Força-tarefa contra o sarampo, novas rotas de distribuição e apoio aos municípios estão entre as ações premiadas; Para gestores, problema da queda vacinal é multifatorial, e soluções precisam ser adaptadas para cada realidade
A recuperação das coberturas vacinais no Brasil tem exigido muito mais do que a garantia de oferta de imunizantes. Melhorar os índices depende de vencer distâncias geográficas, reorganizar serviços, enfrentar a desinformação, aproximar a vacina das pessoas e criar novas formas de cooperação dentro do SUS.
No ano passado, o Brasil retornou à lista dos 20 países com maior número de crianças não vacinadas no mundo, segundo levantamento divulgado pelo Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e pela OMS (Organização Mundial da Saúde), e há uma corrida em curso para reverter esse quadro.