sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Chanchada na largada

Via blog do Noblat
Fernando de Barros e Silva, Folha de S. Paulo
24.12.2010


O futuro ministro do Turismo de Dilma Rousseff patrocinou com dinheiro público uma noitada a amigos no Motel Caribe, na periferia de São Luís. Até ontem uma figura obscura e irrelevante da política nacional, o deputado Pedro Novais, do PMDB maranhense, usou R$ 2.156 da sua "verba indenizatória" (R$ 32 mil mensais, além do salário) para pagar essa farra privada. Aconteceu em junho.

Uma porção de rabanadas natalinas a quem adivinhar: quem é, quem é o padrinho da indicação do animado deputado ao ministério? Sim, o próprio. José Sarney, em parceria com Henrique Eduardo Alves (RN), o líder do PMDB na Câmara.

Flagrado agora pelo jornal "O Estado de S. Paulo", Novais "corrigiu o erro", como ele disse, e devolveu o dinheiro. Deveria fazê-lo fantasiado de Papai Noel, o bom velhinho.

Ontem, quem alegou "erro administrativo" foi a futura ministra da Pesca, Ideli Salvatti, do PT-SC. A Folha revelou que a senadora gastou mais de R$ 4 mil de verba indenizatória para pagar diárias de um hotel em Brasília, ao mesmo tempo em que recebia o auxílio-moradia.

Ideli, Novais, Pesca, Turismo... Não é o caso de perguntar o que essa gente fazia no hotel ou no motel - e sim o que vai fazer no governo.

O Ministério da Pesca é uma piada em si. E o Turismo se transformou nos últimos anos num entreposto de emendas fajutas, uma espécie de Casa das Fraudes a serviço de conchavos parlamentares.

Dilma deveria levar mais a sério o pouco que falou depois de eleita. Na sua primeira entrevista coletiva, ela disse o que buscava nos seus ministros: "Vou exigir competência técnica, desempenho, um histórico de pessoas que não tenham problemas de nenhuma ordem".

Ao tolerar que a periferia do primeiro escalão do governo seja loteada na base da chanchada, a presidente desautoriza a si mesma e destrava portas que não deveria. Não é a melhor maneira de subir a rampa. Sobretudo para quem bancou Erenice Guerra na Casa Civil.


fonte


Encuentra las respuestas a las preguntas

Museo de la Evolución Humana







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Crianças fazem estudo sobre abelhas publicado em revista científica

Via BBC-Brasil
23.12.2010


A pesquisa sobre abelhas feita por um grupo de crianças de uma escola primária em Devon, na Inglaterra, se tornou a primeira do tipo a ser publicada por uma revista acadêmica.

Os alunos da Escola Primária Blackawton, que têm entre 8 e 10 anos, descobriram que as abelhas podem ser treinadas para reconhecer cores em busca de alimento.

Eles tiveram a consultoria do neurocientista Beau Lotto, da University College London, que garantiu que o trabalho foi "inteiramente concebido e escrito" pelas crianças.

O estudo foi publicado na revista especializada Biology Letters, da Royal Society, uma das associações científicas mais tradicionais do mundo. Continua


Cientistas gravam 'pouso perfeito' da abelha

Via BBC-Brasil





Marinha recua na venda de mangue

Via O ECO
22.10.2010


Mangue que seria vendido pela marinha está em zona valorizada e será transformado em parque municipal
(foto Hélida Philippini)


Recife- Depois de iniciar um processo de transferência de uma área de 320 hectares (com 225 ha de mangue), a Marinha do Brasil anunciou a revogação da licitação. Tudo indica que o mangue passará para a Prefeitura do Recife, que decretou a área de interesse público. Um projeto municipal prevê a criação do Parque Natural Municipal dos Manguezais Josué de Castro – em homenagem ao médico pernambucano que estudou a fome e cunhou a expressão homem-carangueijo (em referência aos catadores que tiram seu sustento na lama do mangue).

A divulgação da licitação marcada para o dia 21 de dezembro pelo 3º Distrito Naval da Marinha provocou reações em cadeia. A prefeitura e Câmara do Recife, governo e assembleia de Pernambuco, ministérios públicos estadual e federal, militantes em defesa do meio ambiente e comunidade acadêmica se manifestaram. Todos procuravam formas de se reverter o processo. Continua

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Anac aumenta fiscalização em aeroportos para festas de fim de ano

Jornal Nacional
22.12.2010






Leia também:
- Governo monta plano de emergência e promete rigor para conter greve no setor aéreo


Atualização - 24.12.2010
Jornal Nacional - 23.12.2010




MPF move ação contra 20 docentes da Unifesp

Via Estadão
Por Mariana Mandelli
21.12.2010


Investigados pelo TCU desde 2003, professores teriam quebrado regime de dedicação exclusiva e causado prejuízo de R$ 1,4 milhão

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com três ações civis públicas por ato de improbidade administrativa contra 20 professores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Eles são acusados de desobedecer o regime de dedicação exclusiva da instituição, exercendo atividades remuneradas que não são autorizadas por contrato - como atender em consultórios particulares e dar aula em outras universidades.

O MPF calcula que, ao todo, o prejuízo causado pelos professores seja de R$ 1,4 milhão. Para exercer as atividades remuneradas fora do regime acadêmico, nenhum dos professores teria solicitado uma prévia autorização da Unifesp. O Tribunal de Contas da União investiga a conduta dos professores desde 2003.
Nessas ações, consta que 9 dos 20 docentes também se dedicaram “à gerência, administração ou representação técnica de sociedades comerciais”, atividades proibidas pelo Estatuto do Servidor Público Federal. Continua

Leia também:
- Em entrevista, Assange diz ter material de 'impacto' sobre os EUA

É muita esculhambação!!!

Via Estadão
Por Leandro Colon
22.12.2010

Deputado que será ministro do Turismo pagou motel com dinheiro da Câmara

"Foi descoberta a inclusão
 indevida de uma nota fiscal de
 hospedagem do Hotel Pousada Caribe"
 (em nota enviada depois ao Estado)

Imagem: Dida Sampaio/AE

O peemedebista Pedro Novais (MA), que integrará o governo Dilma, gastou R$ 2.156,00 no Motel Caribe, em São Luís; a nota fiscal foi anexada à prestação de contas de junho para justificar o uso de verbas destinadas à atividade parlamentar

O futuro ministro do Turismo no governo de Dilma Rousseff pediu à Câmara dos Deputados o ressarcimento por despesas em um motel de São Luís (MA). Indicado pelo comando do PMDB e aliado de José Sarney, o deputado Pedro Novais (PMDB-MA) apresentou uma nota fiscal de R$ 2.156,00 do Motel Caribe na prestação de contas da verba indenizatória de junho.

O motel fica a 20 quilômetros do centro de São Luís. A suíte mais cara, que leva o nome "Bahamas", tem garagem dupla e custa de R$ 98 (três horas) a R$ 392 (24 horas). Segundo a gerente do local, o deputado Pedro Novais alugou um quarto para fazer uma festa. Ao Estado, o parlamentar admitiu que o dinheiro da Câmara foi usado para pagar um motel. Ele considerou o episódio um "erro".

Parlamentar do chamado "baixo clero" da Câmara - ou seja, com pequena influência política na Casa -, Pedro Novais, 80 anos, foi convidado por Dilma Rousseff no dia 7 de dezembro para o ministério após ser indicado pela cúpula do PMDB.

Como deputado, ele recebe, além do salário, R$ 32 mil mensais a título de "verba indenizatória" para arcar com despesas do mandato. Um dinheiro limpo, livre de impostos. Continua


Via blog do Noblat
22.12.2010

Internautas reagem à farra de futuro ministro em Motel

Indignados ou em tom de deboche, cidadãos de todo o país reagiram nas redes sociais da internet sobre a notícia de que o futuro ministro do Turismo, deputado Pedro Novais, pediu ressarcimento à Câmara após uma festa em motel em São Luís (MA).

A “sacanagem com o dinheiro público” como definiu @saulo no microblog Twitter foi revelada em matéria de hoje (22) do Estado de São Paulo [matéria acima].

O custo da farra, segundo nota fiscal apresentada à Câmara por Novais, foi de R$ 2.156,00.

Em tom de ironia @joselourenconet disparou também no microblog: “Agora o turismo sexual vai dar uma alavancada!”

@LarissaBittar não perdeu tempo: “Politico f#"$% com a gente eh de praxe, mas apresentar nota fiscal eh desaforo #PedroNovais”

Já @Thiago_Fiago lembrou dos ensinamentos da senadora eleita Marta Suplicy (PT-SP) de quando ela foi ministra. “Brasil, o futuro ministro #PedroNOvais está apenas cumprindo recomendação da ex-ministra do Turismo, Marta Suplicy: Relaxa e goza!”

@leobeduschi foi direto: “Nunca a imoralidade com o dinheiro público teve um sentido tão literal #pedronovais”

O leitor do blog, Datum, deu até sugestões para a criação de um novo auxílio: “Achei massa. O veinho está mandando brasa. É disso que o Turismo precisa. TSTI - Turismo Sexual para a Terceira Idade,com direito a Bolsa-Motel”.

Perguntinha básica:
Será que Dilma manterá esse senhor em sua equipe?


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Bispo recusa comenda em Plenário em protesto contra aumento salarial de parlamentares

Via Agência Senado
21.12.2010





Leia a matéria completa AQUI!



Leia também:
Estudantes protestam contra aumentos salariais
para parlamentares, presidente e ministros


E assim se passaram mais de 10 anos: uma retrospectiva em hiperlinks

Via Contemporânea
Por Carla Rodrigues


A primeira década do século 21 é tão, mas tão estranha, que começa no ano errado. A “virada” foi intensamente comemorada quando passamos de 1999 para 2000 temendo o “bug do milênio” – a então aterradora ameaça de os computadores nos deixarem na mão e o sistema cair definitivamente.

O sistema não caiu, apesar de todas as previsões. Ao contrário, o sistema continua mais forte do que nunca, como parte cada vez mais importante da vida cotidiana. Se houve algum colapso, não foi nos computadores, mas em corpos que já não agüentam mais correr para dar conta de tantas exigências.

Do “bug do milênio” para cá, nossa dependência da tecnologia só fez aumentar e a vã promessa de que mais computadores nos dariam mais tempo livre nunca se concretizou. O ritmo de aceleração dessa primeira década mostra que uma das marcas do novo século é a velocidade.
Foi veloz, por exemplo, a explosão dos blogs depois que o atentando ao World Trade Center destruiu as torres gêmeas no 11 de setembro de 2001, oficialmente o primeiro ano da década.

Registros de preferências pessoais de leitura desde 1998, quando foram criados, à forma alternativa de comunicação, os blogs foram o início de um processo que culminou por ser chamado de web 2.0, termo que só seria cunhado em 2004 para definir esse ambiente de interação e participação que se traduz em redes sociais e aplicativos colaborativos.

Se só uma jogada de marketing ou de fato um acontecimento, pouco importa.

A década 2001-2010 começou em 1999 com o nosso reconhecimento de que dependíamos do sistema não cair para continuar vivendo e chegou ao final com a tecnologia de informação na palma da mão.

Somos no planeta cinco bilhões de usuários de telefones celulares, uma base que aos poucos vai dando lugar aos aparelhos inteligentes, com acesso à internet e a todos seus serviços, nos lançando num estado de hiperconectividade que ainda terá conseqüências ao longo do século.

Quais, impossível saber só pelo que aconteceu nesses primeiros 10 anos. Continua

Ajuda aos pilotos do Legacy

Via blog do Noblat
Por Roberto Maltchik e Paulo Marqueiro, O Globo
21.12.2010


Atendendo aos EUA, diplomata do Itamaraty pediu a juízes por liberação de pilotos americanos

Os Estados Unidos se valeram de diplomatas brasileiros para pressionar o Judiciário a permitir que os pilotos americanos Joseph Lepore e Jan Paladino — que conduziam o jato Legacy quando a aeronave colidiu com o Boeing da Gol, em 29 de setembro de 2006, em Mato Grosso — fossem liberados para voltar para seu país. No acidente, até então o mais grave da aviação comercial brasileira, 154 pessoas morreram, entre passageiros e tripulantes do voo 1907.

Documentos enviados pela embaixada americana em Brasília ao Departamento de Estado dos EUA, revelados pelo grupo WikiLeaks, detalham as gestões para apressar a volta dos pilotos para casa.

Num telegrama confidencial de 17 de novembro de 2006, o conselheiro da embaixada americana Phillip Chicola relata o pedido do cônsul-geral Simon Henshaw ao diretor do Departamento de Comunidades Brasileiras no Exterior, embaixador Manoel Gomes Pereira, para levar aos juízes do Tribunal Regional Federal da 1 Região "suas preocupações" quanto à situação dos pilotos.

"O embaixador Pereira disse que ele levaria nossas preocupações à Corte que analisa o pedido dos pilotos para deixar o Brasil. Ele disse que faria isso oralmente, pois temia que uma comunicação formal por escrito gerasse uma reação contra os pilotos", disse Chicola.

Exatamente uma semana mais tarde, Chicola envia novo telegrama, desta vez para dizer que o diplomata brasileiro mandou o recado. Porém, Gomes Pereira advertiu que a insistência nesse tipo de contato poderia prejudicar os pilotos: "O embaixador Manoel Gomes Pereira ligou para dizer que ele tinha feito contato com dois dos juízes que analisam o recurso dos pilotos, falando de nossa preocupação. Ele alertou que nenhuma outra ação deveria ser feita até a decisão, já que os juízes não gostam de pressões externas."

O GLOBO teve acesso a nove telegramas, cinco deles confidenciais, vazados pelo WikiLeaks sobre o tema. Os documentos mostram que havia temor de que os americanos ficassem retidos por um longo período. Continua

Há realmente uma fronteira sem fim?, editorial da 'Science'

JC e-mail 4162, de 21 de Dezembro de 2010.
Há realmente uma fronteira sem fim?, editorial da 'Science'


"O mais surpreendente é que sempre que a ciência aumenta a nossa compreensão do mundo"

Leia o editorial da revista 'Science' sobre os principais avanços da ciência em 2010, assinado pelo editor-chefe Bruce Alberts, na tradução do jornalista, jurista e chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério da C&T, José Monserrat Filho:

"A glória, neste ano, coube à primeira máquina quântica - um cantilever (estrutura de armazenagem) microscópico engenhosamente reduzido a seu nível de energia mais baixo possível, o estado quântico fundamental. O resultado pode levar a detectores com força ultra sensível e a formas de controlar as vibrações mecânicas de um objeto tão habilmente quanto hoje controlamos a eletricidade e a luz. Também se anunciam novas pesquisas em um dos grandes mistérios da física: o abismo que separa o universo dos objetos familiares e o universo bizarro da mecânica quântica.

Neste ano, houve outras conquistas notáveis, como a primeira célula com genoma sintético e a decifração de grande parte da sequência do genoma de nosso parente próximo, há muito extinto, o Neandertal. E, por fim, na luta contra a AIDS, um novo gel microbicida que reduz o risco de uma mulher infectar-se com o HIV.

Esse problema também acrescenta algo novo: um olhar para os últimos 10 anos, destacando 10 grandes "insights científicos da década". Como se enfatizou, a maioria dos insights têm se baseado no desenvolvimento contínuo de métodos cada vez mais poderosos para pesquisar o mundo. Ajudado por novos instrumentos para estudar o espaço e analisar as moléculas de que os seres humanos são feitos, entre muitos outros, a marcha das descobertas científicas acelera-se constantemente.

Mas, pelo visto, o mais surpreendente é que sempre que a ciência aumenta a nossa compreensão do mundo, surgem novos grandes mistérios que precisam ser decifrados - da "energia escura" ao "genoma escuro", apenas na última década. Além disso, as descobertas em uma área podem criar novas possibilidades para descobertas em outra. Assim, a descoberta de água em Marte abre a excitante possibilidade de se descobrir uma forma de vida primitiva no planeta, capaz de propiciar melhor compreensão de nossas próprias origens. Continua

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Álcool está associado a 30% dos casos de violência doméstica e sexual contra mulheres

Via Ecodebate
Ministério da Saúde
21.12.2010


Residência foi o local da agressão em 62% dos casos e 40% das vítimas já tinham sido agredidas antes

Dados inéditos do Ministério da Saúde mostram que a suspeita de ingestão de bebida alcoólica por parte do provável agressor foi relatada por 30,3% das mulheres vítimas de violências doméstica, sexuais e outras violências, durante todo o ano de 2008. Em 62,7% dos casos de violência contra mulheres, a agressão ocorreu em residência e 39,7% delas afirmaram já terem sido agredidas anteriormente.

Do total de 8.766 vítimas atendidas em unidades de referência, 6.236 foram do sexo feminino (71,1%), incluindo crianças, adolescentes e pessoas idosas. Mulheres casadas ou que viviam em união estável representaram 25,6% das vítimas, enquanto que as solteiras responderam por 38,7% dos registros.

Os dados são do Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA), estudo realizado em serviços de referência para atendimento de vítimas de violência doméstica, sexual e outras violências, em 18 municípios de 14 estados. Entre as vítimas do sexo feminino, os casos se concentraram em adolescentes e jovens na faixa dos 10 aos 19 anos (28,8%), crianças de 0 a 9 anos (21%) e mulheres dos 20 aos 29 (19,9%) e dos 30 aos 39 anos (13,9%). As menores concentrações foram identificadas nas faixas etárias de 40 a 49 (7,8%), 60 anos ou mais (4,3%) e de 50 a 59 (3,5%).

“O estudo permite ao Ministério da Saúde, aos estados e aos municípios traçar o perfil das vítimas e dos autores das agressões, para subsidiar ações de enfrentamento a esses problemas, por meio de políticas públicas de prevenção e de promoção da saúde e da cultura de paz”, avalia Marta Silva, coordenadora da área técnica de Vigilância e Prevenção de Violências e Acidentes do Ministério da Saúde.

AUTORIA E LOCAL – Homens foram responsáveis por 70,3% dos casos de violência sexual, doméstica e outras violências contra mulheres. Os agressores foram parceiros com quem elas mantinham relação estável/cônjuge (18,7%), ex-cônjuge (6%), namorado (2,4%) e ex-namorado (2%), o que revela a violência doméstica.

Em 14,2% dos casos, a violência foi praticada pelos pais, o que também evidencia a violência doméstica ou intrafamiliar. Pessoas desconhecidas (13,5%) e amigos (13,3%) também figuram entre os principais prováveis agressores, segundo relatos das vítimas.

Depois da residência, a escola foi o segundo local de ocorrência mais relatado (11%) de violências contra mulheres, porém com percentual menor do que as fichas sem informação (21%). Continua

Saúde - Perigo

Fantástico
19.12.2010



Perigos de remédios para emagrecer







Domingo Espetacular
19.12.2010



Especialistas alertam para o uso de produtos de estética






A farsa de Cancún, artigo de Luiz Pinguelli Rosa

JC e-mail 4161, de 20 de Dezembro de 2010.
A farsa de Cancún, artigo de Luiz Pinguelli Rosa


"A intervenção de Lula anunciando as metas voluntárias do Brasil e cobrando ações dos países desenvolvidos contribuiu para abortar o enterro de Kyoto em Copenhague"

Luiz Pinguelli Rosa é diretor da Coppe/UFRJ e secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Artigo publicado em "O Globo":

Voltei da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Cancún, convencido de que seus resultados foram medíocres. Na conferência permaneceu o impasse entre os países desenvolvidos, que queriam o fim do Protocolo de Kyoto, já que muitos não o estão cumprindo, e o conjunto dos países em desenvolvimento, destacando-se China e Índia pelo crescimento do consumo de combustíveis, embora muito baixo per capita.

Para o meu espanto, de um dia para o outro a conferência apareceu como um evento exitoso, de acordo com declarações publicadas na mídia internacional e nacional. Resolvi então verificar se algo importante tinha escapado do meu conhecimento, mas ao ler as resoluções finais mantive a mesma opinião: nada há a comemorar.

O verniz aplicado para dar à conferência a aparência de sucesso na 25ª hora deve-se ao fato de ter sido bloqueada a definição do 2º período de compromisso do Protocolo de Kyoto. Isso era tudo o que queriam os países mais ricos incluídos no Anexo I da Convenção de Mudanças Climáticas, de acordo com o princípio da responsabilidade comum, porém diferenciada, estabelecido na Rio 92. Continua

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Abaixo-assinado contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares.





Para assinar é só clicar AQUI!
Por favor, divulgue!



Pensar en Dios puede reducir o aumentar el estrés

Via Tendencias 21
Por Yaiza Martínez
02.11.2010

Pensar en Dios puede reducir o aumentar el estrés
Ayuda a los creyentes a reducir la respuesta emocional ante errores cometidos, pero tiene el efecto contrario en ateos



Pensar en Dios puede ayudar a las personas religiosas a sentirse menos alteradas cuando comenten errores, pero tiene justo el efecto contrario en las personas ateas. Esto es lo que revela un estudio en el que se analizó la actividad neuronal de un área concreta del cerebro (la corteza cingulada anterior o ACC) como respuesta a errores cometidos. Este área estaría vinculada a los estados de atención o de alerta cuando algo va mal. Continua

Saúde no Brasil: a masculinização das mortes violentas, artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Via Portal Ecodebate
20.12.2010




O número de mortes por causas externas, que acontece todos os anos no Brasil, equivale a uma guerra não declarada. De 1961 a 1974, morreram 46.370 soldados dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã. O Brasil perde quase três vezes este número de vidas a cada ano. As chamadas causas externas – acidentes e violências – somaram 133.644 óbitos em 2008, o que representou 12% do total de 1.066.842 mortes ocorridas no Brasil.

Os dados constam do relatório “Saúde Brasil 2009”, publicação anual da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), do Ministério da Saúde. O relatório apresenta uma descrição da mortalidade, morbidade hospitalar e atendimentos de emergência no Sistema Único de Saúde.

Os homens são os principais culpados e as principais vítimas pelo espantoso número de óbitos por causas externas no Brasil. O número de homens que perderam a vida foi 5,1 vezes maior do que o número de mulheres. O sexo masculino representou 83% do total de mortos em acidentes e homicídios do país. Os acidentes mataram 47.354 homens (42,6%), as Violências 52.258 homens (47,1%) e as mortes de intenção indeterminada e demais causas ceifaram a trajetória de 11.453 homens (10,4%). Somente os homicídios eliminaram a vida de 45.064 homens, em 2008. A maioria dos mortos do sexo masculino estava na faixa dos 20 aos 39 anos (50,4%) e era de cor parda (48,1%).

No caso das mulheres, a maioria das mortes por causas externas deveu-se aos acidentes – sendo 12.978 mortes, o que representou 57,8% do total de mortes femininas. As violências vêm em segundo lugar, com 5.781 óbitos, representando 25,8% do do total de mortes femininas. O perfil etário e étnico das mulheres que perderam a vida por causas externas é diferente daquele apresentado pelos homens. Do total de vítimas femininas, 33,8% tinham 60 anos ou mais, sendo a maioria (53,3%) de cor branca.

A morte é um evento inexorável, pois todo tipo de vida que surge, um dia fenece. Porém, os óbitos por causas externas não são fatalidades biológicas, mas sim mortes que poderiam ser evitadas com ações de infra-estrutura para evitar os acidentes e políticas públicas para diminuir a violência.

O custo social destas mais de 130 mil mortes anuais por causas externas no Brasil é incalculável. Os pais perdem os filhos que criaram com sacrifício e carinho. Esposas e maridos perdem seus cônjuges. Filhos perdem seus pais. Famílias são dilaceradas e colocadas em situação de vulnerabilidade. Empresas perdem seus empregados e a sociedade perde seus cidadãos, principalmente nas idades mais produtivas em termos econômicos, sociais e culturais. Continua

domingo, 19 de dezembro de 2010

Rio de Janeiro e Segurança Pública: ‘Não sei se é fascismo ou farsismo’

Via Correio da Cidadania
Escrito por Gabriel Brito e Valéria Nader, da Redação
09.12.2010


Após mais uma onda de violência na cidade do Rio de Janeiro, o Brasil se deparou com um espetáculo deprimente de suas mazelas sociais e humanas. Após traficantes desceram ao asfalto, promovendo assaltos e queima de veículos, por razões ainda pouco esclarecidas, novamente a cidade se viu em pânico. Situação inflada pela cobertura espetacularizada da grande mídia, que por sua vez endossa sem parar as políticas fracassadas de mera repressão à ponta pobre do tráfico, isto é, nos morros.

Em entrevista ao Correio da Cidadania, a socióloga Vera Malaguti, secretária geral do Instituto Carioca de Criminologia (ICC), criticou duramente os governos estadual e federal, especialmente em relação à entrada das forças armadas na questão, de legalidade questionável. "Tudo é ilegal aqui. Estamos vivendo em regime de exceção", afirmou, referindo-se também às violências cometidas contra moradores inocentes das áreas invadidas pelas forças oficiais.

Para ela, tal processo é parte de uma política de ocupação de áreas pobres, idealizada pelos EUA há décadas, que visa também garantir um controle militarizado da vida das pessoas, além de abrir caminho para "os negócios transnacionais e olímpicos".

Malaguti questiona firmemente a política de segurança do governo Cabral, por considerar as UPPs - Unidades de Polícia Pacificadora - e toda a recente operação mais uma ação de marketing, baseada nas mesmas políticas de repressão sem investimento social, amplamente fracassadas.. "Estão ocupando a cidade. Para que fluam os grandes negócios transnacionais e esportivos. Para que as pessoas possam fruir sem serem incomodadas pela nossa pobreza".

A entrevista completa, na qual Vera não poupa nem o ex-secretário Luiz Eduardo Soares ("ele é um pouco responsável pela glorificação do BOPE como solução"), cujas análises foram elogiadas por setores progressistas, pode ser conferida a seguir.


Correio da Cidadania: O apaziguamento do clima de guerra que se instalou no Rio, a partir da colaboração do Exército e da Força Nacional de Segurança na expulsão dos traficantes do Morro do Alemão, levou a um clima de euforia entre a população, seguido pela maior parte da mídia. Como encara, nesse sentido, as ações imediatas que foram tomadas pelo governo nos últimos dias para controlar a crise?

Vera Malaguti: Estranhei muito. Eu penso que a euforia foi fruto de uma campanha midiática. Gosto de falar com base em evidências, mas desde o início considerei muito estranhos os acontecimentos. Comparando com aquela vez em São Paulo, em 2006, quando a cidade parou, na hora em que o governo decidiu mobilizar as forças armadas, ainda se teve uma meia dúzia de carros queimados, mas nenhuma vítima.

Tudo foi engatilhado de um jeito que pareceu muito estranho. Se formos ver a análise da mídia, como a da Folha, que dessa vez foi mais crítica, vê-se que existia uma combinação com a Rede Globo, tanto que na véspera eles anunciavam o ‘Tropa de Elite 3’, e no dia seguinte transmitiram aquilo o dia inteiro.

Diante do que acontecia, creio que a reação foi desproporcional em relação ao ocorrido, e aí não entendemos de fato como foram as coisas. Seriam 600 homens, ou não? As apreensões mostradas também não fazem muito sentido, porque o envolvimento das forças armadas em tais situações é muito questionado no mundo inteiro.

Os EUA, por exemplo, proíbem suas forças armadas de trabalharem como polícia. No entanto, estimulam muito que as forças armadas latinas entrem nesta guerra perdida, como no caso do México, grande exemplo disso.

Desde 94, quando da operação Rio 1, as conversas com o Comando Militar do Leste sempre receberam a recusa das forças armadas brasileiras, por ser algo perigoso. Da mesma forma que a polícia se desmantela nessa guerra sem fim, as forças armadas, que na verdade são responsáveis pela nossa soberania, poderiam passar pelo mesmo. Atirá-las nessa guerra perdida é uma aventura. As forças armadas norte-americanas não entrariam nessa jamais.

Portanto, creio que foi um ato midiático, como tudo que é feito pelo governo do estado do Rio de Janeiro. Só que desta vez o governo federal embarcou na aventura, a meu ver de forma muito irresponsável, correndo o risco de colocar as forças armadas brasileiras num impasse geopolítico. Continua

Carta–Manifesto ‘Um grito pelo Xingu’

Via Portal Ecodebate
17.12.2010


Entre os dias 11 e 14 de dezembro de 2010 foi realizado o encontro “Um grito pelo Xingu”, reunindo as lideranças Yudjá Juruna, Tapayuna e Mebengokre, na Terra Indígena Kapot Nhinore, oportunidade em que foram debatidas a demarcação da referida Terra Indígena e a preservação do Rio Xingu e de seus afluentes.

Carta – Manifesto Um grito pelo Xingu

Nós, lideranças indígenas das etnias Yudjá Juruna e Mebengokre, aqui reunidos na Aldeia Pastana Juruna – Terra Indígena Kapot Nhinore, localizada no extremo norte do Estado do Mato Grosso, gostaríamos de informar que desde a década de 1980 aguardamos pela demarcação desta área ocupada tradicionalmente pelos nossos ancestrais, e até o presente momento não obtemos resposta.

Queremos denunciar que apesar de vários estudos já realizados por antropólogos confirmarem o que a gente diz, hoje continuamos desamparados e tratados com descaso pelo poder público. Os estudos comprovaram que esta região faz parte da história dos nossos povos e mostraram a existência de aldeias, cemitérios e roças antigas, além de locais sagrados, como por exemplo as aldeias Txameriambu (Yudjá Juruna) e Kukritkré (Kayapó), região onde, inclusive, estiveram os irmãos Villas Bôas nos primórdios dos contatos com os Mebengokre. É em Kapot Nhinore que está enterrado o pai do grande cacique Raoni Metuktire, e aqui nasceram e se criaram grande parte dos atuais caciques da região do Xingu.

Enquanto isso, o desmatamento provocado por fazendeiros, madeireiros, garimpeiros e pescadores ilegais, vêm destruindo a nossa terra, de onde tiramos nosso sustento. O Rio Xingu (Bytire, na língua Kayapó), por exemplo, sofre constante invasão de pousadas clandestinas e isso atrai milhares de pessoas, poluindo o rio e matando os animais.

Reivindicamos o direito legítimo que nossos filhos e netos têm de viver em harmonia com o meio ambiente. Por isso, solicitamos vosso auxílio em divulgar nossas demandas, para que o povo brasileiro se intere das injustiças cometidas contra os indígenas. Esperamos que, com a mobilização popular, a FUNAI conclua a tão esperada demarcação da Terra Indígena Kapot Nhinore.

Assinado: lideranças indígenas Mebengokre, Tapayuna e Yudjá Juruna

Colaboração de Fernando Baggio para o EcoDebate.

Novas relações de poder

Via blog do Noblat
Por Merval Pereira, O Globo
18.12.2010


O ponto central dos estudos do sociólogo Manuel Castels, professor da Universidade Southern California, sempre foram as relações de poder. No seu novo livro “Comunicação e Poder”, ele chega à conclusão de que as redes de comunicação social mudam a lógica do poder na sociedade atual, e já não se pode fazer política se não se leva em conta a crescente autonomia e o dinamismo da sociedade, utilizando a desintermediação dos meios de comunicação.

Com o caso Wikileaks em pela evolução, provocando discussões sobre o papel dos novos meios de comunicação, o livro de Castels torna-se fundamental para entender o que se passa.

Ele ensina que como as redes organizam o mundo das finanças, da produção, da comunicação, da política, das relações interpessoais, só uma teoria que parta da relação nessas redes de poder pode chegar a entender a prática social e política de sociedade atual.

“Cheguei à conclusão de que o poder era fundamentalmente o hábito da comunicação, e necessitava entender a transformação da comunicação para entender a transformação do poder”, disse ele em recente palestra no Instituto Fernando Henrique Cardoso.

Ele revelou que durante seus estudos de neurociência para o livro, ele teve acesso a trabalhos que indicam que as pessoas não buscam informações para se informar, mas sim para confirmar o que já pensam. Continua

Para além dos números

Via Agência Fapesp
Por Por Alex Sander Alcântara
16.12.2010

Agência FAPESP – É comum ouvir que haveria uma menor produtividade na pesquisa em ciências humanas em relação a outras áreas do conhecimento. Ou que a pesquisa feita em humanidades no Brasil não teria a penetração internacional das demais áreas.

Para debater pontos como esses, pesquisadores se reuniram no 1º Fórum de Ciências Humanas, promovido pela Pró-Reitoria de Pesquisa da Universidade Estadual Paulista (Unesp) no fim de novembro. Os participantes analisaram eventuais entraves da pesquisa em humanas, como a falta de uma metodologia apropriada para medir a produção e a necessidade de projetos mais ousados na área.

Segundo os cientistas presentes, não se pode dizer que a produtividade nas humanidades seja menor do que as das demais áreas a partir de critérios meramente quantitativos.

Para o professor Luiz Henrique Lopes dos Santos, do Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), essa discussão tem se pautado na maior parte das vezes em análises superficiais de números.

“O mito da baixa produtividade está ancorado em uma leitura simplista dos dados, que ignora as especificidades de cada área. A questão é saber o que significa cada número em cada área e, por vezes, em cada linha de pesquisa”, disse à Agência FAPESP.

Segundo o pesquisador, que apresentou dados sobre a produção de artigos científicos nos últimos anos, em muitas áreas a pesquisa é realizada em grupo e resulta em trabalhos de coautoria, o que não ocorre com frequência nas humanidades.

“A publicação de livros nas humanidades, por exemplo, é superior à de muitas áreas. Em um cálculo grosseiro, podemos dizer que um livro equivaleria a seis artigos. O problema é que um livro ou um artigo tem o mesmo peso de cálculo se forem citados em outras publicações”, disse Lopes dos Santos, que integra o quadro de Coordenadores Adjuntos da FAPESP.

Mariana Broens, professora de Filosofia da Unesp de Marília, também destacou a importância de se desenvolver pesquisas em conjunto em ciências humanas e questionou a forma como a pesquisa costuma ser feita. “Será que o modelo de produção solitária, individual e contemplativa pode responder aos desafios da contemporaneidade?”, indagou.

Internacionalização da pesquisa

Outro ponto considerado delicado pelos participantes do fórum, para a maioria das áreas em humanidades, foi a questão da internacionalização da pesquisa. “Em muitas áreas, a agenda interessante de pesquisa para o Brasil pode não coincidir com a pauta internacional dominante, mas pode coincidir com as agendas regionais”, disse Lopes dos Santos.

O pesquisador também destacou especificidades da produção em ciências humanas. Escrever em português, e não em inglês, por exemplo, pode ser visto como um entrave. Mas a forma do discurso nas humanidades não seria apenas um meio de transmitir um conteúdo, e sim um elemento constituinte da própria área.

“Em certas áreas, tem-se um discurso enxuto, recheado de termos técnicos. Nas humanidades, a qualidade do texto é inseparável do conteúdo. É muito difícil que alguém que não tenha o inglês como sua primeira língua escreva com a desenvoltura ideal para usar todos os recursos expressivos da filosofia e da literatura, por exemplo”, disse.

Lopes dos Santos buscou também desmistificar a ideia de que as humanidades são preteridas pelas agências de fomento à pesquisa. Citou dados dos Estados Unidos, onde o setor recebe 9% de todo o investimento anual em pesquisa. Na FAPESP, o percentual para esse segmento é de cerca de 11%. “E em geral os projetos em humanidades têm custo menor, porque não demandam aquisições de equipamentos caros”, ressaltou.

Entretanto, tem havido poucas solicitações de financiamento para projetos de pesquisa de médio e grande porte para as humanas. “Há espaço para projetos mais arrojados, principalmente em pesquisa aplicada em políticas públicas. Mas noto uma certa timidez dos pesquisadores em propor pesquisas mais ambiciosas”, disse.

“Ousadia é a palavra que a área de humanas precisa perseguir com mais afinco”, corroborou Maria José Giannini, pró-reitora de Pesquisa da Unesp. Segundo ela, é necessário reunir competências de diferentes unidades e instituições de pesquisa.

“Um caminho para isso seria divulgar mais os projetos, buscar contatos e parcerias e utilizar melhor as ferramentas de apoio que cada instituição oferece”, disse a também conselheira da FAPESP.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Congressistas brasileiros ganharão 8% mais que americanos e 84% mais que britânicos

Via BBC-Brasil
17.12.2010


O aumento aprovado pelos congressistas brasileiros aos seus próprios salários, na quarta-feira, deixa os vencimentos básicos de deputados e senadores do país 8% maiores do que os dos congressistas americanos e 84% maior do que os dos britânicos, segundo um levantamento feito pela BBC Brasil.

A decisão aprovada no Congresso brasileiro elevou os salários dos deputados e senadores em 62%, de R$ 16,5 mil para R$ 26,7 mil, a partir de fevereiro de 2011. Os salários do presidente, do vice e dos ministros também serão elevados.

Segundo dados do Parlamento britânico, cada um dos 650 deputados da Câmara dos Comuns recebe um salário básico equivalente a 5.478 libras por mês (cerca de R$ 14.541).

Nos Estados Unidos, deputados e senadores recebem um salário básico equivalente a US$ 14.500 por mês (cerca de R$ 24.700).

Os salários dos congressistas brasileiros também ficarão quase seis vezes mais altos do que os de seus pares argentinos. Os deputados do país vizinho ganham um salário básico mensal de 10.600 pesos (cerca de R$ 4.540), enquanto os senadores recebem cerca de 16 mil pesos mensais (R$ 6.850). Continua


Em diplomação, Tiririca é aplaudido e Maluf, vaiado

17.12.2010







Unesp suspende alunos de Assis suspeitos de criar 'rodeio das gordas'

Via G1
16.12.2010
Por Kleber Tomaz

Dois estudantes irão cumprir suspensão de 5 dias em março de 2011.
Alunas obesas foram humilhadas em jogos estudantis no interior de SP.


A Universidade Estadual Paulista (Unesp) decidiu suspender por cinco dias os dois estudantes suspeitos de criar, difundir e incentivar o “rodeio de gordas”, que consistia em agarrar e montar em alunas obesas durante os jogos entre alunos da Unesp, em outubro, em Araraquara, no interior de São Paulo. Eles foram punidos nesta quinta-feira (16) pela comissão processante da direção da Faculdade de Ciências e Letras do Campus de Assis da Unesp por divulgar o material discriminatório e ofensivo às alunas na internet usando o nome da universidade.

Na avaliação da comissão, houve "ato atentatório à integridade física e moral de pessoas" por parte dos estudantes da Unesp de Assis. O conteúdo foi divulgado dois dias após o encerramento do Interunesp, que ocorreu entre os dias 9 e 12 de outubro. A punição aos dois alunos será aplicada somente no próximo ano letivo, em março de 2011, quando os universitários terão de ficar cinco dias sem poder frequentar as aulas. Continua

Sobre o assunto, leia também:
- Imagens da comunidade do Orkut hostilizam gordinhas vítimas de “rodeio” universitário


Comentário básico:
Suspensão de 5 dias?
Para mim isso é conivência com a delinquência!

Adelidia Chiarelli