sábado, 10 de outubro de 2026

Quando o remédio não chega, o tratamento corre risco: infectologistas alertam para barreiras após fim do Art em Casa

Agência AIDS
09.10.2026

Infectologistas destacam que envelhecimento, dificuldade de locomoção, isolamento, estigma e ausência de rede de apoio podem comprometer a continuidade do cuidado

O tratamento do HIV transformou profundamente a história da epidemia. Com acompanhamento adequado e uso contínuo da terapia antirretroviral, uma pessoa vivendo com HIV pode ter qualidade de vida e, ao manter a carga viral indetectável, não transmite o vírus sexualmente. Mas entre a existência do medicamento e a possibilidade concreta de permanecer em tratamento há barreiras que passam por renda, transporte, envelhecimento, mobilidade, saúde mental, estigma e ausência de rede de apoio.