terça-feira, 6 de agosto de 2013
Secretário da Anistia Internacional pede fim da impunidade no Brasil
Via Portal Terra
05.08.2013
O secretário-geral da Anistia Internacional, Salil Shetty, visitou nesta segunda-feira uma comunidade do Rio de Janeiro e exigiu que as autoridades adotem medidas para conter os "abusos" da polícia contra os mais pobres.
Shetty, que permanecerá no Brasil até a próxima sexta-feira, começou sua visita ao país no Complexo da Maré, na zona norte do Rio, onde participou de um encontro com moradores e representantes das associações de moradores da favela e das organizações Observatório de Favelas e das Redes de Desenvolvimento da Maré.
O secretário-geral da Anistia Internacional convidou os moradores da Maré e de outras regiões pobres do Rio a denunciar os abusos da polícia, a fim de que se acabe com "a impunidade" que ampara os responsáveis pelos abusos. Continua.
05.08.2013
O secretário-geral da Anistia Internacional, Salil Shetty, visitou nesta segunda-feira uma comunidade do Rio de Janeiro e exigiu que as autoridades adotem medidas para conter os "abusos" da polícia contra os mais pobres.
Shetty, que permanecerá no Brasil até a próxima sexta-feira, começou sua visita ao país no Complexo da Maré, na zona norte do Rio, onde participou de um encontro com moradores e representantes das associações de moradores da favela e das organizações Observatório de Favelas e das Redes de Desenvolvimento da Maré.
O secretário-geral da Anistia Internacional convidou os moradores da Maré e de outras regiões pobres do Rio a denunciar os abusos da polícia, a fim de que se acabe com "a impunidade" que ampara os responsáveis pelos abusos. Continua.
Historiador critica projeto de lei que garante exclusividade para o exercício da profissão
JC e-mail 4783, de 05 de Agosto de 2013.
Historiador critica projeto de lei que garante exclusividade para o exercício da profissão
Artigo de Francisco Marshall* publicado no Zero Hora de 3 de agosto - 'O teor do projeto em discussão vai produzir uma casta cartorial e tecnocrática para controlar a produção livre do conhecimento'
Ora tramita em regime de urgência no Congresso Nacional o PL 4.699/2012, do senador Paulo Paim (PT), que trata da profissionalização do historiador. O projeto assegura aos historiadores diplomados prerrogativas exclusivas e interdições que atingirão a pesquisa e a difusão do conhecimento histórico. O privilégio pretendido encaminha conflitos com os historiadores temáticos, que tratam da História da Arte, das Ciências ou da Literatura, entre muitas especialidades de consistente tradição e relevância. Estes conflitos, decorrentes da luta corporativa por reserva de mercado, já motivaram protestos até da Academia Brasileira de Ciências e da SBPC, e abrem questões de interesse amplo e grave: há benefício social na regulamentação da profissão de historiador, e riscos reais em sua inexistência? Caso existam, estes riscos são tais que justifiquem os transtornos prometidos pelo exclusivismo? Deve a memória histórica ser atribuição exclusiva de certo segmento técnico? Com que vantagens e desvantagens? Qual a cientificidade da História, e quais os usos deste saber? Eis, portanto, ocasião para discutirmos a relação entre História, historiador e sociedade, e para pensarmos algo sobre trabalho, ciência e liberdade.
A questão central é sobre a natureza e a potência do conhecimento histórico. Há um método que se aprende apenas tirando diploma? A posse deste método assegura grau superior e exclusivo para o exame do passado? Esta exclusividade resulta em bem social? Pode o desenvolvimento da investigação histórica ser tolhido de toda a parcela da sociedade não diplomada, e confiada a uma guilda de fornecedores do conhecimento? Continua.
Folha de domingo publica especial sobre educação
JC e-mail 4783, de 05 de Agosto de 2013.
Folha de domingo publica especial sobre educação
Os entraves para a melhoria do ensino no Brasil e outros temas são analisados em matérias especiais
Muita teoria e pouca prática formam docente
Graduação para professores no Brasil tem 10% de estágio; conhecimentos específicos ocupam boa parte da grade
"Não dá para formar um professor só lendo Piaget."
A frase é do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em alusão à carga teórica dos cursos que formam docentes para a escola básica, como a literatura de Jean Piaget, pensador do século 20.
Foi dita recentemente em encontro com mil secretários municipais da área de ensino. Arrancou aplausos.
A declaração sintetiza a avaliação dos gestores de que a formação universitária dos futuros professores da educação básica é um dos entraves para a melhoria da qualidade do ensino no país.
A reclamação é que os futuros docentes têm muito contato com teóricos da educação, mas terminam o curso despreparados para enfrentar salas de aulas.
CARGA HORÁRIA
Um dos mais amplos estudos no país sobre currículos das licenciaturas foi feito recentemente pelas fundações Victor Civita e Carlos Chagas.
O trabalho apontou que nos cursos de licenciatura do país que formam professores de português e de ciências, a carga horária voltada à docência fica em 10%.
Já o tempo destinado aos conhecimentos específicos das áreas passa dos 50%.
"Os professores chegam às escolas com bom conhecimento da sua disciplina, mas não sabem como ensinar", disse à Folha o secretário estadual de Educação de São Paulo, Herman Voorwald.
Na opinião do secretário, cuja rede tem 200 mil professores, um docente de matemática, por exemplo, é muito mais um matemático do que um professor.
Para Voorwald, as licenciaturas deveriam ter menos conteúdos específicos das matérias e mais técnicas sobre como dar aulas.
Presidente da comissão de graduação da Faculdade de Educação da USP, Manoel Oriosvaldo discorda que a formatação dos cursos de pedagogia e de licenciatura seja responsável pela má qualidade do ensino básico.
"Com o salário que se paga ao professor, é difícil convencer um jovem a assumir uma sala de aula", afirma. "Se as condições de trabalho melhoram, sobe o nível de quem seguirá na carreira."
Especificamente sobre os currículos, ele diz que diminuir a teoria dos cursos "simplifica o papel do professor".
Para Oriosvaldo, a teoria permite que o professor consiga refletir sobre sua atividade constantemente. E corrigi-la quando necessário.
Além disso, o docente deve ter condição de ensinar aos alunos o histórico que levou à resolução de uma equação, por exemplo. Assim, o jovem conseguirá também produzir conhecimento.
SEM MUDANÇAS
A maioria dos alunos e dos coordenadores dos cursos de formação de professores tem avaliação semelhante à do professor da USP, mostra estudo feito pela Fundação Lemann, a pedido da Folha.
O trabalho aponta que há menos coordenadores de cursos de pedagogia ávidos por mudanças em seus currículos (38% das respostas) do que em engenharia civil (50%), por exemplo.
A pedagogia forma professores para atuar com os alunos de seis a dez anos. A partir daí, os demais professores vêm das licenciaturas.
A opinião sobre os cursos foi tabulada a partir das respostas dadas nos questionários do Enade 2011, exame federal de ensino superior.
As respostas mostram também que os formandos em pedagogia se sentem mais bem preparados para a profissão (68%) do que os de engenharia de produção (57%).
Contraditoriamente, o Enade revela que os concluintes dos cursos de formação de professores estão entre os que possuem notas mais baixas em conhecimentos gerais. Pedagogia está na 46ª pior posição, entre 59 cursos.
(Fábio Takahashi/Folha de S.Paulo)
Outras matérias da publicação especial:
Especialistas querem residência pedagógica
Cursos de formação fora do Brasil vão de um a cinco anos
Coordenador pedagógico não tem curso próprio
Quem é o professor?
Docente que está na escola fez pedagogia em faculdade privada
Salário varia entre menos que o piso e padrão finlandês
Curso a distância cresce 45 vezes em dez anos
Atratividade da carreira docente é questão-chave
"Professor bom vai além da receita do bolo"
Falta referência nacional para currículo nas escolas
Congresso quer mais disciplinas na sala de aula
domingo, 4 de agosto de 2013
1001 álbuns para ouvir antes de morrer disponíveis
on-line
Via Revista Bula
Por Carlos Willian Leite
30.07.2013
Comentário básico:
O site indicado por Carlos Willian Leite,
da Revista Bula, é fantástico.
Um dos melhores que já vi na net sobre música.
Não deixem de navegar por lá.
Não deixem também de divulgá-lo!
Grande abraço a todos,
Adelidia Chiarelli
Por Carlos Willian Leite
30.07.2013
O “1001 Álbuns” é um projeto audacioso. Seus criadores, a rádio romena 3 Net, disponibilizaram 1001 álbuns de música para se ouvir on-line. Os álbuns do projeto são os mesmos do livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”, do jornalista Robert Dimery. Do rock ao pop, são apresentados os melhores álbuns dos últimos 50 anos. A seleção foi feita em 2006 por 90 jornalistas e críticos e abrange a história da música de 1955 a 2005, de Frank Sinatra a Arcade Fire. Artistas brasileiros como João Gilberto, Tom Jobim, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Astrud Gilberto, Bebel Gilberto, Mutantes, Chico Buarque, Elis Regina, Jorge Ben Jor e Sepultura também estão presentes. Os álbuns estão organizados por ordem cronológica. Para ouvir, basta clicar no CD desejado e aguardar o player no canto superior direito do site.
Comentário básico:
O site indicado por Carlos Willian Leite,
da Revista Bula, é fantástico.
Um dos melhores que já vi na net sobre música.
Não deixem de navegar por lá.
Não deixem também de divulgá-lo!
Grande abraço a todos,
Adelidia Chiarelli
Tempo de violência
JC e-mail 4782, de 02 de Agosto de 2013.
Tempo de violência
Estudo prevê que mudanças climáticas provocarão aumento de até 50% no número de conflitos sociais
O aquecimento global também deverá deixar as pessoas com a cabeça mais quente, aumentando o número de conflitos sociais em todo mundo. A previsão é de pesquisa publicada na edição desta semana na revista "Science", que congregou dados de 60 estudos realizados nos últimos anos em busca de ligações entre períodos de mudanças climáticas e eventos meteorológicos extremos com casos de violência, abrangendo desde brigas domésticas na Índia e Austrália a assaltos, assassinatos e estupros nos EUA e Tanzânia, brutalidade policial na Holanda, invasões de terras no Brasil, guerras civis na África ou mesmo o colapso da civilização Maia no primeiro milênio depois de Cristo.
Segundo os pesquisadores das universidades da Califórnia em Berkeley e de Princeton, mesmo pequenas variações na temperatura e no regime de chuvas elevam significativamente o risco de eclosão de conflitos, podendo chegar a uma alta de 16% nos casos de violência interpessoal e de 50% nos confrontos entre grupos até 2050 em algumas regiões do planeta. Para chegar a esta conclusão, os cientistas revisaram os dados de estudos sobre a influência das mudanças climáticas no comportamento de indivíduos e de grupos sociais em áreas tão díspares como climatologia e arqueologia, passando por economia, ciências políticas e psicologia.
- Mas o que ainda estava faltando era um retrato mais claro do que estas pesquisas como um todo estavam nos dizendo - conta Solomon Hsiang, principal autor do estudo, que iniciou quando estava em Princeton e hoje é professor em Berkeley. - Assim, coletamos 60 estudos que tinham 45 diferentes conjuntos de dados, reanalisando-os sob uma mesma estrutura estatística, e os resultados foram notáveis.
Diferentes tipos de conflitos
De início, Hsiang e seus colegas, Marshall Burke e Edward Miguel, ambos também baseados em Berkeley, adotaram uma definição ampla para conflitos, dividindo-os em três categorias de forma a abranger múltiplos níveis de organização social: violência pessoal, que inclui crimes como assassinatos, assaltos, estupros e violência doméstica; violência intergrupos e instabilidade política, como guerras civis, manifestações violentas, violência étnica e invasões de terras; e colapsos institucionais, abarcando alterações abruptas nas formas de governo e instituições a ele ligadas e o fim de civilizações. Eles então verificaram que os três tipos de conflitos apresentavam uma sistemática e forte resposta às mudanças no clima, com o efeito mais forte na violência intergrupos.
O grande desafio do trabalho, porém, foi encontrar uma forma de harmonizar e comparar os estudos feitos em diversas regiões do mundo, que diferem tanto na natureza de seus eventos climáticos. Para isso, os pesquisadores pegaram emprestado um conceito estatístico conhecido como "desvio padrão".
- Verificamos que um "desvio padrão" em direção de uma temperatura mais quente aumenta as chances de casos de violência pessoal em 4% e de conflitos intergrupos em 14% - diz Burke. - Para dar uma noção de escala, esta mudança na temperatura equivale a um aquecimento de 0,4 grau Celsius em um país africano durante um ano, ou a elevação da temperatura média de um condado nos EUA em 3 graus Celsius durante um mês. São alterações moderadas, mas que têm um impacto significativo no comportamento da sociedade.
Os pesquisadores defendem que seus achados acrescentam uma nova dimensão à luta contra as mudanças climáticas provocadas pela ação humana, acrescentando que entender melhor a maneira como o clima afeta o comportamento violento e a eclosão de conflitos é uma questão premente de futuros estudos.
- Estamos na mesma posição que os médicos estavam nos anos 30: eles podiam encontrar claras evidências estatísticas ligando o fumo ao câncer de pulmão, mas só conseguiram explicar esta relação muitos anos depois. Da mesma forma, podemos demonstrar que os eventos climáticos causam conflitos, mas não podemos dizer exatamente o por quê - compara Hsiang. - Atualmente, várias hipóteses explicam por que o clima pode influenciar os conflitos. Por exemplo, sabemos que mudanças no clima afetam as condições econômicas, particularmente nas economias agrárias, e estudos sugerem que as pessoas ficam mais dispostas a pegar em armas quando a economia se deteriora para manter seus meios de vida.
Burke, por sua vez, considera que provavelmente múltiplos mecanismos atuam nesta relação entre clima e violência, já que nenhuma teoria isolada pode explicar todos os casos:
- Estudos que mostraram que altas temperaturas aumentam os crimes violentos nos EUA, e outras sociedades ricas parecem sugerir que as respostas fisiológicas são importantes também, com pequenas exposições ao calor excessivo contribuindo para um comportamento mais agressivo e violento.
E embora seu estudo tenha identificado uma forte ligação entre clima e violência, os pesquisadores alertam que ele não é a única ou principal causa dos conflitos.
- Digamos que estudamos dados de acidentes de carros e vemos que eles são mais prováveis em dias chuvosos. Isso quer dizer que a chuva é o único fator responsável? Claro que não. Erros dos motoristas são a causa final dos acidentes, mas a chuva os faz mais prováveis. Da mesma forma, os conflitos podem eclodir por variadas razões que só se tornam mais prováveis quando o clima piora - diz Hsiang.
(Cesar Baima / O Globo)
Governo de SP entra na Justiça para obter documentos sobre denúncia de cartel no metrô
Jornal Nacional
03.07.2013
O Cade apura denúncia de formação de cartel em licitações do metrô e de trens em São Paulo, em governos comandados pelo PSDB.
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
03.07.2013
O Cade apura denúncia de formação de cartel em licitações do metrô e de trens em São Paulo, em governos comandados pelo PSDB.
O governador de São Paulo entrou na Justiça para ter acesso às investigações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica. O Cade apura denúncia de formação de cartel em licitações do metrô e de trens em São Paulo, em governos comandados pelo PSDB.
Numa rápida entrevista durante um evento em Guarulhos, o governador Geraldo Alckmin foi direto. Disse que, desde junho, quando soube da investigação, vem pedindo ao Cade acesso aos documentos. Mas até agora, segundo ele, nada foi enviado.
Justiça condena 25 PMs a 624 anos de prisão pelo massacre do Carandiru
Jornal Nacional
03.08.2013
Condenados eram da Rota, a tropa de elite da PM de São Paulo. Foi a segunda maior pena já aplicada pela Justiça brasileira.
Vinte e cinco policiais militares foram condenados a 624 anos de prisão cada um pelo envolvimento no massacre do Carandiru. Há 21 anos, 111 presos foram mortos numa rebelião. Às 4h da madrugada, o juiz Rodrigo de Aguirre Camargo leu os nomes das vítimas. Em seguida, veio o veredicto: "Os acusados concorreram para as práticas dos crimes de homicídio contra a ele imputados, perfazendo a sanção final de 624 anos de reclusão".
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
03.08.2013
Condenados eram da Rota, a tropa de elite da PM de São Paulo. Foi a segunda maior pena já aplicada pela Justiça brasileira.
Vinte e cinco policiais militares foram condenados a 624 anos de prisão cada um pelo envolvimento no massacre do Carandiru. Há 21 anos, 111 presos foram mortos numa rebelião. Às 4h da madrugada, o juiz Rodrigo de Aguirre Camargo leu os nomes das vítimas. Em seguida, veio o veredicto: "Os acusados concorreram para as práticas dos crimes de homicídio contra a ele imputados, perfazendo a sanção final de 624 anos de reclusão".
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
sábado, 3 de agosto de 2013
Trens do Brasil: vagões e locomotivas estão abandonados em Iperó, cidade do Estado de São Paulo
Jornal da Record
27.07.2013
27.07.2013
Pedido básico:
Socooooorrroooo!!!!
Adelidia Chiarelli
TV Globo é condenada por matéria em Unidade de Conservação
Via O ECO
31.07.2013
A Justiça Federal de Tocantins condenou a TV Globo e a empresa Quatro Elementos Turismo Ltda a reparar o dano causado pela reportagem exibida no programa Esporte Espetacular, que associava à imagem da Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins à prática de rafting esportivo, que é a técnica de descida em corredeiras em equipe utilizando botes infláveis e equipamentos de segurança. O esporte é incompatível com os objetivos das estações ecológicas, que são unidades de conservação integrais. A sentença saiu no dia 19/07.
A emissora havia entrado em contato com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que negou a autorização para a realização da matéria. Mesmo assim, a reportagem foi feita e veiculada no dia 25 de abril de 2010. Segundo informações do site da Justiça Federal de Tocantins, a equipe havia sido avisada sobre o impedimento legal de realizar gravações com foco na prática de esportes radicais naquela área, tendo em vista que a Instrução Normativa do IBAMA 05/2002 determina que as matérias jornalísticas realizadas em Estações Ecológicas e Reservas Biológicas não deverão fomentar atividades que não sejam de caráter científico e preservacionista. Continua.
31.07.2013
A Justiça Federal de Tocantins condenou a TV Globo e a empresa Quatro Elementos Turismo Ltda a reparar o dano causado pela reportagem exibida no programa Esporte Espetacular, que associava à imagem da Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins à prática de rafting esportivo, que é a técnica de descida em corredeiras em equipe utilizando botes infláveis e equipamentos de segurança. O esporte é incompatível com os objetivos das estações ecológicas, que são unidades de conservação integrais. A sentença saiu no dia 19/07.
A emissora havia entrado em contato com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), que negou a autorização para a realização da matéria. Mesmo assim, a reportagem foi feita e veiculada no dia 25 de abril de 2010. Segundo informações do site da Justiça Federal de Tocantins, a equipe havia sido avisada sobre o impedimento legal de realizar gravações com foco na prática de esportes radicais naquela área, tendo em vista que a Instrução Normativa do IBAMA 05/2002 determina que as matérias jornalísticas realizadas em Estações Ecológicas e Reservas Biológicas não deverão fomentar atividades que não sejam de caráter científico e preservacionista. Continua.
Mortalidade infantil cai e expectativa de vida aumenta, segundo o IBGE
Jornal Nacional
02.08.2013
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
02.08.2013
Um estudo divulgado nesta sexta-feira (2) pelo IBGE revelou mudanças no perfil da população brasileira, que têm a ver com melhoria das condições de vida no país. Em 30 anos, a mortalidade infantil caiu mais de 75 %. E a expectativa de vida aumentou em 11 anos.
Foi um esforço de décadas, mas os resultados apareceram. Em 1980, a expectativa de vida de homens e mulheres, ao nascer, era de 62,5 anos. Em 2010, subiu para 73 anos. As mulheres continuam vivendo mais: pouco acima dos 77 anos.
O Norte do país é onde os brasileiros vivem menos. A região ficou atrás do Nordeste - que tinha a menor esperança de vida em 1980. A expectativa de vida dos nordestinos teve o maior ganho em três décadas: 58 para 71 anos. As mulheres dessa região melhoraram ainda mais.
Cade investiga denúncia de formação de cartel em obras de governos do PSDB em São Paulo
Jornal Nacional
02.08.2013
Veja a matéria completa. Veja o vídeo.
02.08.2013
Uma reportagem publicada nesta sexta-feira (2) no jornal Folha de São Paulo afirma que a companhia Siemens denunciou que governos estaduais paulistas, comandados pelo PSDB, deram aval para um acordo ilegal firmado entre empresas que participaram de licitações para obras do metrô.
O chamado cartel ocorre quando empresas fazem esse acordo para limitar a concorrência e, dessa forma, conseguir elevar os preços. Segundo o jornal, a prática também ocorreu no Distrito Federal e foi denunciada pela multinacional alemã ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica - o Cade.
Enterrados e esquecidos
JC e-mail 4782, de 02 de Agosto de 2013.
Enterrados e esquecidos
Arqueólogos descobrem misterioso cemitério do século 17 em Recife. Esqueletos ainda não têm identidade conhecida e levantam variadas hipóteses sobre sua origem
Trinta e oito esqueletos masculinos estendidos lado a lado sem roupas mortuárias ou artefatos. Foi com essa situação que uma equipe de arqueólogos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Fundação Seridó se deparou ao fazer a escavação preventiva de uma área da favela de Pilar, em Recife, onde será construído um complexo habitacional do governo do estado. A identidade e o grupo cultural dos corpos ainda não foram desvendados pelos pesquisadores, mas suscitam diferentes hipóteses sobre sua origem e a evolução da cidade a partir do século 17.
A maioria dos esqueletos foi encontrada com os braços cruzados sobre o peito, o que indica que o local provavelmente era um cemitério organizado. Os corpos também não apresentam vestígios de roupas. Os arqueólogos acreditam que tenham sido enterrados com uma mortalha de tecido fino que já se degradou.
O achado veio justamente quando os pesquisadores da Fundação Seridó procuravam por um antigo cemitério de escravos que se acredita que tenha existido na região. A descoberta logo suscitou especulações entre a população, mas os pesquisadores ressaltam que ainda é cedo para fazer afirmações sobre quem eram os mortos.
"Temos certeza de que se trata de um cemitério porque estão todos os esqueletos na mesma posição, com crânio e bacia voltados para o leste, e no mesmo nível de profundidade, mas não podemos fazer muitas outras afirmações", disse a arqueóloga Manuela Matos durante a apresentação do estudo na 65ª Reunião Anual da SBPC. "Pela formação da arcada dentária, é muito provável que se trate de caucasianos, de origem europeia."
Uma das possibilidades levantadas é de que o local tenha sido um cemitério de judeus, que são tradicionalmente enterrados sem roupas. A hipótese ganha força por causa de registros históricos que indicam uma grande ocupação de judeus na região em torno no século 17.
Mas existe ainda a chance de se tratarem de trabalhadores do mar ou soldados. A ideia se baseia na grande quantidade de fraturas de ossos que poderiam estar ligadas a ambas as profissões. "Um dos esqueletos tem fratura da clavícula cicatrizada e quatro apresentam escoliose, o que indica que carregavam peso", disse o bioarqueólogo Sérgio Monteiro, da UFPE. "Outro tem um tumor ósseo na tíbia, provavelmente decorrente de queda e batida, e os dentes apresentam sinais de uso de cachimbo."
A teoria dos soldados tem ainda a seu favor a ausência de vestimentas, que poderia ser explicada pelo reaproveitamento dos uniformes e pelo fato de os sepultamentos estarem próximos do antigo Forte de São Jorge, construção bélica do século 16. Continua.
Pesquisa melhora tratamento de enxerto ósseo
Via Agência USP de Notícias
Por Da Redação - agenusp@usp.br
25.07.2013
Luís Victorelli, da Assessoria de Comunicação do Campus de Bauru
Por Da Redação - agenusp@usp.br
25.07.2013
Luís Victorelli, da Assessoria de Comunicação do Campus de Bauru
O estudo inédito de uma equipe de pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB) da USP provou que a consolidação de um enxerto no osso é melhor quando este enxerto é desmineralizado superficialmente por ácido cítrico antes da fixação. A técnica pioneira também resultou na formação acelerada de novo osso entre essas superfícies, e poderá impactar a qualidade dos tratamentos em implantes dentários. Um artigo descrevendo a pesquisa foi aceito para publicação na revista Journal of Periodontology, um dos mais conceituados periódicos na área de odontologia.
“As pesquisas se baseiam em um método para não apenas aumentar a consolidação dos enxertos ao osso receptor, como também diminuir o tempo de espera entre a cirurgia de enxerto e a de instalação do implante e, consequentemente, diminuir o tempo de duração do tratamento como um todo”, informa a professora Maria Lúcia Rubo de Rezende, pesquisadora responsável pelos estudos.
Clique aqui e veja a matéria completa.
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Midnight in Paris Woody Allen
Inicio de la película de Woody Allen "Media noche en París" con el tema de musical de Sidney Bechet "Si tu vois ma mère". La película merece la pena pero este recorrido por París y sus cambios de colores es precioso. (Texto Youtube)
Valeu, Carlinhos mon amour!
Ibope: protestos derrubam credibilidade das instituições
Via blog do Noblat
02.08.2013
José Roberto de Toledo, Estadão
02.08.2013
José Roberto de Toledo, Estadão
Todas as principais instituições perderam boa parte da confiança dos brasileiros após os protestos de junho. Mas, entre elas, nenhuma perdeu mais do que a presidente da República: três vezes mais do que o resto. É o que mostra uma pesquisa nacional do Ibope, chamada Índice de Confiança Social. Feita anualmente desde 2009, a edição de 2013 foi divulgada nesta quinta-feira.
Entre 2012 e julho passado, todas as 18 instituições avaliadas pelo Ibope se tornaram menos confiáveis aos olhos da opinião pública. É um fato inédito nas cinco edições da pesquisa. O índice de confiança nas instituições caiu 7 pontos, de 54 para 47, e, pela primeira vez, ficou na metade de baixo da escala, que vai de 0 a 100. Na primeira edição, em 2009, marcava 58. Continua.
Governo tem um recuo atrás do outro
Via blog do Noblat
02.08.2013
Chico de Gois, O Globo
02.08.2013
Chico de Gois, O Globo
Desde que a presidente Dilma Rousseff resolveu agir para minimizar o barulho causado pelas ruas, e tentar evitar que sua popularidade role cada vez mais para baixo, uma sucessão de idas e vindas marcou os principais anúncios feitos pelo Palácio do Planalto. Para a oposição, é sinal de falta de rumo. Para aliados, expressão da democracia. Os recuos foram muitos nos últimos dias.
Na área de Saúde, o governo Dilma recuou no programa Mais Médicos, que deixou de exigir dois anos adicionais na formação básica dos alunos; na portaria sobre cirurgias para troca de sexo; e na campanha sobre Aids do Ministério da Saúde. Em fevereiro de 2012, o ministério determinou ao Programa de Aids, da própria pasta, que retirasse da internet o vídeo institucional com cenas de uma relação homossexual entre dois homens, que seria exibido na campanha do Carnaval.
Fraude em fundo da educação se espalha
JC e-mail 4781, de 01 de Agosto de 2013.
Fraude em fundo da educação se espalha
Auditoria da CGU, por amostragem, revela que 73% das prefeituras desviam recursos do Fundeb, criado para melhorar gestão no setor
Principal entrave para a melhoria do índice de desenvolvimento humano dos municípios (IDHM) no Brasil, a qualidade da educação tem sido afetada por desvios e malversação de recursos destinados pelo governo às escolas. Levantamento da Controladoria-Geral da União (CGU) mostra que 73% das prefeituras fiscalizadas em 2011 e 2012 fraudaram processos de licitação para a compra de serviços e materiais de uso na rede pública de ensino.
Os dados constam de relatório sobre a execução de recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que transfere, anualmente, mais de R$ 100 bilhões para bancar salários de professores, compra de equipamentos e manutenção de atividades como a merenda e o transporte escolar.
Nos dois últimos anos, a CGU fez auditoria em 64 municípios que usaram dinheiro do fundo, selecionados por meio de sorteio. Em 46 deles, os auditores detectaram problemas nas licitações, como direcionamento, montagem e até simulação dos processos de competição.
O relatório indica que o porcentual de municípios flagrados em situação de irregularidade aumentou. Numa amostra de 120 prefeituras, fiscalizadas entre 2007 e 2009, 41% cometeram fraudes nas concorrências.
O órgão de controle do governo aponta vários outros problemas. Nos dois últimos anos, 70% dos municípios fizeram despesas incompatíveis com a finalidade do Fundeb. Em 25% dos casos, houve falhas na execução de contratos. É comum o uso do dinheiro sem qualquer controle ou prestação de contas: 32% sacaram dinheiro do fundo na boca do caixa.
Há situações em que a retirada dos recursos foi feita pelo gestor pouco antes da posse de um novo prefeito. O relatório também cita a contratação de empresas fantasmas para o transporte escolar.
O relatório foi apresentado nesta quarta-feira, um dia após a divulgação do IDHM. A CGU não informou a lista de prefeituras que cometeram irregularidades. Questionada, não respondeu a pedido de detalhamento feito pelo Estado.
Gargalos. Em 20 anos, o índice de desenvolvimento humano melhorou 47,8% nos municípios brasileiros. Mas o avanço poderia ser maior, caso o País tivesse resolvido gargalos na educação. Dos três componentes do indicador, que também considera saúde e renda, esse é o que puxa o desempenho dos municípios para baixo.
Segundo a CGU, a falta de fiscalização sobre recursos do Fundeb favorece as fraudes. Embora o órgão faça auditorias pontuais na educação, a lei que regulamenta o fundo não nomeia nenhum ente "supervisor" da execução das despesas em estados e municípios.
A lei prevê a criação de conselhos para exercer controle social sobre o uso dos recursos. Mas, segundo a CGU, três em cada dez não cumprem esse papel. "Faz-se necessário o aperfeiçoamento da legislação com vistas à definição de um órgão ou entidade federal que desempenhe essas funções", diz o relatório.
(Fábio Fabrini/O Estado de S. Paulo)
A cidade tremeu, balançou
JC e-mail 4781, de 01 de Agosto de 2013.
A cidade tremeu, balançou
Mais de 20 anos após um dos piores episódios de terremotos ocorridos no Nordeste, a terra na região segue sacudindo. Mas o país ainda está despreparado para incidentes similares, apesar dos avanços no conhecimento da geologia e geofísica locais
O chão vai tremer no Nordeste e não será ao som da zabumba do maracatu. Na verdade, contrariando o senso comum de que não existem terremotos no país, a região tem sofrido com tremores ao longo da história e é uma área importante de risco sísmico no continente. Apesar de nunca terem provocado grandes calamidades, os abalos já geraram pânico e o abandono de cidades, com importantes impactos sociais. Por isso, o tema entrou na pauta de discussão da 65ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que aconteceu em Recife, Pernambuco, estado em que a presença de falhas geológicas traz grandes riscos de terremotos.
O Brasil encontra-se longe das bordas da placa continental a que pertence - a Sulamericana -, área em que tremores são mais fortes e frequentes. Porém, está sujeito aos chamados sismos intraplacas, quando ocorre um movimento em áreas de falhas geológicas, antigas ou novas. Um dos episódios mais famosos relacionados a esse tipo de tremor ocorreu em New Madri, Estados Unidos: uma série de três terremotos entre 1811 e 1812 que chegou a desviar o curso do rio Mississipi.
"Os sismos que ocorrem na borda das placas são mais frequentes e têm, em geral, maior magnitude, mas ambos podem ser catastróficos", explicou o geofísico Joaquim Mendes Ferreira, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. "Para terremotos de mesma magnitude, por exemplo, um intraplacas terá efeito muito maior, por causa da rigidez do terreno, que absorve menos as ondas sísmicas."
No Nordeste, os maiores tremores registrados atingiram magnitude 5 na escala Richter (cujo valor máximo já registrado foi 9,5). Curiosamente, não foram os mais fortes do Brasil - outros dois, de magnitude 6, foram registrados em 1955 no Mato Grosso e no mar, próximo ao Espírito Santo. No entanto, têm ocorrido na região, ao longo das últimas décadas, muitos sismos de magnitudes 3, 4 e 5. As áreas mais atingidas são o noroeste do Ceará, o chamado lineamento Pernambuco (conjunto de falhas que cruza horizontalmente o estado), o Recôncavo Baiano e a borda da bacia Potiguar - que aparece até em mapas globais de perigo sísmico.
Embora esses tremores não tenham provocado grande número de mortes - apenas uma, em Pereiro, no Ceará, em 1968 -, muitos deixaram um rastro de feridos e de casas destruídas na região e alguns, como o de Caruaru (PE), em 1967, e o de João Câmara (RN), em 1986, provocaram grande pânico na população e o abandono em massa das cidades. "O interessante é que essa fuga não se relaciona só com a intensidade de um tremor, mas com a ocorrência de sismos por períodos mais prolongados", destacou Ferreira. "Por exemplo, o mais forte tremor ocorrido na região, com magnitude de 5.2, atingiu Pacajus e Cascavel, no Ceará, mas, nesse caso, ninguém fugiu; foi um evento isolado e logo começaram a reconstruir as cidades."
Em comparação, entre 1986 e 1991, a cidade de João Câmara foi abalada por mais de 15 tremores com magnitude acima de 4, sendo dois acima de 5. Resultado: destruição, caos social e fuga da população. "Ninguém estava preparado para isso e o pânico acabou sendo aproveitado para fins inescrupulosos, da politicagem à compra de terras das pessoas assustadas a preço de banana", recordou. "A situação foi tão grave que o presidente da República visitou a região para ver de perto o que ocorria."
Uma terra que treme
Mas por que o Nordeste é sujeito a tantos terremotos? Uma explicação é a quantidade de falhas geológicas presentes na região: das 30 conhecidas no Brasil, 24 estão lá. Apesar de muitas delas estarem inativas, fenômenos sísmicos sempre estão associados a esse tipo de estrutura - existentes ou novas.
Por isso mesmo, as primeiras teorias sobre os terremotos do Nordeste, segundo Ferreira, associavam os sismos à reativação de falhas geológicas antigas, o que não se comprova na prática de forma geral. Também foi cogitado que seriam resultado de colapso de cavernas de calcário, o que também não explica a sismicidade da área. "O fato de termos apenas 500 anos de história, em comparação com os milhares de anos de registros escritos de outras partes do mundo, diminui em muito nosso conhecimento sobre a sismicidade do Brasil", ressaltou.
Hoje, a comunidade científica aposta em uma explicação mais geral para o fenômeno: a existência de 'zonas de fraqueza' na região, teoria que requer abordagens específicas para cada episódio. Assim, em muitos casos, os terremotos nordestinos podem ser associados de forma clara às configurações geológicas locais, como a própria presença de falhas e a composição das rochas. No entanto, muitos casos permanecem ainda sem qualquer correlação descoberta, mesmo com a utilização de sofisticadas técnicas de mapeamento.
Para tentar entender ainda melhor o problema, geólogos e sismólogos permanecem constantemente atentos aos movimentos da terra na região. Além de análises geológicas e geofísicas, estudos de dados macrossísmicos e instalação de estações permanentes de monitoramento, eles fazem registros de atividades não isoladas - quando são registrados abalos continuados em determinada área, unidades móveis são instaladas em campo para uma aprofundada análise local do sismo.
Pronto para outra?
Desde o incidente de 1986 em João Câmara, também tem havido esforços para que a história de pânico e caos social não se repita. Além do constante monitoramento, os cientistas buscam fazer um trabalho preventivo com a população, divulgando todas as informações sobre terremotos locais na internet e realizando constantes palestras em localidades atingidas pelos tremores.
No entanto, Ferreira considera que muito ainda precisa ser feito para preparar a região para outro evento similar ao de João Câmara. Para o sismólogo, o país precisa investir ainda mais na informação e no esclarecimento da população. "Fazemos esse esforço de comunicação, mas é insuficiente; é imprescindível que os brasileiros aprendam desde a escola que o Nordeste é uma zona sujeita a terremotos, isso deveria estar nos livros de geografia usados no ensino básico", defendeu.
Além disso, Ferreira destacou a necessidade de investir na infraestrutura da região e de rever a própria organização administrativa destinada a lidar com situações de emergência. "Precisamos de códigos de obras adequados; se não há atividade sísmica suficiente que justifique ter todas as estruturas adaptadas, ao menos prédios públicos, em especial próximos a falhas conhecidas, deveriam ser planejados com isso em mente", ponderou. "Além disso, após a Constituição de 1988, a responsabilidade de lidar com os tremores foi repassada para as prefeituras e elas não têm condições de fazer isso; não há estrutura e cria-se grande espaço para desvios de verbas e corrupção", criticou.
(Marcelo Garcia/Ciência Hoje On-line)
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Implantan falsos recuerdos en ratones
Via Tendencias 21
26.07.2013
clique no texto acima para ler a matéria
26.07.2013
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Após morte de crianças na Índia, FAO volta a pedir banimento de pesticidas
Via EcoDebate
31.07.2013
Agência da ONU disse que tragédia no estado de Bihar prova que químicos têm que ser retirados de países em desenvolvimento; há duas semanas, 23 alunos morreram envenenados por merenda escolar que continha inseticida monocrotofós.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, emitiu um comunicado pedindo o banimento de pesticidas altamente tóxicos.
Segundo a agência da ONU, os pesticidas deveriam ser retirados das prateleiras dos mercados de países em desenvolvimento. O apelo ocorre duas semanas após 23 crianças terem morrido envenenadas numa escola do estado de Bihar, na Índia.
Meio Ambiente
Os alunos consumiram comida contaminada com o inseticida monocrotofós, que pertence ao grupo de químicos organofosforados e é altamente tóxico, como confirmado ainda pela Organização Mundial da Saúde, OMS.
A FAO afirmou que as experiências nos países em desenvolvimento provam que a distribuição e o uso desses produtos nocivos representam um risco para a saúde humana e também o meio ambiente.
A agência lembrou ainda que a morte dos alunos indianos que o estoque e descarte seguro desses pesticidas são uma questão de medidas de redução de risco tão importante como ações de máscaras e roupas de proteção para usá-los.
Medidas de Proteção
A FAO admite que as medidas de segurança são difíceis de manter em muitos países. Para os especialistas da agência, o ciclo completo de distribuição e de descarte dos pesticidas contém riscos consideráveis.
Além da OMS e da FAO, o Banco Mundial também já se pronunciou contra a venda de produtos altamente tóxicos para pequenos agricultores. O maior risco está na falta de conhecimento para manusear os pesticidas, além de medidas e proteção e estoque dos frascos.
Por isso, a FAO defende que os governos de países em desenvolvimento acelerem a retirada desses pesticidas do mercado. A agência da ONU lembra que existem alternativas não-químicas e menos tóxicas.
Governos
Além disso, é possível combater pragas de plantações com um programa mais sustentável e que utilize menos pesticidas.
Os países-membros da FAO adotaram um Código de Conduta Internacional sobre Gerenciamento de Pesticidas para todas as entidades públicas e privadas do setor agrícola.
No caso específico do monocrotofós, que matou as crianças na escola da Índia, vários governos decidiram proibi-lo incluindo países latino-americanos, asiáticos e africanos. Além disso, o pesticida foi banido também da China, da União Europeia, da Austrália dos Estados Unidos.
Matéria de Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York, publicada pelo EcoDebate, 31/07/2013
31.07.2013
Agência da ONU disse que tragédia no estado de Bihar prova que químicos têm que ser retirados de países em desenvolvimento; há duas semanas, 23 alunos morreram envenenados por merenda escolar que continha inseticida monocrotofós.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, emitiu um comunicado pedindo o banimento de pesticidas altamente tóxicos.
Segundo a agência da ONU, os pesticidas deveriam ser retirados das prateleiras dos mercados de países em desenvolvimento. O apelo ocorre duas semanas após 23 crianças terem morrido envenenadas numa escola do estado de Bihar, na Índia.
Meio Ambiente
Os alunos consumiram comida contaminada com o inseticida monocrotofós, que pertence ao grupo de químicos organofosforados e é altamente tóxico, como confirmado ainda pela Organização Mundial da Saúde, OMS.
A FAO afirmou que as experiências nos países em desenvolvimento provam que a distribuição e o uso desses produtos nocivos representam um risco para a saúde humana e também o meio ambiente.
A agência lembrou ainda que a morte dos alunos indianos que o estoque e descarte seguro desses pesticidas são uma questão de medidas de redução de risco tão importante como ações de máscaras e roupas de proteção para usá-los.
Medidas de Proteção
A FAO admite que as medidas de segurança são difíceis de manter em muitos países. Para os especialistas da agência, o ciclo completo de distribuição e de descarte dos pesticidas contém riscos consideráveis.
Além da OMS e da FAO, o Banco Mundial também já se pronunciou contra a venda de produtos altamente tóxicos para pequenos agricultores. O maior risco está na falta de conhecimento para manusear os pesticidas, além de medidas e proteção e estoque dos frascos.
Por isso, a FAO defende que os governos de países em desenvolvimento acelerem a retirada desses pesticidas do mercado. A agência da ONU lembra que existem alternativas não-químicas e menos tóxicas.
Governos
Além disso, é possível combater pragas de plantações com um programa mais sustentável e que utilize menos pesticidas.
Os países-membros da FAO adotaram um Código de Conduta Internacional sobre Gerenciamento de Pesticidas para todas as entidades públicas e privadas do setor agrícola.
No caso específico do monocrotofós, que matou as crianças na escola da Índia, vários governos decidiram proibi-lo incluindo países latino-americanos, asiáticos e africanos. Além disso, o pesticida foi banido também da China, da União Europeia, da Austrália dos Estados Unidos.
Matéria de Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York, publicada pelo EcoDebate, 31/07/2013
Algozes da menina estuprada na cadeia estão livres. Ela desapareceu.
Via blog do Noblat
31.07.2013
Branca Nunes, Blog de Augusto Nunes
Em 21 de outubro de 2007, a menor L.A.B. foi presa em Abaetetuba, no Pará, sob a acusação de tentar furtar um telefone celular. Tinha 15 anos, menos de 40 quilos e um metro e meio de altura.
Levada para a delegacia da cidade de 130 mil habitantes, a quase 100 quilômetros de Belém, passou os 26 dias seguintes numa cela ocupada por mais de 20 homens. Durante todo o tempo, o bando de machos serviu-se à vontade da única fêmea disponível.
Estuprada incontáveis vezes, teve cigarros apagados em seu corpo e as plantas dos pés queimadas enquanto procurava dormir. Alguns detentos, aflitos com as cenas repulsivas, apelaram aos carcereiros para que interrompessem o calvário.
Os policiais preferiram cortar o cabelo da adolescente com uma faca para camuflar a aparência feminina. A rotina de cinco ou seis relações sexuais diárias foi suspensa apenas nos três domingos reservados a visitas conjugais.
O tormento só acabou com a intervenção do conselho tutelar, alertado por uma denúncia anônima.
De tão escabroso, os fatos resumidos até aqui parecem extraídos de um filme de ficção. Mas o episódio aconteceu. E a realidade foi um pouco pior.
Leia mais em Algozes da menina estuprada na cadeia estão livres. Ela desapareceu.
31.07.2013
Branca Nunes, Blog de Augusto Nunes
Em 21 de outubro de 2007, a menor L.A.B. foi presa em Abaetetuba, no Pará, sob a acusação de tentar furtar um telefone celular. Tinha 15 anos, menos de 40 quilos e um metro e meio de altura.
Levada para a delegacia da cidade de 130 mil habitantes, a quase 100 quilômetros de Belém, passou os 26 dias seguintes numa cela ocupada por mais de 20 homens. Durante todo o tempo, o bando de machos serviu-se à vontade da única fêmea disponível.
Estuprada incontáveis vezes, teve cigarros apagados em seu corpo e as plantas dos pés queimadas enquanto procurava dormir. Alguns detentos, aflitos com as cenas repulsivas, apelaram aos carcereiros para que interrompessem o calvário.
Os policiais preferiram cortar o cabelo da adolescente com uma faca para camuflar a aparência feminina. A rotina de cinco ou seis relações sexuais diárias foi suspensa apenas nos três domingos reservados a visitas conjugais.
O tormento só acabou com a intervenção do conselho tutelar, alertado por uma denúncia anônima.
De tão escabroso, os fatos resumidos até aqui parecem extraídos de um filme de ficção. Mas o episódio aconteceu. E a realidade foi um pouco pior.
Leia mais em Algozes da menina estuprada na cadeia estão livres. Ela desapareceu.
Governo desiste de aumentar curso de Medicina em dois anos
Via blog do Noblat
31.07.2013
Obrigatoriedade de trabalho no SUS durante dois anos após graduação, como residência, é mantida
Meta é universalizar o acesso às vagas de residência até 2017 para que a regra comece a valer em 2018
André de Souza, O Globo
O governo enterrou de vez a proposta de estender de seis para oito anos a duração do curso de Medicina, mas a obrigação de trabalhar por dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) continua viva.
Embora com algumas alterações, os dois anos no SUS deverão ser feitos por meio dos programas de residência médica.
Essa possibilidade já havia sido citada na semana passada pelos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Aloizio Mercadante (Educação). A intenção do governo é, até 2017, universalizar o acesso às vagas de residência e, a partir de 2018, tornar obrigatória a realização da residência na rede pública.
Leia mais em Governo desiste de aumentar curso de Medicina em dois anos
31.07.2013
Obrigatoriedade de trabalho no SUS durante dois anos após graduação, como residência, é mantida
Meta é universalizar o acesso às vagas de residência até 2017 para que a regra comece a valer em 2018
André de Souza, O Globo
O governo enterrou de vez a proposta de estender de seis para oito anos a duração do curso de Medicina, mas a obrigação de trabalhar por dois anos no Sistema Único de Saúde (SUS) continua viva.
Embora com algumas alterações, os dois anos no SUS deverão ser feitos por meio dos programas de residência médica.
Essa possibilidade já havia sido citada na semana passada pelos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Aloizio Mercadante (Educação). A intenção do governo é, até 2017, universalizar o acesso às vagas de residência e, a partir de 2018, tornar obrigatória a realização da residência na rede pública.
Leia mais em Governo desiste de aumentar curso de Medicina em dois anos
Sérgio Cabral: Volta por baixo
Via blog do Noblat
31.07.2013
Dora Kramer, O Estado de s. Paulo
De mola que leva ao alto, Sérgio Cabral Filho virou âncora que prende ao fundo, com seus minguados 12% de avaliação positiva à frente do governo do Rio. De onde sua companhia tornou-se um embaraço federal para seus parceiros na política.
Resultado da conjugação de abuso de poder na prática de hábitos faustosos, provincianismo político (demonstrado na excessiva confiança na influência de Lula sobre o Congresso quando da discussão sobre a distribuição dos royalties do petróleo) e arrogância tardiamente assumida com a promessa de ser "mais humilde". CONTINUA!
31.07.2013
Dora Kramer, O Estado de s. Paulo
De mola que leva ao alto, Sérgio Cabral Filho virou âncora que prende ao fundo, com seus minguados 12% de avaliação positiva à frente do governo do Rio. De onde sua companhia tornou-se um embaraço federal para seus parceiros na política.
Resultado da conjugação de abuso de poder na prática de hábitos faustosos, provincianismo político (demonstrado na excessiva confiança na influência de Lula sobre o Congresso quando da discussão sobre a distribuição dos royalties do petróleo) e arrogância tardiamente assumida com a promessa de ser "mais humilde". CONTINUA!
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