25.05.2026
Uma das confusões mais comuns quando o assunto é vírus perigosos é equiparar letalidade a perigo. Do ponto de vista da saúde pública, as duas medidas caminham juntas, mas não significam a mesma coisa.
O vírus que mata mais, em proporção, não é necessariamente o que representa maior ameaça para a população —pode ser aquele que se dissemina com mais facilidade, que atinge grupos vulneráveis sem aviso prévio, ou que sobrecarrega o sistema de saúde e compromete o atendimento de outras doenças.












