de energia de forma mais limpa e com o uso de novas tecnologias, evitando surpresas de custo e entrega, gerando empregos e sem os riscos da insegurança jurídica e impactos negativos que uma barragem no coração da floresta Amazônica oferece.
Tapajós prevê uma potência instalada de 8.040 MW e a entrega de 4.012 MW médios de energia ao sistema. Com os incentivos corretos, fontes de energia como eólica, solar e biomassa poderiam, de forma combinada, suprir a energia projetada pela hidrelétrica, no mesmo período de tempo e em patamar similar de investimento. Adicionalmente, estas novas fontes de energia encontram-se em pleno desenvolvimento tecnológico e de mercado, o que barateia seus custos a cada ano. Entre 2009 e 2012, o preço médio da fonte eólica caiu cerca de 40%. Atualmente há no País quase 3 GW em usinas eólicas em construção nos estados da Bahia, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, além de outros 6 GW cuja construção deve ser iniciada em breve. Somado ao que já existe em usinas eólicas em funcionamento hoje, isso é mais do que duas vezes a usina de São Luiz do Tapajós.
Recentemente, a empresa franco-belga Engie, uma das gigantes mundiais do setor de energia, anunciou sua disposição de investir R$ 8 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos. O foco é a energia solar distribuída. Hidrelétricas estão fora dos planos. Em 2015 a China alcançou dois novos recordes mundiais de energia limpa, por instalar 30,5 gigawatts (GW) de energia eólica e 16,5GW de energia solar.
Diante de todos os problemas que apresenta, e frente ao avanço de novas tecnologias na área de energia, a hidrelétrica de Tapajós soa, no mínimo, irracional. Estamos agora no momento certo para corrigirmos o curso dessa história. A retração econômica e da demanda de eletricidade – que caiu 8% em 2014 e 2% em 2015 – retira o senso de urgência do projeto de Tapajós, representando uma oportunidade para planejar a energia que o País realmente necessita e quer gerar. É hora de se preparar para a retomada futura da economia e, consequentemente, da demanda energética, investindo em fontes verdadeiramente limpas, e que façam sentido do ponto de vista social, econômico e ambiental.
Greenpeace Brasil
02.08.2016
Greenpeace Brasil
Apesar de inúmeros problemas sociais, ambientais e econômicos, governo insiste na construção de hidrelétricas na Amazônia
A hidrelétrica de Belo Monte resultou em uma pilha de problemas sociais, ambientais e econômicos, estampados periodicamente nos principais meios de comunicação do País. A lista de fatos negativos vai desde o processo de licenciamento, passando pelo desrespeito aos direitos humanos, condicionantes ignoradas, famílias desalojadas, denúncias de corrupção e a promoção de um verdadeiro caos social na região da obra, entre outros.
Belo Monte também nunca foi muito boa com suas contas. Inicialmente, a obra era estimada em R$ 16 bilhões, valor que pulou para R$ 19 bilhões no momento do leilão e que hoje já soma cerca de R$ 30 bilhões. Tudo financiado com dinheiro público. Para piorar, estudos do próprio governo revelam que os efeitos das mudanças climáticas nas próximas décadas podem levar a reduções nas vazões dos rios amazônicos da ordem de 20% a 30%, mostrando que são grandes as chances da usina não conseguir entregar a energia prometida. A conta não fecha.
No entanto, mesmo antes do fim das obras desta usina-desastre, o governo eleito em 2014 já acelerava os planos para insistir no erro e erguer mais uma grande barragem no coração da Amazônia: a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós. Este novo projeto não apenas prevê a repetição dos problemas de Belo Monte, como adiciona na conta um conjunto de impactos ambientais incalculáveis, além de ferir a Constituição.
O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) da nova usina apresenta graves problemas metodológicos e omissão de informações, falhando em medir adequadamente os impactos da obra. Se realizado de forma correta, o estudo mostraria a inviabilidade da hidrelétrica. A obra também alagaria 376 km² de floresta. Parte desta área encontra-se dentro dos limites da Terra Indígena Sawré Muybu, do povo Munduruku, o que causaria a remoção de seus habitantes, fato que é proibido pela Constituição. Além disso, São Luiz do Tapajós tem potencial de induzir o desmatamento em uma área de pelo menos 2.000 km² de floresta, num cenário repleto de terras indígenas e unidades de conservação.
E os problemas não param por aí. Como já visto nos exemplos recentes de hidrelétricas construídas na Amazônia, como Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, os valores finais deste tipo de obra podem ser muito diferentes do inicialmente projetado. Em Belo Monte, a obra terminou custando quase o dobro do originalmente previsto. Em 2014, Tapajós foi estimada em R$ 28 bilhões. Nada garante que este projeto não seguirá o mau exemplo financeiro de Belo Monte. E, no caso de Tapajós, considerando todas as incertezas jurídicas e impactos não medidos, o resultado final pode ser ainda pior. Vale lembrar ainda que os mesmos estudos indicando a redução na capacidade de geração de energia para Belo Monte também valem para Tapajós.
Com tantas incertezas, a usina torna-se um investimento de altíssimo risco econômico. Já do ponto de vista social, ambiental e estratégico, ela simplesmente não faz sentido. O Brasil tem plenas condições de gerar o mesmo montante de energia de forma mais limpa e com o uso de novas tecnologias, evitando surpresas de custo e entrega, gerando empregos e sem os riscos da insegurança jurídica e impactos negativos que uma barragem no coração da floresta Amazônica oferece.
Tapajós prevê uma potência instalada de 8.040 MW e a entrega de 4.012 MW médios de energia ao sistema. Com os incentivos corretos, fontes de energia como eólica, solar e biomassa poderiam, de forma combinada, suprir a energia projetada pela hidrelétrica, no mesmo período de tempo e em patamar similar de investimento. Adicionalmente, estas novas fontes de energia encontram-se em pleno desenvolvimento tecnológico e de mercado, o que barateia seus custos a cada ano. Entre 2009 e 2012, o preço médio da fonte eólica caiu cerca de 40%. Atualmente há no País quase 3 GW em usinas eólicas em construção nos estados da Bahia, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, além de outros 6 GW cuja construção deve ser iniciada em breve. Somado ao que já existe em usinas eólicas em funcionamento hoje, isso é mais do que duas vezes a usina de São Luiz do Tapajós.
Recentemente, a empresa franco-belga Engie, uma das gigantes mundiais do setor de energia, anunciou sua disposição de investir R$ 8 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos. O foco é a energia solar distribuída. Hidrelétricas estão fora dos planos. Em 2015 a China alcançou dois novos recordes mundiais de energia limpa, por instalar 30,5 gigawatts (GW) de energia eólica e 16,5GW de energia solar.
Diante de todos os problemas que apresenta, e frente ao avanço de novas tecnologias na área de energia, a hidrelétrica de Tapajós soa, no mínimo, irracional. Estamos agora no momento certo para corrigirmos o curso dessa história. A retração econômica e da demanda de eletricidade – que caiu 8% em 2014 e 2% em 2015 – retira o senso de urgência do projeto de Tapajós, representando uma oportunidade para planejar a energia que o País realmente necessita e quer gerar. É hora de se preparar para a retomada futura da economia e, consequentemente, da demanda energética, investindo em fontes verdadeiramente limpas, e que façam sentido do ponto de vista social, econômico e ambiental.
Greenpeace Brasil
MPF/PI pede liberação de recursos para o Parque Nacional Serra da Capivara
JC-Notícias/SBPC
02.08.2016
Na última quinta (28), o procurador da República Kelston Lages esteve na Subseção Judiciária Federal de São Raimundo Nonato (PI) para solicitar a apreciação urgente do pedido e para acompanhar os desdobramentos da ação ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre o mesmo tema, na qual o MPF atua como fiscal da lei
O Ministério Público Federal no Piauí acompanha o andamento do pedido de liberação imediata de verba para a manutenção do Parque Nacional Serra da Capivara, formulado no Inquérito Civil Público n. 1.27.002.000297-2014-06. Na tarde dessa quinta, 28 de julho, o procurador da República Kelston Lages esteve na Subseção Judiciária Federal de São Raimundo Nonato (PI) para solicitar a apreciação urgente do pedido e para acompanhar os desdobramentos da ação ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre o mesmo tema, na qual o MPF atua como fiscal da lei.
O procurador entende que a situação do Parque Nacional é grave e urgente e que, por isso, precisa de uma resposta rápida da Justiça Federal para obrigar a União a arcar com a manutenção do parque diante de suas precárias condições de funcionamento e ausência de recursos.
Para o procurador, “há a necessidade premente da liberação dos recursos para evitar o agravamento do estado de deterioração que se encontra o Parque Nacional da Serra da Capivara. O objetivo final da ação é alocar recursos federais permanentes da União e assim evitar medidas paliativas”, disse o procurador.
Além do representante do MPF, também estiveram presentes na reunião de ontem a presidente da Fundação do Homem Americano (Fundham), Niéde Guidon, responsável pela administração do parque, e advogados.
MPF
02.08.2016
Na última quinta (28), o procurador da República Kelston Lages esteve na Subseção Judiciária Federal de São Raimundo Nonato (PI) para solicitar a apreciação urgente do pedido e para acompanhar os desdobramentos da ação ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre o mesmo tema, na qual o MPF atua como fiscal da lei
O Ministério Público Federal no Piauí acompanha o andamento do pedido de liberação imediata de verba para a manutenção do Parque Nacional Serra da Capivara, formulado no Inquérito Civil Público n. 1.27.002.000297-2014-06. Na tarde dessa quinta, 28 de julho, o procurador da República Kelston Lages esteve na Subseção Judiciária Federal de São Raimundo Nonato (PI) para solicitar a apreciação urgente do pedido e para acompanhar os desdobramentos da ação ajuizada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) sobre o mesmo tema, na qual o MPF atua como fiscal da lei.
O procurador entende que a situação do Parque Nacional é grave e urgente e que, por isso, precisa de uma resposta rápida da Justiça Federal para obrigar a União a arcar com a manutenção do parque diante de suas precárias condições de funcionamento e ausência de recursos.
Para o procurador, “há a necessidade premente da liberação dos recursos para evitar o agravamento do estado de deterioração que se encontra o Parque Nacional da Serra da Capivara. O objetivo final da ação é alocar recursos federais permanentes da União e assim evitar medidas paliativas”, disse o procurador.
Além do representante do MPF, também estiveram presentes na reunião de ontem a presidente da Fundação do Homem Americano (Fundham), Niéde Guidon, responsável pela administração do parque, e advogados.
MPF
2015 ha sido el peor año climático de la historia moderna
Tendencias 21
T21
02.08.2016
Ha registrado una escalada de temperaturas, en los niveles de los océanos y en las emisiones de efecto invernadero
2015 ha sido el peor año de la historia moderna por sus datos climáticos, que registraron una escalada en las temperaturas, la subida de los océanos y las emisiones de gases de efecto invernadero, según constata un informe en el que han participado 450 científicos de todo el mundo.
Veja a matéria completa.
T21
02.08.2016
Ha registrado una escalada de temperaturas, en los niveles de los océanos y en las emisiones de efecto invernadero
2015 ha sido el peor año de la historia moderna por sus datos climáticos, que registraron una escalada en las temperaturas, la subida de los océanos y las emisiones de gases de efecto invernadero, según constata un informe en el que han participado 450 científicos de todo el mundo.
Veja a matéria completa.
El CO2 puede ser almacenado bajo tierra 100.000 años sin peligro
Tendencias 21
Redacción T21
01.08.2016
El análisis de una reserva de dióxido de carbono de origen natural señala que la técnica CCS sería segura
El estudio de una reserva de CO2 de origen natural de 100.000 años de antigüedad no ha revelado una corrosión significativa en dicha reserva. Esto sugiere que el gas de efecto invernadero no se ha filtrado ni ha salido durante ese tiempo. Dado que los escapes son una de las principales preocupaciones sobre la captura y almacenamiento de carbono (CCS) para reducir los gases de efecto invernadero, el hallazgo parece una buena noticia.
Veja a matéria completa.
Redacción T21
01.08.2016
El análisis de una reserva de dióxido de carbono de origen natural señala que la técnica CCS sería segura
El estudio de una reserva de CO2 de origen natural de 100.000 años de antigüedad no ha revelado una corrosión significativa en dicha reserva. Esto sugiere que el gas de efecto invernadero no se ha filtrado ni ha salido durante ese tiempo. Dado que los escapes son una de las principales preocupaciones sobre la captura y almacenamiento de carbono (CCS) para reducir los gases de efecto invernadero, el hallazgo parece una buena noticia.
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terça-feira, 2 de agosto de 2016
O Brasil chega à Olimpíada sem cara - Eliane Brum
El País
Eliane Brum
01.08.2016
Trecho da matéria:
"Assim, o Brasil chega à Olimpíada real demais. Na lama que rompeu a barragem de Mariana, na merda boiando nas águas da Guanabara, no genocídio dos jovens negros pela Polícia Militar, na ciclovia que desaba matando gente no dia em que a tocha olímpica é acendida na Grécia. Na onça assassinada durante a passagem da tocha olímpica pela Amazônia. Dá para ficar enfileirando exemplos por parágrafos. Até o samba de Tom Jobim se contamina quando é o mosquito da dengue, do zika e da chicungunha que passa a ter asas abertas sobre a Guanabara."
Veja a matéria completa.
Eliane Brum
01.08.2016
Trecho da matéria:
"Assim, o Brasil chega à Olimpíada real demais. Na lama que rompeu a barragem de Mariana, na merda boiando nas águas da Guanabara, no genocídio dos jovens negros pela Polícia Militar, na ciclovia que desaba matando gente no dia em que a tocha olímpica é acendida na Grécia. Na onça assassinada durante a passagem da tocha olímpica pela Amazônia. Dá para ficar enfileirando exemplos por parágrafos. Até o samba de Tom Jobim se contamina quando é o mosquito da dengue, do zika e da chicungunha que passa a ter asas abertas sobre a Guanabara."
Veja a matéria completa.
'Pior Olimpíada da história'? Problemas fazem Rio 2016 ser alvo de escárnio na China
BBC-Brasil
02.08.2016
Às vésperas da abertura dos Jogos do Rio na próxima sexta-feira, a Vila Olímpica volta a ser alvo de escárnio de outro grupo de atletas estrangeiros - desta vez, os chineses.
Veja a matéria completa.
02.08.2016
Às vésperas da abertura dos Jogos do Rio na próxima sexta-feira, a Vila Olímpica volta a ser alvo de escárnio de outro grupo de atletas estrangeiros - desta vez, os chineses.
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Maria da Penha - 10 Anos em 10 Histórias
G1
01.08.2016
INTRODUÇÃO
Uma hora é a bebida. Na outra, é o ciúme, a raiva acumulada, a não aceitação da separação. Com desculpas como essas, todos os dias centenas de homens batem, queimam, espancam, ameaçam e às vezes chegam a matar suas esposas, namoradas, filhas e outras mulheres da família.
No Brasil, uma a cada cinco mulheres é vítima de violência doméstica, segundo dados da Secretaria de Política para Mulheres. Cerca de 80% dos casos são cometidos por parceiros ou ex-parceiros.
Há dez anos, uma lei foi criada no país para punir os autores da violência no ambiente familiar. Batizada de Maria da Penha, em homenagem a uma das tantas vítimas de agressão, ela é considerada uma das melhores legislações do mundo no combate à violência contra as mulheres pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Mas ainda há desafios, como a não aplicação da lei em alguns casos, a falta de grupos de recuperação para agressores e de atendimento especializado às vítimas, a não conscientização de parte da população sobre o que é violência doméstica.
O G1 colheu dez depoimentos que mostram como a legislação é percebida sob diferentes pontos de vista. Do agressor à vítima, da delegada e da juíza que convivem diariamente com os casos à ativista que presta atendimento às mulheres.
Continua.
01.08.2016
INTRODUÇÃO
Uma hora é a bebida. Na outra, é o ciúme, a raiva acumulada, a não aceitação da separação. Com desculpas como essas, todos os dias centenas de homens batem, queimam, espancam, ameaçam e às vezes chegam a matar suas esposas, namoradas, filhas e outras mulheres da família.
No Brasil, uma a cada cinco mulheres é vítima de violência doméstica, segundo dados da Secretaria de Política para Mulheres. Cerca de 80% dos casos são cometidos por parceiros ou ex-parceiros.
Há dez anos, uma lei foi criada no país para punir os autores da violência no ambiente familiar. Batizada de Maria da Penha, em homenagem a uma das tantas vítimas de agressão, ela é considerada uma das melhores legislações do mundo no combate à violência contra as mulheres pela ONU (Organização das Nações Unidas).
Mas ainda há desafios, como a não aplicação da lei em alguns casos, a falta de grupos de recuperação para agressores e de atendimento especializado às vítimas, a não conscientização de parte da população sobre o que é violência doméstica.
O G1 colheu dez depoimentos que mostram como a legislação é percebida sob diferentes pontos de vista. Do agressor à vítima, da delegada e da juíza que convivem diariamente com os casos à ativista que presta atendimento às mulheres.
Continua.
Com investimento bilionário na Rio 2016, TV americana causa 'corujão' esportivo e tenta até alterar alfabeto
BBC-Brasil
Fernando Duarte
29.07.2016
Muitas pessoas que compraram ingressos para eventos de basquete, natação e vôlei de praia da Rio 2016 devem ter estranhado quando encontraram uma programação mais adequada para uma "balada" do que para uma competição esportiva - as finais na piscina, por exemplo, começam às 22h de Brasília.
Veja a matéria completa.
Fernando Duarte
29.07.2016
Muitas pessoas que compraram ingressos para eventos de basquete, natação e vôlei de praia da Rio 2016 devem ter estranhado quando encontraram uma programação mais adequada para uma "balada" do que para uma competição esportiva - as finais na piscina, por exemplo, começam às 22h de Brasília.
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Agrotóxicos ameaçam colônias de aves da Antártica
JC-Notícias/SBPC
01.08.2016
Estudo identifica contaminantes orgânicos no sangue de petréis-gigantes
Pesquisadores confirmaram a presença de contaminantes orgânicos no sangue de petréis-gigantes do sul de diversas colônias na Península Antártica. Estudos de carcaças e outros tecidos já tinham dado sinais da contaminação, agora confirmados a partir de amostras de sangue em que foi detectada a presença de diversas substâncias nocivas, entre as quais o DDT, pesticida banido nos Estados Unidos em 1972, quando se constatou que seu uso ameaçava a sobrevivência de diversas espécies de aves de rapina.
Veja a matéria completa.
01.08.2016
Estudo identifica contaminantes orgânicos no sangue de petréis-gigantes
Pesquisadores confirmaram a presença de contaminantes orgânicos no sangue de petréis-gigantes do sul de diversas colônias na Península Antártica. Estudos de carcaças e outros tecidos já tinham dado sinais da contaminação, agora confirmados a partir de amostras de sangue em que foi detectada a presença de diversas substâncias nocivas, entre as quais o DDT, pesticida banido nos Estados Unidos em 1972, quando se constatou que seu uso ameaçava a sobrevivência de diversas espécies de aves de rapina.
Veja a matéria completa.
Las rutas migratorias de las aves cantoras están en sus genes
Tendencias 21
UBC/T21
29.07.2016
Un estudio realizado en Canadá determina que una zona reducida del genoma rige los viajes anuales de los pájaros
Un estudio realizado en Canadá demuestra que un reducido grupo de genes determina las rutas migratorias de las aves cantoras. Mediante geolocalizadores colocados en sus alas, y secuenciación genética, han observado las diferencias que hay entre poblaciones similares.
Veja a matéria completa.
UBC/T21
29.07.2016
Un estudio realizado en Canadá determina que una zona reducida del genoma rige los viajes anuales de los pájaros
Un estudio realizado en Canadá demuestra que un reducido grupo de genes determina las rutas migratorias de las aves cantoras. Mediante geolocalizadores colocados en sus alas, y secuenciación genética, han observado las diferencias que hay entre poblaciones similares.
Veja a matéria completa.
La obligación de ser ‘puras’
El País
Francisco Peregil
26.07.2016
En Marruecos, la preferencia de los hombres por esposas vírgenes ha convertido la reconstrucción del himen en práctica común.
Veja a matéria completa.
Francisco Peregil
26.07.2016
En Marruecos, la preferencia de los hombres por esposas vírgenes ha convertido la reconstrucción del himen en práctica común.
Veja a matéria completa.
segunda-feira, 1 de agosto de 2016
Populações da Amazônia sofrem com estresse e depressão, aponta pesquisa
Ciência&Mulher/SBPC
Edinilza Ribeiro dos Santos
19.07.2016
Ampla cobertura vegetal, rica variedade de fauna e flora, muita água e um clima de dar inveja a nativos de muitos países pelo mundo afora. A Amazônia é, aparentemente, um lugar paradisíaco. Diante da descrição, é difícil imaginar que no estado existam registros de uma das doenças mais perigosas do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS): a depressão. Dados sobre essa temática foram registrados no artigo “Prevalence of depression and depression care for populations registered in primary care in two remote cities in the brazilian Amazon”, publicado na revista científica PLoS One – disponível no Portal de Periódicos da Capes.
Veja a matéria completa.
Edinilza Ribeiro dos Santos
19.07.2016
Ampla cobertura vegetal, rica variedade de fauna e flora, muita água e um clima de dar inveja a nativos de muitos países pelo mundo afora. A Amazônia é, aparentemente, um lugar paradisíaco. Diante da descrição, é difícil imaginar que no estado existam registros de uma das doenças mais perigosas do mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS): a depressão. Dados sobre essa temática foram registrados no artigo “Prevalence of depression and depression care for populations registered in primary care in two remote cities in the brazilian Amazon”, publicado na revista científica PLoS One – disponível no Portal de Periódicos da Capes.
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O sonho agridoce das prostitutas da Olimpíada
El País
María Martín
31.07.2016
EL PAÍS mergulha no dia a dia de um grupo de brasileiras que deixou para trás estudos, filhos e família para se prostituir durante os Jogos
Três rápidas e sonoras palmadas no ar podem ter um poder perturbador. Significam que um cliente está entrando e que a conversa e o descanso dos pés, calçados em saltos de 15 centímetros, acabaram. Ninguém chama você pelo seu nome, nem pede por favor.
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María Martín
31.07.2016
EL PAÍS mergulha no dia a dia de um grupo de brasileiras que deixou para trás estudos, filhos e família para se prostituir durante os Jogos
Três rápidas e sonoras palmadas no ar podem ter um poder perturbador. Significam que um cliente está entrando e que a conversa e o descanso dos pés, calçados em saltos de 15 centímetros, acabaram. Ninguém chama você pelo seu nome, nem pede por favor.
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Tampoco los estrógenos evitan las arrugas
Público - Espanha
MALEN RUIZ DE ELVIRA
27.07.2016
Las características étnicas son las que más influyen en el envejecimiento de la piel de cara y cuello, según un estudio de cuatro años en mujeres.
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MALEN RUIZ DE ELVIRA
27.07.2016
Las características étnicas son las que más influyen en el envejecimiento de la piel de cara y cuello, según un estudio de cuatro años en mujeres.
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Las neuronas fabrican ‘nano-columnas’ de proteínas para comunicarse entre ellas
Tendencias 21
Universidad de Maryland/T21
28.07.2016
Científicos norteamericanos observan con detalle las conexiones sinápticas
Científicos de la Universidad de Maryland (EE.UU.) han descubierto detalles sobre la arquitectura de las transmisiones sinápticas entre neuronas, y en concreto la increíble precisión con la que las neuronas colocan las proteínas para formar una 'nano-columna' que permite la comunicación.
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Universidad de Maryland/T21
28.07.2016
Científicos norteamericanos observan con detalle las conexiones sinápticas
Científicos de la Universidad de Maryland (EE.UU.) han descubierto detalles sobre la arquitectura de las transmisiones sinápticas entre neuronas, y en concreto la increíble precisión con la que las neuronas colocan las proteínas para formar una 'nano-columna' que permite la comunicación.
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domingo, 31 de julho de 2016
Vivendo com a Demência de Alzheimer - Elisabete Castelon Konkiewitz
Vídeo elaborado pela Profa. Dra. Elisabete Castelon Konkiewitz com orientações práticas para cuidadores de pacientes com a demência do tipo Alzheimer.
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