quarta-feira, 29 de outubro de 2025
“Nuestros nanodispositivos detectan tumores en una sola gota de sangre”, Laura M. Lechuga, investigadora del Instituto Catalán de Nanotecnología
Agência SINC
Marcos D. Oliveros
27.10.2025
Esta doctora en Química ha desarrollado biosensores capaces de detectar en minutos biomarcadores asociados a cánceres como el de pulmón o el de ovario. Las aportaciones Laura M. Lechuga han sido reconocidas con el Premio Fundación Lilly de Investigación Biomédica Preclínica 2025.
terça-feira, 28 de outubro de 2025
Operação mais letal da história do Rio mata 64 e prende mais de 100
UOL
Uesley Durães, Manuela Rached Pereira e Daniela Dutra Do UOL, em São Paulo, e colaboração para o UOL, no Rio*
Uesley Durães, Manuela Rached Pereira e Daniela Dutra Do UOL, em São Paulo, e colaboração para o UOL, no Rio*
28.10.2025
Mário de Andrade, intérprete de um Brasil racista
Jornal da USP
Luiz Prado
Livro recupera pesquisas, poemas e textos que mostram como o escritor modernista se preocupou com as questões raciais do País
Luiz Prado
24.10.2025
Já se passaram 80 anos da morte de Mário de Andrade (1893-1945), mas essas oito décadas ainda não se mostraram suficientes para esgotar as descobertas a respeito do alcance dos seus interesses e da abrangência da sua produção. O mais recente achado trata da preocupação de Mário com os aspectos culturais, históricos e antropológicos da população e da cultura negras do Brasil.
Novo centro de pesquisas na USP vai beneficiar pessoas com deficiência visual em todo o País
Jornal da USP
Antonio Carlos Quinto
Centro de Pesquisa e Orientação sobre Deficiência Visual (CpodV) atuará no desenvolvimento de projetos que permitam maior acessibilidade e integração a pessoas com deficiência visual
Antonio Carlos Quinto
24.10.2025
A USP será sede de um novo centro de pesquisa que irá se especializar em desenvolver pesquisas e implementar tecnologias assistivas com o objetivo de promover a inclusão social, educacional, profissional e cultural de pessoas com deficiência visual. Trata-se do Centro de Pesquisa e Orientação sobre Deficiência Visual (CpodV) que será liderado pela professora Maria Célia Lima-Hernandes, da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, e pelo professor Cleyton Fernandes Ferrarini, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), respectivamente diretora e vice-diretor da iniciativa.
JC-Notícias/SBPC - Edição 7799 - 27.10.2025
JC-Notícias/SBPC
TV Cultura - Ao Vivo Jornalismo TV Cultura #Pulsa Xingu!!! Jornal Hoje Fantástico AstroAventura Sobre o Pantanal Zé Celso Vive!!! Jornal Nacional Gazeta Zero Hora Estadão UOL Folha SP G1 GloboNews Café Filosófico Instituto Socioambiental (ISA) Rita Lee Vive!!! Silvia Chiarelli Vive! Cacalo Campos Vive!!! Fases doença de Alzheimer O que ñ falar pessoa com Alzheimer Alzheimer, quero ir para casa Drauzio Varella entrevista Isabel Teixeira Norma Jean Adultização Dossiê Feminicídeo Dossiê Violência Sexual Rita Leenda!!! Exercícios osteoporose Exercícios A. Reumatoide Mãos Exercícios Espondilite Anquilosante Túnel do Carpo Exercícios equilíbrio e força para idosos Fraqueza muscular em idosos Reverter fraqueza muscular depois dos 60 anos Creatina - Pessoas com mais de 60 anos Alzheimer - Idosos ASTOR PIAZZOLLA GERRY MULLIGAN Rádio UNESP Rádio USP Rádio Cultura FM Rádio Cultura Brasil Search for Life Própolis Verde - Alecrim-do-campo Diferenças: Cansaço e Fraqueza Muscular Hélio Lourenço: Símbolo da Liberdade Acadêmica Hélio Lourenço - Vida e Legado ESPECIAL USP 90 ANOS O Botânico Ricardo Cardim Dom Phillips e Bruno Pereira vivem!!! Niède Guidon Vive!!! Peres Prado pot-pourri Uma Guardiã do Cerrado Gota Sat Som - Templo do som e do silêncio
27.10.2025
TV Cultura - Ao Vivo Jornalismo TV Cultura #Pulsa Xingu!!! Jornal Hoje Fantástico AstroAventura Sobre o Pantanal Zé Celso Vive!!! Jornal Nacional Gazeta Zero Hora Estadão UOL Folha SP G1 GloboNews Café Filosófico Instituto Socioambiental (ISA) Rita Lee Vive!!! Silvia Chiarelli Vive! Cacalo Campos Vive!!! Fases doença de Alzheimer O que ñ falar pessoa com Alzheimer Alzheimer, quero ir para casa Drauzio Varella entrevista Isabel Teixeira Norma Jean Adultização Dossiê Feminicídeo Dossiê Violência Sexual Rita Leenda!!! Exercícios osteoporose Exercícios A. Reumatoide Mãos Exercícios Espondilite Anquilosante Túnel do Carpo Exercícios equilíbrio e força para idosos Fraqueza muscular em idosos Reverter fraqueza muscular depois dos 60 anos Creatina - Pessoas com mais de 60 anos Alzheimer - Idosos ASTOR PIAZZOLLA GERRY MULLIGAN Rádio UNESP Rádio USP Rádio Cultura FM Rádio Cultura Brasil Search for Life Própolis Verde - Alecrim-do-campo Diferenças: Cansaço e Fraqueza Muscular Hélio Lourenço: Símbolo da Liberdade Acadêmica Hélio Lourenço - Vida e Legado ESPECIAL USP 90 ANOS O Botânico Ricardo Cardim Dom Phillips e Bruno Pereira vivem!!! Niède Guidon Vive!!! Peres Prado pot-pourri Uma Guardiã do Cerrado Gota Sat Som - Templo do som e do silêncio
segunda-feira, 27 de outubro de 2025
Modernismo baiano e a invisibilidade dos artistas negros
Jornal da UNICAMP
Edção 734
Marina Gama
Historiador revela como o mito da democracia racial sustentou exclusões simbólicas e materiais no meio artístico
Em meados da década de 1940, o jovem pintor Rubem Valentim voltou para casa em Salvador após mais um dia de trabalho como dentista. Em seu diário, registrou um gesto extremo: destruiu pincéis, tintas e cavalete. Segundo o relato, sentia-se sufocado pela impossibilidade de ser reconhecido como artista em um ambiente que, embora exaltasse a negritude como símbolo cultural, fechava as portas para criadores negros.
Essa cena, preservada em seus diários da juventude, sintetiza as contradições que atravessaram a vida de uma geração de artistas negros baianos. Ao mesmo tempo em que sua arte era celebrada de maneira condescendente como expressão da autenticidade popular, suas ambições como intelectuais e inovadores eram sistematicamente diminuídas.
Foi para reconstruir esses caminhos que o historiador Bruno Pinheiro dedicou os últimos anos a uma pesquisa minuciosa sobre o modernismo negro na Bahia entre 1947 e 1964. Sua tese de doutorado, defendida no programa de pós-graduação em História, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp, sob orientação da professora Silvana Rubino, venceu o Prêmio Capes de Teses 2025.
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